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Ravi Oliveira
27 seguidores
519 críticas
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3,5
Enviada em 10 de setembro de 2025
Sinopse: Stitch, um alienígena, chega ao planeta Terra após fugir de sua prisão e tenta se passar por um cachorro para se camuflar. As coisas mudam quando Lilo, uma travessa menina, o adota de um abrigo de animais. Juntos, eles aprendem os valores da amizade e família.
Crítica: O novo filme live-action de "Lilo & Stitch" apresenta uma proposta encantadora, trazendo de volta a história calorosa e cativante de Lilo e seu amigo alienígena Stitch, mas, como em qualquer adaptação, algumas escolhas narrativas e mudanças de personagens inevitavelmente alteram a dinâmica que os fãs tanto apreciaram.
Maia Kealoha brilha como Lilo Pelekai, capturando a essência da menina havaiana que é amorosa, espontânea e cheia de vida. Sua paixão pela cultura havaiana, especialmente sua habilidade com hula e amor pela natureza, é um ponto alto do filme, trazendo riqueza à representação vibrante do Havai. Ao seu lado, Sydney Elizebeth Agudong oferece uma interpretação sólida como Nani, a irmã de Lilo, e sua relação como tutora legal é bem explorada, embora alguns momentos de profundidade emocional pareçam um pouco apressados.
Um dos colaboradores mais notáveis deste projeto foi Chris Sanders, que reprisa sua voz como Stitch. Sua presença dá um toque nostálgico ao filme, pois ele é um dos criadores do personagem. O Stitch em live-action é fiel ao espírito irreverente do original, e o uso de efeitos especiais eficazes transforma o alienígena em uma figura carismática que facilmente conquista o público.
A trilha sonora é indiscutivelmente um dos pontos altos deste filme. As músicas, que mesclam elementos de tradição havaiana com influências modernas, criam uma atmosfera envolvente que complementa a narrative de forma elegante. Clássicos como "Hawaiian Roller Coaster Ride" ganham novas interpretações que certamente agradarão tanto aos novos espectadores quanto aos fãs de longa data.
No entanto, algumas mudanças nos personagens e a introdução de novos elementos na trama podem deixar os puristas um pouco intrigados. A forma como algumas relações são retratadas é diferente, e algumas nuances emocionais que foram tão bem exploradas no filme de 2002 parecem ter sido reduzidas ou simplificadas. Embora essas alterações não desmereçam a essência do filme, é compreensível que aqueles que cresceram com a versão original sintam falta de algumas das características que tornavam a história tão especial.
Apesar dessas mudanças, o filme mantém seu foco na temática do vínculo familiar e na aceitação das diferenças, o que é essencial para a mensagem central que ressoa com o público. É leve, divertido e traz à tona uma sensibilidade que certamente será apreciada por diversas faixas etárias, mesmo para aqueles que conhecem a história há mais tempo.
Em síntese, o live-action de "Lilo & Stitch" é uma homenagem interessante ao clássico de 2002. É um filme familiar com seu coração no lugar certo, e embora algumas mudanças possam não agradar a todos, a combinação de atuações sólidas, uma trilha sonora deliciosa e um visual caprichado fazem desta uma adaptação que vale a pena conferir. Se você é fã da animação original, vale a pena dar uma chance a esta nova versão, pois ela traz uma dose refrescante e divertida da história que todos amamos.
Não tenho como deixar de comparar esse filme com o o extra terrestre. Afinal ambos compartilham histórias desses seres que chegam na terra sem programação e são acolhidos por crianças. E nisso os governos tentam capturá-los. Partindo desse ponto existe um abismo em história, enredo e veracidade dos personagens. Mais ainda, o Stitch não tem carisma , é um animal selvagem e inconsequente..spoiler: só adquire características um pouco" humanas" no final.. ou seja.. tarde demais para uma história que se confunde entre ele ou a vida triste das irmãs, inclusive com mais um abandono que a Lilo por pouco sofreria. Enfim.. um filme cheios de clichês , com temas misturados, alguns muito adultos para uma criança de 3 , 4 , 5 anos compreender , para elas é só o stitch que importa, mas quem leva eles ao cinemas sem dúvida não tem a mesma opinião.
Toda a essência do que está por trás do filme “Lilo & Stitch”, dirigido por Dean Fleischer Camp, está no aprendizado do sentido do que, verdadeiramente, se constitui uma família.
Neste sentido, a história é centrada nas irmãs Lilo (Maia Kealoha) e Nani (Sydney Agugong), que estão se reerguendo após a perda dos pais. Como é costumeiro na cultura norte-americana, elas vêm sendo acompanhadas, nesse período de adaptação, por uma assistente social. A depender de como as coisas se desenrolem, pode ser que as irmãs sejam separadas e Lilo encaminhada a um lar adotivo.
