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Carlos Castro
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338 críticas
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2,5
Enviada em 31 de março de 2026
O que esses produtores têm na cabeça? O clássico do Spielberg já me traz um certo incômodo pelo excesso de lirismo em uma história tão pesada, mas ainda assim é um baita filme, Aqui, ao invés do lirismo, temos momento de extrema tensão como conversas sobre estupro e violência sendo entrecortadas por números musicais super energéticos. Totalmente fora de tom. Só dou essa nota porque os números musicais são bem feitos. De resto, uma viagem nonsense que desrespeita o peso da história.
A Cor Púrpura retorna aos cinemas em uma emocionante adaptação musical, trazendo a história de Celie, uma jovem negra que enfrenta abusos e violência, mas encontra força no amor, na amizade e na empatia. A nova adaptação musical de A Cor Púrpura, dirigida por Blitz Bazawule, traz frescor e emoção ao clássico de Alice Walker. Fantasia Barrino entrega uma performance comovente como Celie, enquanto Taraji P. Henson e Danielle Brooks brilham intensamente, transmitindo emoções que tocam o público de forma profunda. O roteiro de Marcus Gardley equilibra temas pesados como racismo e violência de gênero com a delicadeza do amor e da amizade. Os números musicais são um destaque, especialmente as interpretações de Halle Bailey e Phylicia Pearl, que elevam a experiência emocional.
Nunca vi o musical original, mas não sei se as músicas acrescentaram tanto à história, e a direção fez com que tudo parecesse menos envolvente do que o filme original. Spielberg obviamente não era uma boa escolha para essa história, mas o cara sabia como enquadrar uma cena interessante. Ótimas atuações aqui, pelo menos!
Uma película quase perfeita! Um musical maravilhoso que emociona do princípio ao fim... Grandes temas e ainda conta com a participação do John, um dos meus pianistas favorito, da atualidade...
Assim como o de 1985, é uma celebração à força da irmandade e à resiliência do espírito. Como esperava, a injustiça social, o racismo e a violência doméstica continuam sendo um soco no estômago, mas as atuações são perfeitas. As músicas são outro ponto positivo. E Celie? Você só quer abraçar essa personagem.
Eu já havia assistido o original, a alguns anos atrás. E quando assisti esse, precisei novamente assistir o original, apenas para confirmar que esse novo não é tão bom. Ele é um bom filme, porém ele não supera o primeiro. Algumas cenas marcantes do clássico, não foi bem feita nesse, um bom exemplo foi a questão da despedida e o reencontro das irmãs. Até a cena que Celie vai embora da casa do seu opressor, não é tão boa. Muitas cenas que eram para ser profundas, é meio inorgânica e não tem um peso emocional suficiente para provocar o mesmo, no meu caso, é a cena que as irmãs são separadas e também a cena do reencontro, que até hoje toda vez que revejo o primeiro filme, eu choro muito com essas duas cenas. Eu acho que o diretor focou um pouco mais na qualidade do filme e se esqueceu da história do filme.
Filme que tinha tudo pra ser um dos grandes do ano, mas decepciona pelo o roteiro meia boca e um musical sem alma e apenas as boas atuações! Será pouco lembrado com o tempo, coisa que o original sempre é lembrado muito bem!
Este filme é belíssimo. Supera vários "cinco estrelas" que eu assisti. Na falta de uma sexta esrela, eu o classificaria como CINCO ESTRELAS COM LOUVOR. Nada a melhorar, tudo é perfeito. Os atores dão um show de interpretação, todos muito , muito bons. Não posso deixar de elogiar o trabalho do personagem Sofia. Para ver e rever. Nota. Para ver em um cinema com som dolby stereo.
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