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    Espero tua (Re)volta
    Média
    3,3
    17 notas
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    5 Críticas do usuário

    5
    3 críticas
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    1 crítica
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    1 crítica
    Breno V.
    Breno V.

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    5,0
    Enviada em 14 de novembro de 2022
    Documentário excepcional, retrata fielmente a luta estudantil por melhores condições de ensino. Aliás, não por melhores, mas, pela “não piora”. De outro lado, como a sociedade e o estado se (des)comporta.

    Não espere técnica apurada, produção de qualidade. É uma produção nua, crua, explícita.
    Célia Ribeiro
    Célia Ribeiro

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    5,0
    Enviada em 13 de fevereiro de 2019
    Assisti ontem o impactante filme Espero tua (re)volta. A sensação que me ficou é de que ele nasce como um clássico deste período histórico conturbado em que vivemos.
    Espero tua revolta_Your turn dá corpo de carne e osso às manifestações estudantis, ao trazer à cena as marcas das desigualdades sociais e dos preconceitos vividos pelos estudantes que parem os protestos.
    Assistimos ao empoderamento das crianças, de 14, 15, 16 anos, administrando um cotidiano coletivo nas ocupações, definindo temáticas a serem debatidas e incorporando as reflexões sobre elas na vivência compartilhada.
    No desenrolar do filme somos envolvidos por uma São Paulo em guerra, intensa, onde os estudantes buscam abrir brechas por entre suas ruas, por entre a população, para suas vozes e seus corpos ecoarem ideais de igualdade, de oportunidades, de liberdade, de ensino de qualidade.
    Acompanhamos o embate subjetivo desta juventude sonhadora com a força bruta policial, com a concretude das prioridades do orçamento público, tirando verba da merenda escolar e investindo em bombas, tornando irrespirável o ar, gerando ansiedade e medo.
    Os acontecimentos são narrados em diálogo por 3 estudantes envolvidos nas ocupações, com visões diferentes sobre o movimento estudantil e sua condução política, permitindo ao expectador mais este viés de abertura para olhar a história em movimento exposta na tela.
    É um filme que nos acompanha quando a projeção termina. Saí com o olhar no horizonte incerto de nosso país, com os protagonistas acolhidos afetivamente, e a certeza de que é com o corpo construído socialmente e atuante no coletivo, que podemos remodelá-lo e à sociedade.
    Parabéns Eliza Capai e equipe do filme!
    Erlon P
    Erlon P

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    4,0
    Enviada em 18 de agosto de 2019
    Assistir ao filme "Espero tua (Re)volta", da diretora Elisa Capai, provoca sensações e pensamentos diversos. De um lado, a admiração por jovens impetuosos, decididos e corajosos que lutaram por um ensino público de qualidade e por um país melhor. De outro, a pergunta sobre a apatia e a omissão perceptíveis em grande parte da população hoje, depois da vitória das milícias nas eleições e do início do desmanche das instituições e dos serviços e direitos sociais, em ritmo acelerado. De qualquer modo, o filme estimula a todos a tentar entender estes últimos quatro anos da História brasileira e avaliar como chegamos a este estágio surpreendente de incivilidade e de selvageria. Vale a pena ver!
    Ricardo Calliatti
    Ricardo Calliatti

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    0,5
    Enviada em 18 de fevereiro de 2019
    Tentativa medíocre de explicar a politização do movimento estudantil baseado no nós contra eles, divisão de classes, guerra entre gêneros e por aí a desgraça segue.

    Linguagem chula, argumentos vazios e gírias do século passado.

    Não recomendo nem de graça numa quarta-feira chuvosa.
    Gisella H
    Gisella H

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    5,0
    Enviada em 21 de agosto de 2019
    Ontem fui à estreia nacional do filme 'Espero Tua (Re) volta', da diretora Eliza Capai. Saí de lá energizada com a força desses corpos insurgentes que em 2015 ocuparam as escolas públicas de Ensino Médio e foram em massa para as ruas para protestar contra um projeto de reestruturação da educação, que obviamente era mais um grande desmonte da educação pública, já tão precarizada na republiqueta brasilis. Na plateia estavam xs jovens que em 2015 eram adolescentes. Eles vibravam com as cenas, uma sessão quente, nós fomos nos contagiando, a memória de luta se atualizando, algo tão necessário nesses tempos de reatividade, em que nem sempre é tão simples manter a saúde e a alegria. As ocupações foram verdadeiros laboratórios de auto gestão, vida em comum, construção de processos de aprendizagem bem menos careta do que os da vida escolar padrão. Poder debater na escola sobre feminismo, lutas anti racistas, estudar história, a ditadura militar, organizar-se por assembleias.... foi mesmo um grande caldeirão de transformação de subjetividade, de modos de vida. Acompanhamos a Marcela que foi transformando as marcas do racismo e assumindo sua ancestralidade, seu corpo negro, sua beleza. Vemos ali as experimentações no campo da sexualidade, da corporeidade. O filme conseguiu de fato trazer as múltiplas vozes e camadas que compuseram aquela experiência, fazendo as devidas pontes com a experiência das ocupações estudantis no Chile, com Junho de 2013 e também com as forças em jogo em nossa sociedade, a desigualdade social, o golpe, os homens brancos e héteros nos cargos de chefia do governo e seu habitual comportamento de porta, de cinismo e de governo para poucos, com abundância de violência e vida miserável para muitos. Com muita sensibilidade, em meio aos grandes protestos de rua, e essa efervescência das manifestações, o filme também conta que essa luta também produziu traumas, depressões, crises de ansiedade e pânico e que apesar de todos os aprendizados e conquistas, há ali uma batalha totalmente desproporcional com a truculência e perversidade da polícia militar. Quem puder assistir, assista. As sessões no MIS são gratuitas para estudantes de escola pública. E também é possível organizar exibições. Dá para ver mais informações na página. Parabéns Eliza e toda sua equipe, espero que o filme possa circular e polinizar muitos corações para insurgência:)
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