A Assistente
Média
2,6
57 notas

14 Críticas do usuário

5
1 crítica
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Kamila A.
Kamila A.

7.918 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de janeiro de 2021
Enquanto eu assistia "A Assistente", filme dirigido e escrito por Kitty Green, me recordei de uma conversa que tive com uma amiga, recentemente, sobre o campo local de trabalho, na nossa área. No nosso diálogo, eu falei que, muitas vezes, em busca da primeira experiência, algumas pessoas aceitam se sujeitar a situações como baixos salários, jornadas de trabalho extenuantes e atribuições que são além das responsabilidades dos cargos para os quais se candidatou. Tudo na esperança das portas que irão se abrir, futuramente, por meio dessa experiência inicial.

Jane (Julia Garner, da série "Ozark", numa performance excelente), a protagonista de "O Assistente", está passando por uma situação desse tipo. Ela sonha em ser produtora de cinema. Por isso, aceitou a proposta de trabalho como assistente júnior de alguém que é uma figura importante do ramo. Ao longo do dia de trabalho dela, perceberemos que Julia se submete a uma série de situações complicadas: ela não recebe pelo seu trabalho; é a primeira a chegar e a última a sair; tem incumbências que vão além da sua função; tem como chefe alguém que pratica sistematicamente não só o assédio moral, como também o sexual; e tem como colegas pessoas que, apesar de passarem pelos mesmos abusos, não são empáticos o suficiente para enfrentarem tudo isso juntos.

Como se pode perceber, "A Assistente" é um filme que faz uma crítica a um regime de trabalho que submete os seus trabalhadores ao esgotamento - seja mental ou físico. O longa usa a figura do assistente pessoal de uma figura célebre para chamar a atenção a esse tipo de situação. Apesar de falar sobre um assunto importantíssimo, é evidente em "A Assistente" o tom apático da obra. A fotografia low key, com seus tons próximos ao preto, são um reflexo da sobriedade e da discrição - e por quê não também, da apatia - de Jane.

Está claro que a protagonista não sente alegria no seu local de trabalho e que ela não está feliz com o que faz. Por isso mesmo, "A Assistente" me incitou a uma reflexão: vale a pena se sujeitar a tudo por um sonho? Por uma oportunidade? Vale a pena sacrificar sua saúde mental e física em prol de algo que não te faz feliz? Vale a pena se esforçar tanto por algo que consome por completo a sua vida, ao ponto de você não conseguir ter tempo para si mesma, para o que gosta, para as pessoas que estão ao seu redor?
Lucas Barboza
Lucas Barboza

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 24 de janeiro de 2021
Ruim de mais!!! Mais um filme que só ganha rótulo de "bom" por conta da onda MeToo. Claro que dá pra entender a referência óbvia de assédio moral e sexual estilo Harvey Weinstein que o filme ("denuncia?"). Mas esperava uma protagonista forte, decidida. Mas sinceramente, parece que retiraram o cérebro dela antes do filme começar, é uma verdadeira "mosca morta" que passa 90% do filme olhando para o nada com cara de quem vai chorar. Não tem desenvoltura nenhuma para o cargo que ocupa. Nem dá pra sentir pena pois é adulta o suficiente pra entender que precisa buscar uma ajuda psicológica, isso sim. Não interage, não fala, não pensa, não articula, não.. nada. O filme é angustiante só nisso, pela falta de "vida" na protagonista. Dizem que os valentões alimentam sua coragem com a covardia dos fracos. E é só o que esse filme mostra no final das contas.
Cesar Q.
Cesar Q.

3 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de janeiro de 2021
Uma obra -prima tão perfeita, que avaliação negativa sobre este filme releva muito mais sobre a mediocridade do pseudo crítico do que do filme.
Luana O.
Luana O.

757 seguidores 557 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2021
Só comecei a assistir esse filme, pq vi a foto da Júlia Garner na capa, e me decepcionei. Não pela atuação de Garner, que está ótima no papel, mas o filme é chato e lento  Entendo que trás uma reflexão sobre opressão, machismo, misoginia no mundo do show business, mas foi tao fundo que gerou melancolia, só por assitir.
Karime K.
Karime K.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2021
Os silêncios dela falam mais que qualquer diálogo do filme. Me senti sufocada por cada palavra não dita.
Nelson J
Nelson J

50.824 seguidores 1.940 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de maio de 2020
Filme sobre o dia-a-dia de uma jovem assistente em uma empresa de cinema que mistura o trabalho duro com o machismo.
Diogorib
Diogorib

3 seguidores 30 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de setembro de 2020
O filme é bem intimista. Retrata um dia comum de uma assistente. O destaque é a interpretação da Júlia Garner
Anderson
Anderson

19 seguidores 190 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de maio de 2024
Uma discussão sobre assédios morais e sexuais no ambiente de trabalho, sem mostrar uma única cena explícita do que acontece entre as paredes do escritório de um patrão abusivo. Do começo ao fim o filme se atém à rotina de trabalho de Jane, cujas expressões minimalistas são definitivas, uma aspirante a produtora de cinema. Claustrofóbico como um elevador, incomoda apenas insinuando as situações. Ao se queixar ao responsável, Jane é tranquilizada com uma frase que resume o que pensam a respeito os demais personagens: "Não fique temerosa: você não faz o tipo dele". Obrigatório.
Thiago F.
Thiago F.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de outubro de 2022
O filme consegue transmitir a apatia, a angústia e a insensibilidade das palavras não ditas. O código silencioso está, solitariamente, em tudo.
Nick Dwtyay
Nick Dwtyay

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de setembro de 2021
Queria ter tempo para fala sobre filme, foi difícil ver cada momento e situação que ela retrata dentro do filme. Bom, não aqui não é Liga Da Justiça Snyder Cut, mixado de 4 horas com entediante historia de quadrinho absorta e com 95% de computação gráficas e que quando vc acha que é o fim, você tem que espera para o próximo lançamento. Voltando para o filme onde eu estava, vejamos... Ela foi prensada em sistema já existente na nossa sociedade e nos mostra que existe um esquema, um lado obscuro, uma lacuna no meio do cinema, uma coisa por trás de todos os prêmios e aplausos e fogos de artifícios. Eu comecei a compreender todo o filme pela blusa dela ela como os colegas de trabalho, foi momento critico quando ela volto do "registro" e gestos e todos os objetivos de uma expectativas, ela se ver ]em um situação periclitante e hostis, onde ela na pode conta com ninguém. Cara, se você não fica revoltado no final do filme, e bom você ir pescar ou pegar onda no mar desista de assisti filme.

Filme com uma personagem de destaque do gênero feminino.

Filme com poucas interação de elenco de historia única de falar tripla máximo.

Filme para gera critica e revolta em um único e exclusivo publico.

Eu do nota 4 em uma 0 a 8, não pode ser vinculada em horários nobres na TV, com pouca divulgação em grandes plataformas de streams em meios publicitário.

E sem isso não pode ganha ou ser indicado a grandes prêmios internacionais. Na minha humilde opinião esse filme merecia ganha sim alguns prêmios.

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