A jovem portuguesa (Clara Riedenstein), recém-casada com Von Ketten (Marcello Urgeghe), se recusa a voltar à sua terra natal a fim de esperar pelo marido, que foi para a guerra com menos de um mês de matrimônio. Ela decide residir em um castelo abandonado na Itália e, assim, passa a viver uma vida em meio à natureza enquanto espera o regresso de seu amado.
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3,5
Bom
A Portuguesa
Contemplação e angústia
por Barbara Demerov
Cenários estonteantes, figurinos belíssimos e uma câmera que raramente se aproxima dos rostos de seu elenco. A Portuguesa, de Rita Azevedo Gomes, é um deleite visual especialmente para os espectadores que tenham apreço a obras históricas que requerem muito cuidado e delicadeza. A direção do filme nunca peca em mostrar o máximo de seus ambientes, tornando os próprios personagens apenas uma extensão dos locais que nos são apresentados, mas que ainda assim reproduzem fortes sentimentos a cada cena.A composição visual do drama de época possui mais força do que a história contada, mas isso passa longe de ser um problema devido à boa direção de Gomes e a constante noção de que estamos apenas observando o que mais parece ser um quadro ou livro em movimento. A riqueza dos detalhes e das cores do lar da portuguesa (Clara Riedenstein), protagonista sem nome, se une ao marasmo de sua rotina enquant
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2:21
Festival de Berlim
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Nacionalidade
Portugal
Distribuidor
-
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Alemão, Italiano, Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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