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pedro santos
1 seguidor
29 críticas
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4,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2025
O Brutalista é um filmaço, feito com direção impecável, design de produção incrível e uma fotografia de encher os olhos. Adrien Brody brilha em uma atuação digna de Oscar, e o filme entrega uma história densa e cheia de detalhes nas entrelinhas.No entanto, apesar de não ser longo, ele parece ser, já que em vários momentos prioriza a estética e a ambientação em vez de avançar a trama. Os diálogos são bons, mas às vezes escassos, o que pode deixar o ritmo um pouco maçante. Ainda assim, é um grande filme, feito visualmente impressionante e com uma história forte. É filme pra ganhar Oscar? Sim. Mas também é uma experiência poderosa e marcante.
Adrien Brody estrela com maestria que inclusive lhe rendeu seu segundo Oscar nesse filme que tem um dos inícios mais originais da história do cinema, com um roteiro muito bem inscrito e seu desenvolvimento é muito bom! Grande filme
O brutalista é um drama que foi dirigido por Brady Corbet que também participou do roteiro ao lado de Mona Fastvold. O filme recebeu 10 indicações ao Oscar de 2025: melhor filme, melhor direção, melhor atriz coadjuvante (Felicity Jones), melhor ator coadjuvante (Guy Pearce), melhor montagem, melhor direção de arte, melhor roteiro original, melhor fotografia, melhor trilha sonora e melhor ator (Adrien Brody), venceu as 3 últimas categorias mencionadas. Na trama, acompanhamos László (Adrien Brody), um arquiteto visionário que foge da Europa no pós Segunda Guerra para os EUA, enquanto deixa a sua esposa Erzspebet (Felicity Jones) no seu país de origem. László conhece um rico industrial Van Buren (Guy Pearce) que reconhece o talento do arquiteto e tem planos ambiciosos. A metáfora do brutalismo arquitetônico (uso de materiais sólidos como concretos, que desafiam delicadeza e expõe sua forma geométrica) cai perfeitamente na condição humana vivida pelo personagem principal do filme. O paradoxo de tentar se reconstruir em meio aos escombros históricos em meio a sua identidade dilacerada. O filme tem seus atos bem divididos, com o primeiro sendo a busca de László pelo sonho americano em meio a onda migratória para os EUA no pós guerra. O custo desse sonho é mostrado no segundo ato e o colapso no último. A atuação de Adrien Brody é algo único ao lado dos personagens coadjuvantes que foram importantes para trama. A narrativa é longa e bruta, trabalha com xenofobia, classismo, antissemitismo etc. Poderia ser mais enxuta, principalmente em seu segundo ato que o filme parece perder folego, além do primeiro que exagera demais na inserção de personagens. O filme acaba se tornando um padrão super previsível. O terceiro ato até tenta entregar uma violência que o protagonista sofre, mas não havia necessidade para aquilo, precisa mostrar mais violência diante de tantas sofridas com relação ao seu patrão? Para além disso, o filme ainda tem sua competência na montagem e uma linda fotografia.
O filme cativa e emociona, mas é muito longo! Por vezes, se deixa cair numa lentidão desnecessária. A história é muito boa e o conjunto de roteiro, trilha sonora e fotografia é o grande destaque.
Uma aula de arquitetura modernista brutal... apesar do tempo talvez 1 pouco longo e a película ser meio arrastada, conta bem a história desse gênio brutalista! Vale bem à pena! Ótima direção e atuações! Critkurtclass!
Espetacular. Conta a história de um arquiteto visionário que foge da Europa para os EUA e é contratado por um cara rico para construir uma casa para ele que seja única. Esse arquiteto passa a conviver com o contratante até se estabelecer enquanto espera que a sua família se junte a ele. Nesse meio tempo ele desenha alguns esboços para que tudo saia perfeito mas o contratante muitas vezes não concorda com ele causando alguns conflitos. É uma obra prima. O elenco é cheio de estrelas, as atuações são impecáveis, a trama é cheia de reviravoltas, a fotografia é linda, os figurinos são perfeitos levando em conta a época em que o filme se passa.
Na hasbará, os judeus de Hollywood ficam sendo bem bem diferentes dos judeus de Gaza. Os judeus dos filmes são tão bonzinhos, mas os de Gaza perpetram genocídio.
O sujeito que pensou o argumento é genial. Criou pedaço por pedaço de uma obra que se restará eterna. Não é um filme, mas um épico. A própria arquitetura ajuda. Para O Brutalista, nota 9
3hrs e meia de pura melancolia que te prende por que? Sinceramente esse feito do filme é inegável ele te prende por algum motivo para ver o fim da obra aliás que mer d@ de nome tem esse filme?! Brutalista?! A capa então, faiscas cigarro na boca... Tudo faz pensar em algo totalmente diferente ai vc assiste e o filme é sobre um arquiteto judeu sexualmente e socialmente estranho desde o início do filme e termina, bemm termina e só. Não recomendo mesmo
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