Mamonas Assassinas - O Filme
Média
2,6
290 notas

100 Críticas do usuário

5
19 críticas
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12 críticas
3
11 críticas
2
6 críticas
1
21 críticas
0
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Aline C.
Aline C.

8 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 31 de dezembro de 2023
Sinceramente eu acho que o orçamento desse filme foi feito com um salário mínimo. Cenas desconexas, cortes de cenas bruscos , algumas atuações bem medianas e por aí vai. O filme não lembra em nada um ambiente dos anos 90 Nada! Sinceramente pelo história da banda merecia muito mais.
Miguel A.
Miguel A.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de janeiro de 2024
Filme ruim, raso, orçamento pareceu que foi baixo, uma bagunça no roteiro. Parecem que fizeram uma colagem mal feita de várias partes, não consegui emocionar o telespectador, não prendi a atenção, atores ruins. Uma pena contar a história de uma banda que foi tão marcante pro Brasil dessa forma.
Atom Heart Mother
Atom Heart Mother

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de dezembro de 2023
Um dos piores filmes que eu já assisti.
Gente, o que é que fizeram com a imagem dos Mamonas? Atores ruins, roteiro totalmente desconexo, edição deixou muito a desejar e direção completamente atrapalhada. Entrei com a esperança de me emocionar e de relembrar daquela banda que tanto fez a alegria da galera, mas sai revoltado. Não dá para acreditar que eles conseguiram fazer um filme tão ruim sobre uma das melhores bandas do Brasil. Honestamente? O sentimento é de revolta. Faltou entrosamento, faltou o mínimo de conexão com os personagens reais da história. Os caras não eram nem de longe o que foi retratado ali. Péssimo filme. Para nunca assistir novamente.
Juliana Martins Rocha
Juliana Martins Rocha

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 31 de dezembro de 2023
Filme ruim, muito mal produzido e com atores fracos demais. Deixou a desejar na emoção e no resgate de vídeos dos reais Mamonas Assassinas. Decepcionada.
Leandro Baroli
Leandro Baroli

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2024
Fui para me emocionar, saí perturbado... O filme não faz juz ao que foi Mamonas, filme sem objetivo, cenas ruins e desconexas, mostraram mais ceninhas de relacionamento completamente clichê e fora de contexto, gostaria de ter visto algo como foi o filme do chacrinha ou o do Bozo (Bingo o rei das manhãs). O filme foi uma mistura de novela de "tiktokers" com novela da Record.
Para quem não viveu a época, não considere esse filme e assista a os documentários, são muito melhores.
Geser Moura
Geser Moura

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de janeiro de 2024
O filme, parece que foi recortado, tem pouco da história que não sabemos, tudo muito resolvido de forma magica (criação das musicas, nome da banda, etc) chega a ser bobo, cenas desnecessárias, tipo a namora da Samuel dando em cima do Sergio, a mulher do produtor ficando de biquíni em cenas aleatórias, não agregou em nada pra história, uma coisa forçada, e o filme não entrega o que foi os Mamonas de verdade, sai do cinema com a sensação que não honraram o legado que eles criaram, os atores são muito bons, se esforçam, porém fica claro a falta de roteiro e direção, parece um filme feito por cenas de tik tok, depois de esperar tantos anos por um filme deles, foi triste o que nos entregaram, apresentaram ao sobre Dinho, Sergio, e a namora do Samuel os demais membros foram ignorados no filme, foi triste.
Monisa Zocateli
Monisa Zocateli

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de janeiro de 2024
Desde que anunciaram os atores percebi que não seria um filme emocionante do qual todos os fãs esperavam. Roteiro péssimo, atores ruins, mais falou sobre o romance de cada um do que sobre a banda em si. Sai com a sensação que não tinha visto um filme sobre os mamonas, penas um filme com as músicas deles.
anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2025
"Mamonas Assassinas: O Filme" (2023), dirigido por Edson Spinello e roteirizado por Carlos Lombardi, apresenta um olhar sobre a vida e a carreira meteórica dos Mamonas Assassinas, uma das bandas mais irreverentes e populares da história do rock brasileiro. Ao retratar a trajetória do grupo, desde sua formação em Guarulhos até a trágica morte de seus integrantes em 1996, o filme se propõe a celebrar a energia e a irreverência que definiram a banda. No entanto, a obra se depara com desafios narrativos e estéticos que impedem uma plena imersão no universo dos Mamonas Assassinas, resultando em uma experiência que, embora cheia de boas intenções, acaba por decepcionar a crítica e o público em diversos aspectos.

