Leo (Javier Bardem) e Molly (Elle Fanning) têm um relacionamento conflituoso. Molly vive os desafios de lidar com o estado mental caótico de seu pai, mas, à medida que avança pela cidade de Nova York, seu dia assume uma qualidade alucinatória e épica. A jovem descobre que a mente de Leo está fluindo continuamente dentro e fora de várias vidas paralelas.
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2,5
Regular
The Roads Not Taken
Afetuosidade desorientada
por Barbara Demerov
Esta história centrada em um pai e sua filha nunca sabe ao certo o que quer realmente ser. Se por um lado temos Leo (Javier Bardem), um homem que vive em seu próprio mundo paralelo, e Molly (Elle Fanning), uma jovem que tenta cuidar do pai debilitado da melhor forma que pode, do outro temos dois personagens com questões tão adversas que é impossível não sentir tal desordem na estrutura. O filme oscila entre a doença em si e a pressão interna de Molly de uma forma nada inventiva, que não traz empatia com o que está sendo contado.Até porque, em The Roads Not Taken, a doença de Leo nunca é explicada (não sabemos desde quando está nesta situação, o que houve com seu casamento e qual era a real aproximação com a filha antes de tudo...) e o drama de Molly não nos toca a fundo. Em um dia em Nova York, a filha vai buscar o pai para levá-lo ao dentista e ao oftalmologista, enquanto lida por telef
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Bardem entrou numa gelada. Filme extremamente cato e sem nexo sobre homem com algum grau de demência que recorda ou vive fatos ou realidades paralelas. Não é longo mas dura uma eternidade. Fui até o fim, mas sem sei porque. Talvez por não acreditar que era isso mesmo,
Quando se escolhe assistir um filme que tenha Javier Bardem como protagonista, deve-se saber que tem pela frente um filme complexo e repleto de nuances que nos levam a reflexão. Este filme em si, trata de uma dualidade entre doença mental e o cuidador. Pai e filha, caos internos e amor.
Tento ver a simplicidade da mensagem de um filme. E nesse entendemos que culpa, frustrações, ressentimentos e caminhos não tomados podem levar alguém a loucura. Viver é mesmo arriscar, inclusive a própria sanidade com decisões tomadas ou não tomadas. O sentimento amedrontador é que estamos sempre a um passo da loucura, bastando apenas um desvio de rota. Filme espetacular, atuação primorosa de Javier.
Festival
Selecionado no Festival de Berlim, em 2020, na Mostra Competitiva.
Nacionalidades
Reino Unido,
EUA
Distribuidor
Diamond Films
Ano de produção
2020
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-