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Carlos Castro
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339 críticas
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3,5
Enviada em 29 de novembro de 2021
Sou fã do Edgar Wright desde Baby Driver. Fiquei fascinado com a edição desse filme e com o senso estético. Me deixou um gostinho de quero mais, mesmo com o roteiro impreciso e raso. Quando Last NIght in Soho foi anunciado, fiquei entusiasmado e curioso para o que poderia vir... confesso que criei algumas expectativas que não foram atendidas. Imaginei o estilo único do diretor com uma história mais impactante e relevante, pois pra mim seria óbvio que, após o degrau que ele conseguiu subir com Baby Driver, suas criações poderiam tomar novas proporções.
Não se engane, Last Night in Soho é divertido, emocionante e um dos melhores filmes de 2021... o estilo visual, a fotografia inspiradora e a ótima trilha sonora estão lá, mas não era exatamente o que esperava. O roteiro tem negligências criminosas como Baby Driver, desde a falta de continuação em diversas tramas que ele inicia, até o desenvolvimento da personagem principal, que só mostra inseguranças e um 'talento' que não se provou em tela. No fim, pra mim, a sensação é de um espetáculo de fogos de artifício para celebrar o final de semana.
Edgar Wright dirige esse filme com um roteiro ótimo, uma pena que possui buracos que o deixa um pouco chato e demorado, claro que tem bons momentos com ótimos diálogos e uma boa trilha sonora.
É um suspensinho básico, parecia melhor do que realmente é. As meninas estão muito bem em cena, a iluminação, fotografia do filme são muito boas. O final peca bastante, sem nexo.
Noite passada em Soho é um filme de horror britânico que foi dirigido por Edgar Wright que também elaborou o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns. O filme conta a história de Eloise (Thomasin McKenzie) uma aspirante a designer de moda que mora no interior da Inglaterra e consegue ir para Londres para estudar o seu curso. Porém, misteriosamente a jovem começa a viajar para a década de 1960 (período histórico favorito da protagonista) e acaba descobrindo e vivenciando segredos e mistérios sombrios. A história que o filme quer conta junto com sua crítica, é de como as mulheres são exploradas e vistas pelos homens e até mesmo pelas demais mulheres apenas como pedaço de carne; sem enxergar a sua capacidade e talento. O peso maior recair sobre a protagonista que é tida no filme como uma moça vindo de uma área afastada dos grandes centros urbanos e que ainda tem o brilho no seu olhar e jeito de ser, mas que vai sentindo o peso de morar e viver em uma grande cidade. Porém, a direção do filme investe bastante em metáforas e metalinguagem para demostrar tudo isso, a obra de fato é cheia de detalhes e simbolismo. A viagem no tempo serve para ilustrar bem isso, de como as coisas na verdade não mudaram, pois Eloise conhece a vida de Sandie (Anya Taylor-Joy) que o sonho de ser uma grande dançarina. Em algum momento a vida de ambas se cruzam. Acredito que o filme perdeu folego no seu segundo ato com exagero de cenas dos “homens fantasmas sem rosto”. As cenas não levavam nada a nada e se tornaram cansativas e outro problema é que o filme sai do seu bom tom enigmático e vai para um tom policial investigativo (assim do nada). Mas vale aqui ressaltar a boa direção de arte que soube conduzir bem os ambientes dos anos 1960 e a boa Paris atual e o elenco gigante do filme, que por sinal contou com o último papel de Diana Rigg.
O diretor Edgar Wright usa uma ótima trilha sonora dos anos 60 e visuais impressionantes para criar um suspense atmosférico. A estória em si é cativante e está repleta de boas atuações.
um filme com uma soundtrack perfeita e deliciosa de ouvir, a fotografia impecável, esteticamente não tem defeitos, diálogos bem criativos com grandes referências, já o roteiro se perde no momento em que volta toda atenção pra dona do apartamento, foi um plot não tem bem aplicado, apesar de funcionar se a gente ignorar alguns pontos, recomendo muito esse filme, não será uma perca de tempo!
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