Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Victor Hugo Garcia
1 seguidor
82 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 29 de junho de 2025
Assisti a versão de 2h30 e não sei se algum dia verei a de 3h, porém o que vi nesse filme foi uma história pouco intrigante. O começo é até promissor, você fica curioso para saber o desfecho mas o desenrolar do filme é tão maçante que esse meu interesse foi embora na metade. Há muitas cenas onde os soldados estão atirando em ninguém, algo que me fez questionar a ideia principal do filme, já que é sobre guerra, porém as cenas de ação são bem mais ou menos... Ao chegar na parte final, eu fiquei me perguntando "por que estou vendo isso?", chegou no fim e veio um alívio. O que eu filtrei da moral da história, é que quando o homem é tratado como um Deus, ele se torna um ser além de sua natureza, alguém indomável e que nem ele mesmo sabe quais são suas certezas. Contudo, ainda é um enredo bem sem sentido pra mim, verei algumas resenhas para tentar compreender. No geral, é um filme que não é divertido de assistir mas você pode pegar algo de positivo nele, como a trilha sonora, alguns jogos de camera e talvez uma reflexão ou outra.
Filme muito fraco, tedioso e arrastado. Não é um filme de guerra, não tem ação, uma história sem pé nem cabeça, com 40 minutos de filme eu já queria desligar a tv.
Para mim, o melhor de Coppola. Com um inesquecível Marlon Brando, e muitos jovens que se firmariam astros. Antológica a sequência sob as Walquírias de Wagner e as imagens com o Napalm. A melhor reflexão sobre a insignificância da guerra.
marlon brando magnifico, já basta para um filme ser otimo mais todo enredo historia muito boa, robert duvall com excelente atuanção sufando som de cavalgada das valquirias antológico
Filme com boa trilha sonora, em certos momentos é visualmente bonito, algumas cenas de ação frenética com alguns personagens marcantes. Algumas cenas impactantes de violência, é um bom filme, o Final foi meio que óbvio na minha opinião, no Geral recomendo pra quem gosta de um Filme de guerra repleto de diálogos, é com uma história significativamente complexa.
Um grande produção! excelente trilha sonora e muito boa fotografia , mais creio que é um filme superestimado.., O roteiro é fraco , muito lento...romantizando a guerra , um tanto filosófico.., tem várias cenas desnecessárias ...também não gostei da atuação de Martin Sheen ., já vi vários filmes de guerra melhores que esse.
Filme que relata com meticulosidade a guerra do Viietnã, ,ou seja,, a própria guerra como ela é Marlon Brando personifica, com insanidade e frieza o seu personagem.
Apocalipse Now é uma obra-prima cinematográfica, dirigido por Francis Ford Copolla e com um elenco recheado de estrelas e de excelentes e marcantes atuações. Destaques para Martin Sheen, Robert Duvall e Marlon Brando. Sem dúvidas o maior filme de guerra (anti-guerra) já feito, tecnicamente revolucionário e com uma fotografia soberba. Literalmente uma viagem psicodélica e sombria com Napalm, sobre as selvas do Vietnã, Camboja e Laos, com cenas antológicas que marcaram a história cinematográfica, mostrando um ponto de vista sobre a guerra nunca antes explanando. Insano, chocante e célebre, com uma trilha sonora espetacular, que vai desde The Doors a Richard Wagner. Um filme para poucos.
É um obra impactante sobre a guerra do Vietnã (ou, na guerra). É e será uma das obras mais lembradas do Cinema de seu tempo, mas, acredito que, mesmo sem perder o brilho, a recepção positiva de futuros espectadores pode ser acompanhada de mais críticas do que foram à época de seu lançamento. Positivamente, a começar pelos efeitos sonoros, envolvendo o espectador numa imersão realista e estressante, somos recepcionados, nas primeiras cenas, pelo som violento de uma hélice e explosão ao fundo. O som do filme é o seu ponto alto. Quanto as interpretações, Martin Sheen, em total entrega, nos oferece um personagem profundo, com passado e futuro definidos (por mais que o futuro dele seja totalmente incerto, este fato o torna definido: à deriva, sem nada a perder). O objetivo é claro desde o começo, fato que, conforme a preferência do público, estabelece vínculo e foco no filme do começo ao fim, isto é, sei que a missão é acabar com Kurtz, sei que isso vai acontecer, mas, nessa atmosfera megalomaníaca, quero ver até o fim. Os bastidores são uma espécie de egrégora perturbadora: regada de eventos bizarros, dezenas de corpos encontrados, polícia, dívidas, infarto do protagonista (Martin), elegante pirracenta e orgulhosa teimosia de Brando e animais mortos, acarretaram na produção de cenas um tanto, sem noção. A partir dessa indução, acredito que os eventos dos bastidores plantaram em Coppola a semente da loucura, eis os pontos negativos. O filme é brilhante, mas carregado de cenas aparentemente fora de contextos e refletem as profundezes do delírio, exemplo, a Coelhas da Playboy e os soldados nos helicopteros, o encontro dos navegantes com uma pequena jangada, assustados e desferindo tiros em inocentes (esse cena poderia ser melhor montada, afinal, a intenção foi se sentir enganado), a morte de um búfalo (forçado). No contexto, nota 4,5/5.
Bela direção de Coppola, ótimas atuações, linda trilha e fotografia, um bom filme de guerra, clássico absoluto do gênero, uma pena ter um ritmo demasiadamente lento, mas bom filme.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade