O Escândalo
Média
3,7
270 notas

30 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.034 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2020
Filme muito bom sobre assédio sexual em uma gigante da comunicação, mas o roteiro é chato e entediante. Nicole kidman parece muito diferente.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de janeiro de 2020
As funcionárias da Fox News denunciam a cultura de masculinidade tóxica da empresa de mídia norte-americana, levando à queda do magnata Roger Ailes.

Eu gostei muito já tinha ouvido falar do filme e principalmente da história e é nojento saber que existem pessoas desse tipo que ainda estão protegidas por trás do Manto do poder imagina o quanto ainda não deve existir e tantas outras mulheres que ficam caladas pelo medo de perder seu emprego uma história muito interessante que deveria ser compartilhada⭐⭐⭐
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de abril de 2020
O Escândalo é um bom filme, tem ótimas atuações e um baita elenco. Aborda um tema, forte, delicado, sujo, nojento e que, acredito eu, diversas mulheres infelizmente passam por isso. Só que, o roteiro parece não dar a devida importância ao tema em vários momentos, o que fica algo meio raso. Creio eu que deveríamos sentir raiva do tema apresentado no filme enquanto assistíamos, ao invés de acha-lo engraçadinho, somente uma cena no filme passa a devida sensação.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de janeiro de 2020
Putz, final do filme, e fiquei esperando mais. As atuações estao ótimas ( mesmo achando Nicole tão caricata) , o roteiro daria uma história tão brilhante e oportuna. Mas ficou tão raso, a figura de Trump como pano de fundo, perdeu se a oportunidade de ir mais a fundo na questão do assédio, do machismo, do abuso de poder, enfim. O filme é bom, foi bem dirigido, tem seus méritos, mas ficou na superfície de uma história tão importante.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2020
Um filme, baseado em fatos reais, que mostra fortemente como muitas mulheres ‍♀️são tratadas como objetos, onde não podem ter voz, além de mostrar o medo institucionalizado nas grandes empresas para todos aqueles que podem vir apoiá-las. Apesar do bom assunto, o drama acaba por focar demais em poucos assuntos e exagerando em alguns momentos樂. A boa narrativa inicial também agrada, assim como a atuação das principais personagens✌️. Nota 4 de 5 no Xinguê Movie Rating: ⭐⭐⭐⭐
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Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de setembro de 2020
Este é o cinema mergulhando em um pesadelo sombrio que o mundo real ainda está lutando para compreender totalmente.
Embora todas as atuações pareçam determinadas o filme carece de um impacto marcante que você espera dele.
Diego Jorge
Diego Jorge

13 seguidores 88 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de setembro de 2020
O filme é simplesmente sensacional! Com um elenco de peso e uma tríade de respeito (Charlize Theron, Margot Robbie e Nicole Kidman), o longa detalha de maneira espetacular o escândalo envolvendo os casos de abuso sexual na Fox News. Roteiro fiel, que prende a atenção, com atuação e figurinos impecáveis! Não deixa barato e critica não só a instituição e a indústria midiática, como também a sociedade machista como um todo! Vale muito a pena!
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2020
É interessante o fato de O Escândalo chegar aos nossos cinemas justamente agora. Em meio aos protestos contra o Oscar, pelas não indicações de obras dirigidas por mulheres, é curioso constatarmos que esse não é o caso deste longa, afinal, ele não é dirigido por uma mulher – enfim, seria um pouco de presunção da minha parte dizer que parte dos problemas deste filme de Jay Roach viriam pelo fato de não ter uma mulher sob seu comando – mas podemos supor que a visão feminina aqui realmente poderia ter feito alguma diferença – e diferença é uma palavra que O Escândalo pouco faz, mesmo sendo um filme corajoso em sua proposta, acaba sendo lamentavelmente comum e convencional em sua realização.

O drama, baseado em fatos reais, se passa em 2016, contando a polêmica história de Roger Ailes (Lithgow), ex-diretor da rede de noticias televisiva norte-americana, Fox News, que foi acusado de assedio sexual por várias de suas ancoras dos jornais – inicialmente por Gretchen Carlson (Kidman), que deseja que outras mulheres “despertem” e também denunciem o idoso diretor da emissora – algo que começa deixar a experiente Megyn Kelly (Theron) e a novata Kayla (Robbie) apreensivas – além da tirania do influente chefe, as três precisarão enfrentar o ambiente conservador tanto da empresa, quanto da sociedade norte-americana.

As intenções de Roach são boas para expor esse lastimável caso de abusos contra mulheres. Mas sua mão pesa pela maneira obvia e expositiva com que apresenta tudo – há um detalhismo de situações que soa cansativo muitas vezes – enquanto ele acerta em nos apresentar de um jeito até obvio como é a composição do prédio da Fox, para vermos onde ficam os andares de chefia e empregados, ele erra em insistir em inserir na tela legendas mostrando o nome de personagens que, em sua maioria, nem sequer aparecem por mais de 10 segundos – o que, evidentemente, conduz tudo para uma confusão narrativa.

Algo que se estende para o roteiro, que parece não saber situar bem o protagonismo do filme – tentando dividi-lo entre Gretchen e Megyn – algo que torna, mais uma vez, alguns momentos em confusões – sem falar de decisões estéticas enfadonhas – como querer movimentar a câmera o tempo todo, como se isso servisse para tornar ágil passagens com diálogos longos – e, convenhamos, muito repetitivos e sem inspiração – creio eu que a ideia de fidelidade a história real não foi bem transposta para as telas, soando didática demais.