O filme faz um esforço considerável em capturar a essência do grupo, especialmente no que diz respeito à irreverência e à atitude desafiadora que marcaram sua carreira. No entanto, a narrativa padece de uma estrutura excessivamente apressada e fragmentada, que não permite o desenvolvimento adequado dos personagens e dos eventos. A história avança rapidamente, sem dar tempo para que os espectadores se conectem de maneira profunda com os integrantes da banda. Esse ritmo acelerado prejudica a construção emocional da trama, com os acontecimentos sendo tratados de maneira superficial e sem as devidas reflexões sobre o impacto de cada etapa na vida dos músicos.

Apesar de seus méritos, como a recriação da estética visual da época e a tentativa de resgatar a atmosfera do Brasil da década de 1990, o filme falha em dar profundidade às relações entre os membros da banda. O roteiro se concentra principalmente em Dinho, o vocalista carismático, enquanto os outros membros da banda, como Bento e Júlio, são relegados a papéis secundários e pouco desenvolvidos. Embora haja algumas tentativas de explorar a dinâmica entre os integrantes, a falta de foco na verdadeira complexidade das relações interpessoais dentro do grupo faz com que o filme perca uma oportunidade de abordar com mais profundidade os desafios e as tensões que existiam por trás da fachada de irreverência e diversão.

O elenco, composto por Ruy Brissac (Dinho), Beto Hinoto (Bento), Robson Lima (Júlio), Adriano Tunes (Samuel) e Rener Freitas (Sérgio), é, em grande parte, o ponto alto da produção. A semelhança física dos atores com os reais membros da banda é impressionante, e as atuações conseguem transmitir a energia contagiante e a irreverência que tornaram os Mamonas Assassinas tão populares. Ruy Brissac, em particular, brilha como Dinho, capturando a essência do líder da banda e seu carisma natural. Contudo, apesar do esforço do elenco, as limitações do roteiro impedem que suas performances tenham um impacto duradouro. A falta de profundidade nas motivações dos personagens e o tratamento superficial de questões importantes, como o relacionamento com as mulheres e o consumo de drogas, deixam a narrativa rasa e muitas vezes desinteressante.

A direção de Spinello, embora competente em algumas áreas, também sofre com a falta de coesão e consistência. A montagem é um dos maiores problemas do filme, com cenas excessivamente picotadas e uma estrutura narrativa desarticulada. O ritmo irregular, que alterna entre momentos de grande energia e outros de tensão mal construída, contribui para uma atmosfera descompensada que dificulta a imersão do público na história. Além disso, a transição do formato de série para filme, que já havia sido anunciada, se reflete negativamente no produto final. O filme parece querer contar uma história longa e detalhada, mas as limitações de tempo e a necessidade de condensar a trama resultam em uma narrativa apressada e sem o devido cuidado com os detalhes.

Outro ponto negativo do filme é sua escolha de trilha sonora. Apesar de ser uma cinebiografia musical, a obra opta por utilizar faixas contemporâneas que não condizem com a atmosfera da década de 1990, prejudicando a autenticidade da produção. As músicas dos Mamonas Assassinas, que poderiam ter sido a grande força emocional da obra, são pouco exploradas, e as cenas de performance não conseguem capturar a energia dos shows que marcaram a banda. A música, um dos pilares da identidade do grupo, é tratada de maneira superficial, sem o devido destaque ou resgate do seu impacto cultural.

O filme também falha em explorar as questões mais sombrias e complicadas que marcaram a trajetória da banda, como a luta contra o sistema da indústria musical, o impacto da fama e a tragédia que encerrou sua história. A morte dos Mamonas Assassinas, embora retratada, é apenas um ponto final de um enredo que não consegue explorar adequadamente as consequências da vida e da morte desses jovens. A decisão de não centrar o filme em torno dessa tragédia é válida em certo sentido, pois evita o sensacionalismo, mas a forma como a narrativa aborda o fim do grupo não faz jus ao legado deixado por eles.

"Mamonas Assassinas: O Filme" é uma produção que busca capturar o espírito irreverente e a energia contagiante de um dos grupos mais icônicos do Brasil, mas não consegue entregar uma cinebiografia coerente e impactante. A falta de um roteiro mais estruturado, o tratamento superficial dos personagens e a direção inconsistente resultam em uma obra que, embora carinhosa em sua intenção, não faz jus à complexidade e ao legado dos Mamonas Assassinas. O filme é, portanto, uma oportunidade perdida de se fazer justiça a uma das bandas mais influentes da história da música brasileira.
leeh S.
leeh S.

6 seguidores 68 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2024
a banda é nota mil emocionou marcou época e entraram pra história em tão pouco tempo , mais o filme é uma vergonha , desconexo , fraco , e não passa emoção alguma para quem está assistindo além de atores fracos
Samir l
Samir l

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2024
Atuações caricatas demais , que deixam o filme com ar de besteirol americano. Enfim, péssimo até para os fãs mais fervorosos.
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