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Orson Welles dirige esse filme cultuado por décadas e décadas com uma história atrativa e interessante.
Noite de gala em concorrido baile na mansão dos Ambersons, aristocrática família que domina Indiannapolis. Eugene (Cotten), um dos convidados, dança a noite toda com sua ex-pretendente Isabel (Costello), que acabou preterindo-o por um mal-entendido, casando-se por conveniência com um homem apagado. De origem humilde, Eugene permaneceu longo tempo longe da cidade, voltando após vitoriosa ascensão social através de um novo invento: o automóvel. Na mesma festa a bela filha de Eugene, Lucy (Baxter) passa a enamorar-se do mimado filho de Isabel, George (Holt). Após a morte do esposo de Isabel, o desenvolvimento do namoro de ambos os casais ocorre de forma quase paralela, ainda que Eugene e Isabel sejam bastante discretos a ponto de George não desconfiar seriamente até ser alertado por Fanny (Moorehead), irmã de seu pai e solteirona que sempre ambicionara o coração de Eugene, de que as fofocas tomam conta da cidade.
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Soberba:
Um filme que mostra a ascenção, poder e queda de uma família da alta burguesia; procura ser reforçado no filme, que os bugueses fazem de tudo para ascender política, econômica e socialmente, procurando ganhar status social, mas por meio de atos e mecanismos sujos, mesquinhos e anti-éticos; o filme mostra também a questão das aparências e conveniências (máscaras e fachadas) das altas classes sociais, no caso, burguesas/capitalistas; o filme mostra muito bem o fato da família querer manter as aparências de família respeitada e importante, mas aquelas, junto com as máscaras vão caindo à medida que o filme vai progredindo e começa, entre os próprios membros da família, a ocorrerem brigas e discussões, o que leva a desunião e queda dessa família, antes respeitada, agora motivo de piadas. Orson Welles descortina o universo hipócrita das famílias burguesas, de forma magistral e contudente, com excelente roteiro e direção impecável! O elenco está primoroso também! Nota: 9.
Um filme que mostra a ascenção, poder e queda de uma família da alta burguesia; procura ser reforçado no filme, que os bugueses fazem de tudo para ascender política, econômica e socialmente, procurando ganhar status social, mas por meio de atos e mecanismos sujos, mesquinhos e anti-éticos; o filme mostra também a questão das aparências e conveniências (máscaras e fachadas) das altas classes sociais, no caso, burguesas/capitalistas; o filme mostra muito bem o fato da família querer manter as aparências de família respeitada e importante, mas aquelas, junto com as máscaras vão caindo à medida que o filme vai progredindo e começa, entre os próprios membros da família, a ocorrerem brigas e discussões, o que leva a desunião e queda dessa família, antes respeitada, agora motivo de piadas. Orson Welles descortina o universo hipócrita das famílias burguesas, de forma magistral e contudente, com excelente roteiro e direção impecável! O elenco está primoroso também! Nota: 9.
Os que apreciam filmes clássicos certamente vão gostar deste filme roteirizado e dirigido por Orson Welles. Os diálogos são bem construídos. Todo o elenco está afinado, mas Agnes Moorehead, no papel de Fanny, está em excelente desempenho e, apesar de indicada ao oscar no papel de atriz coadjuvante, não levou a estatueta para casa (na verdade, em quatro indicações ao oscar recebidas ao longo da carreira, jamais foi agraciada com o prêmio). Coisas do oscar ...
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