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Sergio martins
1 crítica
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2,5
Enviada em 29 de dezembro de 2024
Sinceramente esperava muito mais do filme, se falar que não gostei tbm estou mentindo mas o filme é regular, nada empolgante simplesmente un filme simples. Nada além disso. Algumas cenas bizarras tais como o coliseu cheio d'água com tubarões com dois barcos grandes navegando (sem profundidade diga-se de passagem) não tem como não se decepcionar pois a expectativa era de algo muito melhor
Gladiador é quem consegue assistir até o fim,parece feito por amadores, tanto as falas e efeito especias das batalhas chega ser cômico... infelizmente mais uma continuação que não deu certo...
Após 24 anos, sai do papel o projeto para Gladiador 2. A direção segue na mão de Ridley Scott e roteiro de David Scarpa e Peter Craig. O longa teve duas missões: explorar o lado comercial da franquia e manter a excepcional qualidade do primeiro filme. Dito isso, a trama se passa 16 anos após os eventos do primeiro filme e acompanha a vida de Lucius (Paul Mescal) que estava fazendo sua vida no anonimato (inclusive usando nome não romano) e se vê perdendo esposa e amigos num conflito contra as tropas romanas. Aprisionado é feito de gladiador numa Roma turbulenta agora governado pelos irmãos Caracala (Fred Hechinger). A problemática do filme é a ascensão da ganância e de poder dos imperadores diante do senado romano e sua mãe, Lucilla (Connie Nielsen) procura reviver o antigo sonho de seu pai, Marcos Aurélio. As premissas do filme são boas, e a escolha de não perder tempo no primeiro ato para explicar com detalhes a situação política de Roma é acertada. Porém, o filme tropeça em mudanças de focos narrativos, enquanto o filme gasta bons minutos de tela para fazer Lucius um grande gladiador, desenvolvendo bem os personagens, perde-se tempo de tela fora da arena e acaba desperdiçando a ação que se esperava do filme, O que salva é que boa parte dessas intrigas fora da arena é protagonizado pelo vilão Macrinus (Denzel Washington) que consegue sustentar a narrativa. Outro ponto são as cenas de flashback com imagem do primeiro filme que não se conectam nesse. No geral, é um bom filme, mas que fica a sombra do primeiro e deixa uma sensação que poderia ser um pouco melhor diante do orçamento e tempo que tiveram para desenvolver essa obra.m
O filme é legal. Mas, não chega aos pés do primeiro, que é um verdadeiro clássico. O que mais me frustrou foi perceber que passaram 24 anos e não conseguiram fazer um filme mais emocionante. Apesar de tudo, o que mais me chamou atenção de forma positiva neste novo filme foi a atuação de Denzel Washington. Ele reafirma sua maestria em atuar. Impecável!
O retorno ao universo de "Gladiador" era aguardado com grande expectativa, e "Gladiador 2" não decepciona ao entregar uma produção grandiosa, mas carece da profundidade emocional que consagrou o primeiro filme. Apesar de suas impressionantes sequências de ação e a impecável direção de arte, o roteiro se apoia excessivamente em referências ao original, sem trazer inovações narrativas significativas.
O elenco, liderado por performances competentes, não alcança o mesmo impacto visceral da obra de 2000. Ainda assim, a trilha sonora e a cinematografia oferecem momentos de genuína inspiração, reforçando o legado visual da franquia. Embora não alcance o status de clássico, "Gladiador 2" se consolida como um espetáculo digno de ser visto, ainda que não com a mesma glória de seu predecessor.
Visual impressiona, mas roteiro e inovação decepcionam frente ao original. Gladiador 2 (2024), dirigido por Ridley Scott, busca expandir o universo do original, centrando-se em Lucius (Paul Mescal) no contexto do turbulento reinado de Caracala e Geta. A trama combina poder, sacrifício e batalhas grandiosas, mas sofre com mudanças de foco e exageros narrativos, como uma cena de tubarões no Coliseu.
Embora a escala seja admirável, momentos como as lutas e a fotografia destacam-se mais que o roteiro, que recicla elementos do primeiro filme. Denzel Washington, como Macrinus, é o ponto alto, trazendo intensidade ao drama político. No entanto, a obra depende da nostalgia e entrega um épico visualmente impactante, mas irregular, que não alcança o legado de seu antecessor.
Filme muito bom, seguiu bem o filme original. Admito que no inicio eu tomei um susto " po vão repetir toda a história? " era o que passava na minha mente, início com uma batalha extraordinária, depois o herói é escravizado, depois vira gladiador, vira amigo de um homem negro... tudo isso tem nos dois longas e eu em um momento fiquei crédulo, mas, as cópias do original se encerram por ai pois já de inicio spoiler: o negão morre pra um babuíno feio de CGI . Mas o mal desse filme foi puxar várias tramas e não se aprofundar em nenhuma, tem a trama da traição contra os imperadores gêmeos, tem a trama do Denzel se arrastando como uma cobra pra subir no poder, tem a trama da vingança do Lucius contra seu algoz Acarius, ai vem as subtramas que ligam os pontos das tramas maiores, a mãe Lucile descobre que tem seu filho na arena, os irmãos são jogados um contra o outro pelo Denzel, o Acarius tenta dar o golpe mas sofre uma emboscada pois uma servente fofocou pro trono (eu acho), é tanto trama e subtrama que você se perde. No primeiro filme existem cenas que mostra o Maximus agindo e ganhando o respeito dos outros escravos, aqui é só um discurso barato numa batalha de barcos em uma arena antes deserta do coliseu com TUBARÕES nadando (aqui eu foi um motivo da redução da nota, foi muito pro extraordinario ao invés de uma batalha feijão com arroz contra um tigre real por exemplo como no primeiro filme) e depois disso todo mundo já escolhe Lucius pra ser o lider. Mas o filme é incrível, tirando os babuinos e os tubarões, o filme mostra que existem duas maneiras de assumir o topo do poder seja por força bruta (Lucius,Maximus) seja por oratória (Denzel), um belo filme vale a pena ser visto.
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