Missão Impossível - O Acerto Final
Média
4,4
331 notas

64 Críticas do usuário

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27 críticas
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Ouch Pze
Ouch Pze

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2025
Simplesmente cinema. O filme é uma continuação direta do seu antecessor, se vc viu o 7 o 8 vai ser cinema simplesmente. Cenas emocionantes,o filme te prende do cmc ao fim para mim obra de arte.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de junho de 2025
O começo é muito diplomático, mas do meio pro final, temos as cenas intensas e claro, com o final esperado. Apesar de ser um bom filme, espero que realmente seja o último, pois a franquia já está surrada e fica dificil inovar com esse enredo.
Moisés Garcia Felicissimo
Moisés Garcia Felicissimo

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de maio de 2025
Muito bom amo esse filme uma coisa de tirar o fôlego esse cara é um fenômeno no cinema de Hollywood
Sayonara Barros
Sayonara Barros

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de maio de 2025
O pior de todos os filmes. Entediante, previsível, piegas, desnecessariamente emotivo, cheio de cichês. Mesmo sendo ficção, a parte do submarino foi absurda! Perda de tempo e dinheiro.
Phellype Morissette
Phellype Morissette

1.689 seguidores 480 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de maio de 2025
Simplesmente espetacular! Cada vez melhor, as sequências, Tom Cruise brinca de se estar em perigo... Imagina se trabalhasse com James Cameron, seria o SCI-FI perfeito.
Monica Mello
Monica Mello

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 29 de maio de 2025
Filme horrível, não acaba nunca. Não tem ação. Piadas sem graça e ele ainda acha que é jovem.[spoiler][/s
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de maio de 2025
Depois de atrasos causados pelas greves de Hollywood em 2023 e da mudança no título — que abandonou o “Parte Dois” para assumir o mais apelativo O Acerto Final —, o oitavo capítulo da franquia Missão: Impossível chega aos cinemas com a promessa de um desfecho épico. E mesmo que o longa tente vender a ideia de um encerramento definitivo, é difícil acreditar que essa seja a última missão de Ethan Hunt. O próprio filme deixa brechas suficientes para um possível retorno, caso Tom Cruise e a Paramount queiram seguir em frente. Ainda assim, há aqui um esforço em criar um sentimento de conclusão: personagens retornam, despedidas são feitas e há até um tom nostálgico que permeia boa parte da narrativa. O problema é que, apesar das intenções, O Acerto Final mostra com clareza que a franquia chegou ao limite da sua criatividade.

Com um orçamento inflado de aproximadamente 400 milhões de dólares, o filme investe alto, mas entrega pouco em termos de inovação. A história continua exatamente de onde parou o longa anterior, com Ethan e sua equipe em busca do código que controla a Entidade — uma inteligência artificial que ameaça dominar sistemas globais e provocar o colapso geopolítico. A premissa, embora contemporânea e promissora, é mal aproveitada. A ideia de uma IA capaz de manipular informações, criar fake news e desestabilizar nações poderia render um vilão aterrorizante e moderno, mas tudo isso fica na superfície. A Entidade nunca se impõe como ameaça real, e sua presença digital enfraquece o senso de urgência. Para compensar, o roteiro introduz Gabriel (Esai Morales), um antagonista humano que deveria representar fisicamente esse perigo... mas falha. É, com folga, um dos vilões mais apagados e caricatos da série.

Outro grande problema do filme está em seu primeiro ato, que beira o caótico, tanto em narrativa quanto em montagem. São quase 40 minutos dominados por flashbacks — alguns em cima de outros —, a ponto de comprometer a fluidez da trama. A tentativa de recapitular os eventos anteriores, especialmente do sétimo filme, transforma esse início numa espécie de “manual” para quem não acompanhou a franquia, o que é um equívoco. Afinal, um encerramento dessa magnitude naturalmente deveria se dirigir aos fãs já familiarizados com os personagens e acontecimentos. A sensação é de um roteiro inseguro, que não confia na memória do público e recorre a artifícios preguiçosos para se situar. E essa escolha ainda pesa negativamente na duração do longa, que ultrapassa as duas horas e meia e poderia ser muito mais enxuto se tivesse mais confiança no espectador.

No entanto, apesar de um início arrastado e da fragilidade do vilão, o filme reencontra seu fôlego nas sequências de ação — que, como de costume na franquia, são espetaculares. A cena do submarino, por exemplo, é extremamente bem executada, oferecendo uma tensão claustrofóbica rara mesmo em blockbusters. Já a sequência com os aviões, mesmo um pouco esticada demais, mantém o espectador preso pela veracidade do que está sendo exibido, especialmente por sabermos que Tom Cruise realmente realizou boa parte daquelas manobras. Essas cenas não apenas salvam o filme da mediocridade, como o elevam a um patamar digno dentro da própria franquia, que sempre foi reconhecida pela excelência técnica de suas cenas de ação.

Ainda assim, não há como ignorar o desgaste. A estrutura da narrativa segue o velho padrão: Ethan precisa encontrar um objeto, vai ao ponto A; surge outro obstáculo, segue para o ponto B. A trama avança como um jogo de tabuleiro, sem surpresas, e o fator “urgência” — tão essencial em filmes de espionagem — se dilui diante de uma ameaça mal explorada e de personagens que parecem repetir arquétipos já exaustivamente utilizados.

No fim, O Acerto Final não é um desastre. Está longe disso. É visualmente grandioso, tem momentos de tirar o fôlego e oferece uma despedida relativamente digna ao legado de Ethan Hunt. Mas também é um reflexo do esgotamento da fórmula. A sensação que fica é a de que já vimos o melhor que essa franquia tinha a oferecer — e talvez seja mesmo hora de parar. Ou, pelo menos, dar um longo descanso.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 442 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de maio de 2025
O filme entrega tudo o que se espera de um grand finale: uma produção grandiosa, cenas de ação intensas e um roteiro que amarra bem toda a trajetória da franquia. É impressionante como, mesmo após tantos filmes, Missão: Impossível ainda consegue surpreender com sequências de pura adrenalina que tiram o fôlego do espectador. Além disso, o longa é carregado de nostalgia, homenageando toda a jornada construída até aqui. Tom Cruise, mais uma vez, está impecável e entrega uma despedida épica e dramática, encerrando sua missão de forma digna e memorável. Um fechamento à altura de uma das franquias mais icônicas do cinema de ação.
Lino G.
Lino G.

9 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de maio de 2025
Além da estória mostrada de forma veloz (o inimigo agora é outro!), o filme é cheio de ação e faz menção a vários outros da série. Mesmo que não assistiu o anterior, vai entender perfeitamente este último. Procure uma sala com tela grande, pois vale a pena!
Vinicius Gonsales Dias
Vinicius Gonsales Dias

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de maio de 2025
Para quem acompanha desde o primeiro M:I de 1996 essa é mais umas das conclusões épicas para uma série, Tom Cruise sabe fazer cinema de ação como ninguém, e essa é sua segunda obra prima (a primeira é Top Gun: Maverick). A tensão sempre estava no ar, e as ligações com o primeiro Missão: Impossível foram a cereja no bolo. Foi um dos poucos filmes que fiz questão de estar na pré-estréia (Assisti ele no dia 17 de maio), e foi um dos tantos filmes que poderia rodar o filme mais uma vez que ainda assistiria todas as cenas tão empolgado quando a primeira vez. Um filme seis estrelas!
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