Ambientado em 1984, o filme dirigido por David Sladeacompanha Stefan (Fionn Whitehead), um jovem programador que transforma um livro de romance interativo — cujo autor enlouqueceu após finalizá-lo — em um video game com a mesma proposta. Logo, o mundo real se mistura com o virtual e isso passa a criar uma certa confusão na vida do personagem.
com certeza uma experiência totalmente louca do mesmo jeito que a história fica sem sentido é muito legal você poder controlar a vida do personagem bem que acho difícil alguém assistir de não ter curiosidade de ver os outros finais eu por exemplo assisti várias opções ⭐⭐⭐
Com certeza o ponto alto do filme é a tecnologia utilizada. Somado isso a ambientação do filme para o ano de 1984 foi uma escolha acertadíssima. A trama, do início até a sua metade, é bastante promissora, mas com o passar das cenas e suas inúmeras repetições vai ficando cansativo, pois nos transmite a falsa impressão de livre arbítrio com nossas escolhas, que na verdade são pré-estabelecidas. Mesmo assim, a Netflix surpreende positivamente pela inovação e produção.
Podemos chamar Bandersnatch de inovador? Não sei, já vimos esse tipo de narrativa com liberdade de escolha antes... mas mesmo assim, esta se diferencia das outras pela impresibilidade que os roteiros de Black Mirror costumam ter. Dependendo de suas escolhas, você pode entrar em um terreno psicodélico, ou em um drama pesado, ou um momento trash e até formas diferentes de quebrar a quarta parede. A brincadeira é interessante e eu consegui enxergar uma mensagem por trás. É uma pena que de fato faltou profundidade ao roteiro.
A experiência das decisões do personagem é incrível, porém vai tornando cansativo as "idas e vindas" até atravessar todos os finais. A ambientação de anos 80 mantendo o tom sombrio dão todo clima característico da série Black Mirror
O filme é bom, surpreendendo muito o telespectador, entretanto, a falta de um bom final acaba estragando o filme. O sistema de escolhas faz do filme uma obra única, mas não perfeita.
A proposta do filme é interessante, nos faz refletir a respeito das nossas escolhas diárias. Apesar do livre arbítrio ser um direito humano, algumas situações cotidianas fazem com que as nossas ações sejam direcionadas; exemplificando: propagandas, influências da sociedade, ignorância, etc. A obra nos ensina de uma forma dinâmica a ideia de: “por mais que você tenha um sonho/ideia em mente a sociedade consegue te moldar” retornando ao ideal positivista de Durkhein.
A idéia do filme é super original por isso o "bom" .. a idéia de poder tomar as decisões do filme é exitante até que.. vc faz determinada escolha... o filme segue por alguns minutos.. nada acontece.. e aparece o botão voltar.. e sua única opção é voltar o filme até a escolha anterior.. e escolher a opção diferente da sua escolha original.. ou seja.. vc interage com o filme.. mas o filme só acontece de fato se vc escolher as opções "sugeridas" Simplificando... o filme tem início meio e fim.. e se vc não escolher a opção "certa" o filme vai voltar... Tá mais pra um "ih perdi uma vida.. vou ter que começar a fase de novo" rs.. A história do filme é fraca.. a única coisa que o deixa 3 estrelas é a interatividade
A ideia de múltiplas escolhas é fabulosa e até intrigante, porém aos poucos vai se tornando cansativo a medida que temos que voltar para alguma escolha "mal escolhida". Não sei se essa é a ideia (mas pareceu): "você também não escolhe, eu te faço escolher isso e aquilo" ou "você também não toma as decisões de fato". Acredito que a grande sacada do filme está nas reflexões filosóficas sobre a liberdade e o livre arbítrio, mesclando com referências ao filme Matrix e o próprio Mito da Caverna e, nesse ponto, não deixou a desejar! (Bem Black mirror) E claro, as atuações estão ótimas mesmo com a gama de "roteiros" que dá para experimentar. Estarei esperando pelos próximos!
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