Aqui, é importante um adendo para falarmos sobre essa personagem. Lilo é uma menina solitária, que tem dificuldade em fazer amigos. Ao encontrar o “cachorro” alienígena Stitch (dublado por Chris Sanders, na versão original), desenvolve com ele uma amizade honesta. Lilo se sente acolhida, amada e livre para ser ela mesma. E isso se reflete na forma como ela passa a se portar diante do mundo e dos obstáculos que ela enfrenta.
Assim, retornamos para a essência de “Lilo & Stitch” enquanto filme. Uma das suas frases memoráveis é aquela que diz: “Ohana significa família, e família significa que ninguém é deixado para trás”. Mais do que isso, o que Lilo e Nani aprendem é que o verdadeiro sentido de família é compreender que ela está fundada no apoio, no amor, na compreensão e no sacrifício.
Eu nunca gostei do desenho, mas dei uma chance ao filme. Para crianças e adultos é um filme com uma mensagem muito bonita sobre família que vale o ingresso.
o filme de Lilo & Stitch live action, achei bem fiel a animação na parte de visual, não ficou medonho o Jumba e o pickle, e o jeito dele se transformar em humanos foi genial, pensando já num jeito melhor de se disfarçarem. Nesse filme o Jumba ficou bom, continuando sendo o vilão. A assistente social, não parece que teve muita presença, mas ela meio que cuida e tenta a mostrar a Nani, que ela não aguenta tudo aquilo que ela vive, por ela ser uma adolescente, que perdeu os pais, e tendo que cuidar da sua irmã, a Lilo, e no final spoiler: consegue ir para uma universidade de biologia marinha, e podendo visitar Lilo, através do portal foi um ótimo final. Nota 10
Lilo & Stitch (2025) é a prova viva de que sim, é possível fazer um live-action decente quando se tem respeito pela obra original. Um filme que mostra que, se a Disney quiser, dá pra fazer direito. E já vou mandar a real aqui: depois do desastre anunciado que é aquele live-action da Branca de Neve, com a protagonista mais interessada em lacrar do que em contar uma história infantil, ver Lilo & Stitch foi tipo um abraço quentinho de “ohana”.
Apesar de algumas mudanças pequenas, como a ausência do Gantu (o brutamontes alienígena da versão original), o filme acerta em cheio no que realmente importa: a essência da história. A alma do filme está ali. A mensagem sobre família, perda, amor, cuidado, e resiliência continua forte e emocionando. E o melhor: sem precisar desconstruir ninguém nem forçar modernidade vazia.
A atriz mirim Maia Kealoha, que interpreta a Lilo, entrega demais. Uma fofura sem igual, com carisma e expressão no ponto certo. A guria carrega a doçura e o caos da personagem com uma naturalidade absurda. Já a atriz Sydney Agudong, que vive a Nani... meu amigo... além de atuar super bem, é linda de doer, viu? Uma paixão instantânea, papai. Entrega emoção, preocupação, responsabilidade... tudo que a personagem exige. Uma Nani perfeita.
O filme como um todo é emocionante e divertido, com um equilíbrio ótimo entre cenas leves e momentos mais sérios. As dificuldades que Lilo e Nani enfrentam, a sensação de que a qualquer momento tudo pode desmoronar, e o Stitch entrando como um raio caótico que muda tudo — tudo isso foi muito bem mantido. As crianças vão amar, e os adultos que cresceram com o original vão sair com o olho marejado. E isso não é só nostalgia — é competência mesmo.
Conclusão: Lilo & Stitch (2025) respeita o público, respeita o material original, e mostra que live-action bom não precisa apagar o passado — só precisa entender o que fez aquele passado especial. É um filme feito com carinho, com boas atuações, um Stitch que funciona no visual, e uma Lilo que conquista desde a primeira cena. E sim… a Nani… é maravilhosa. Sydney Agudong, parabéns por tudo, mas principalmente por ser linda demais. Acho que estou apaixonado.
Sobre a escolha da atriz que interpretou a Lilo, nisso eles foram perfeitos, ela nasceu pra ser a Lilo , o CGI do Stitch e do restante dos personagens poderia ter sido bem melhor né (pois estamos falando da Disney), já todo o resto do filme é muito ruim,spoiler: tiraram personagens e incluíram outros que não tem relevância nenhuma e mudaram muito o contexto da história que conhecemos da animação, mas pra quem gostou tá tudo bem, minha filha assistiu o filme em animação e amou, está assistindo a série animada e hoje assistiu o live action e não se agradou muito
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