Entretanto, Roach se sobressai ao dar uma atenção ao psicológico de suas personagens femininas – e admito que achei respeitoso o fato dele jamais mostrar as cenas de abuso – preferindo apenas descreve-las (usando, inclusive, depoimentos reais, em uma certa passagem), ou quando uma personagem desaba quando confessa o abuso que sofreu a outra – o diretor tem, evidentemente, uma sorte grande em contar com três atrizes estelares: representando o lado mais ingênuo e novato das repórteres, Margot Robbie faz sua Keyla com um olhar de quem está descobrindo novas coisas na vida, demonstrando uma ingenuidade que provem de sua criação religiosa e conservadora; já Nicole Kidman tem a oportunidade de expor as pressões de beleza impostas as mulheres, além da objetificação delas na tv – o fato de serem obrigadas a usarem vestidos curtos, para exibir as pernas durante os programas – além da frustração em se sentir trocada, simplesmente por estar envelhecendo – escancarando estes injustos requisitos para ser aceita na empresa; e temos Charlize Theron, como sempre, brilhando na sua composição de Megyn, uma mulher obstinada com o trabalho, inconformada por dentro com os casos de abuso, mas ainda precisando forçar uma lealdade à Roger – vivido pelo veterano John Lithgow, expressando bem o lado falso e paranoico do ex-chefão da Fox News.


Ainda sobre os coadjuvantes, também temos a boa participação de Alisson Janney como a advogada de Roger – algo que provoca uma estranha sensação, afinal, temos um homem acusado de assediar mulheres sendo defendido por uma mulher – creio que isso foi algo que Roach deixou no filme de forma proposital, tendo em vista que a advogada parece estar mais interessada em saber se o cliente está mentindo ou não – e ainda a personagem da eficiente Kate McKinnon, que tem um rápido romance com Keyla – e serve para mostrar a dificuldade de uma pessoa homossexual em conviver em um ambiente conservador e preconceituoso – inclusive, o filme tem sua parte politica, em demonstrar como a eleição de Donald Trump (e, com o uso de uma edição, ele acaba sendo um personagem aqui) ajudou a estimular um discurso de ódio contra minorias – algo que a própria Fox News também estimulou.

Apesar de ser atrapalhado por decisões estéticas e narrativas convencionais, consegue ainda passar a indignação de inúmeras mulheres humilhadas por homens nefastos, todos os dias no mundo. E o filme deixa bem claro que isto é algo que não acabou, infelizmente – afinal, enquanto homens sem escrúpulos como Roger Ailes forem apenas substituídos por outros homens sem escrúpulos – podem não ser assediadores, mas tentam justificar coisas assim – as lutas de mulheres como Gretchen, Megyn e Kayla ainda não estão longe de acabarem.
Danny Sincerona
Danny Sincerona

45 seguidores 193 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de dezembro de 2022
Um filme incrível baseado em fatos reais que revela os abusos sexuais dentro da Fox TV.
No começo a história parece um pouco confusa e demora um pouco para você pegar o ritmo da história. Confesso que até pensei em desistir de assistir,as quando fui entendendo eu não conseguia mais parar de ver e não via a hora de tudo a verdade vir a tona.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2020
Um dos casos mais importantes dos últimos anos foi esse envolvendo o Roger Ailes,um importante homem de negócios,que construiu um legado em campanhas políticas e seu enorme trabalho na gigante Fox News,mas por trás desse homem condecorado temos um monstro que aproveitava de seu poder político para assediar e abusar das jornalistas da Fox,o caso teve uma importância enorme já que com o escândalo exposto novas vítimas apareciam todos os dias para relatar seus casos,o que levou Roger a ter que sair da empresa.O caso foi muito importante para outros movimentos feministas como o #Me Too.Um caso importante como esse merecia um filme e veio,mas a impressão que fica é que poderia ser maior e melhor com um aprofundamento no caso,fico imaginando o Adam McKay escrevendo o filme com os diálogos quase que politicos o que seria mais detalhado e combinaria com o pano de fundo jornalístico.Aqui o roteiro aborda muita informação politica e questões internas da empresa,cria uma personagem fictícia para representar muitas mulheres que sofreram abusos,essa personagem é a da Margot Robbie que aqui tem momentos comoventes e a atuação dela é bem verdadeira,um dos pontos altos do filme.As personagens da Megyn Kelly e da Gretchen Carlson tem um potencial muito forte mas parecem não ser aproveitados,apesar disso elas são maiores no filme graças as ótimas atuações de Nicole Kidman e da irreconhecível Charlize Theron que recebeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz,ela tem uma personalidade forte mas sofre com as decisões do passado.Outro que está bem é John Lithgow que está bem sempre.A maquiagem e o penteado do filme é muito bom e também estão concorrendo em categorias do Oscar.O estilo de direção é parecido como uma reportagem,algo feito em The Office com muitos Zoons e planos fechados que focam na atrizes de maneira que enaltecem suas atuações.Bombshell funcionaria melhor se tivesse espírito feminino,talvez uma visão mais íntima teria ajudado no roteiro que até consegue ser impactante em certas denúncias,mas que parecem ainda assim um potencial desperdiçado que é encoberto pelas boas interpretações de seu trio Principal.
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