Uma combinação de raras imagens de arquivo, noticiários, fotografias e memórias pessoais da diretora siciliana Kim Longinotto revelam o lado sombrio da Máfia italiana. Ao registrar as mortes brutais encomendadas pela Cosa Nostra através de fotografias e outros trabalhos artísticos, Longinotto construiu um arsenal de testemunhos que ajudaram as investigações policiais a por fim ao reinado da matança na Sicília.
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3,5
Bom
Fotografando a Máfia
O sucesso cansa
por Sarah Lyra
Letizia Battaglia é um daqueles personagens que parecem fruto de uma obra de ficção, tamanha é sua força e coragem diante de um cenário absurdo, que, em um mundo ideal, só poderia ser inventado. É difícil imaginar como ela, no auge da Cosa Nostra, nos anos 1970, conseguiu não só expor em imagens os crimes da máfia, mas também se manter viva para contar a história completa. Para entender Battaglia, deve-se partir da premissa de que trata-se de um ser diferenciado, no sentido de possuir uma lógica transgressora que vai muito além das normas e costumes impostos pela sociedade. Em Fotografando a Máfia, de Kim Longinotto, temos acesso à mente inquieta, criativa e filosófica de uma artista que jamais consegue enxergar o mundo sob a ótica do conformismo.Mesmo agora, com 84 anos, Battaglia ainda sofre com os horrores daquela época, o que fica evidente apenas nas entrelinhas de algumas de suas fa
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1:58
Sundance Film Festival
Selecionado para a mostra de documentários do Sundance Film Festival de 2019.
Nacionalidades
Irlanda,
EUA
Distribuidor
-
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido e Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-