Média
2,5
31 notas
5
8 críticas
4
0 crítica
3
0 crítica
2
1 crítica
1
5 críticas
0
2 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
A maior descrição da descoberta sexual de uma mulher lésbica!!!
Quando é assistido a primeira vez eu odiei quando terminou o filme eu falei eu tenho que olhar novamente eu entendi que era por analogia e é fantástico
Quando é assistido a primeira vez eu odiei quando terminou o filme eu falei eu tenho que olhar novamente eu entendi que era por analogia e é fantástico
Filme desaparecido dos meios, assim como a entrevista de Olga Borelli , aonde ela falava de como era ser casada com Clarice Lispector? Enfim, mas e aí? E o livro?
spoiler:
Mais alguém já entendeu que a barata é a parte íntima de uma fêmea?
Ou é tão difícil assim? Perceber que se retrata? A primeira vez que uma mulher se joga na vida de outra mulher, literalmente?
Ou é tão difícil assim? Perceber que se retrata? A primeira vez que uma mulher se joga na vida de outra mulher, literalmente?
O monólogo dela é tão maravilhoso que ela consegue fazer a epifania lésbica se tornar algo tão sutil e existencialista! Claro que houve um erro de narrativa do diretor porque em dado momento ele coloca um homem exatamente quando ela está falando exatamente de estar tendo uma descoberta lésbica Que ela descreve como Ter conhecido o Império
Um equívoco do início ao fim!! Luiz Fernando Carvalho, diretor da obra-prima Lavoura Arcaica, aqui erra a mão feio...Teatro filmado de forma afetada, pretensiosa, esnobe e arrogante, que de cinema não tem nada, A Paixão Segundo . dá um sono tremendo, o que é uma pena. O pior é que, e disso eu tenho certeza, o filme, de tão chato, espantará interessados em ler o livro de Clarice Lispector em que foi baseado, leitores estes que fugirão do livro como o diabo da cruz depois de assisti-lo.
A Paixão Segundo G. H., que foi considerada por muitos uma obra "infilmável", torna-se uma revelação nas mãos do diretor Luiz Fernando Carvalho e da atriz Maria Fernanda Cândido. É uma obra-prima na qual imagens e música se entrelaçam com o texto de forma tão orgânica que percebemos que nasceram da mesma fonte: da Arte que brota das profundezas da alma. Uma obra maravilhosa, poderosa, forte, delicada e sensível, com a estética impecável de Luiz Fernando Carvalho.
E um filme que tem duas opções, ser adorado ou detestado e não é para os fracos e fracas... É cinema de verdade e não diversão da Marvel ou da Disney para assistir comendo pipoca. Assisti filme no festival de cinema de Madri em 15 de junho de 2024 e ao final teve um ótimo debate com o diretor e a atriz principal. Gostei muito do filme, do uso das imagens e da trilha sonora para criar tensão, nojo, empatia, envolvimento com o texto. E a excelente interpretação. O filme também destaca a luta de clases e a opressão das domésticas. Como disse o diretor, que recupera Clarice Lispector muito bem, as baratas são os invisíveis, os outros que nos causam repugnância e que são os milhões de brasileiros miseráveis e famintos também.
Tem que ter resiliência pra aguentar até o final. Um suplício de interminaveis 2 horas. Restaram poucos na sala de cinema
O filme é uma tortura, é dificil encontrar palavar para explicar o quão ruim esse filme é. Basicamente o que foi apresentado não é um filme mas sim um audiobook. O diretor não trouxe nenhuma crítica ou reflexão sobre obra original, ele simplesmente trouxe uma leitura dramática do texto da Clarice. E infelizmente para todos os expectadores a linguagem do cinema não é a mesma da literatura. o resultado é um "filme" massante e sem criatividade.
O livro é maravilhoso, o que torna ainda pior a experiênca. É absolutamente decepcionante se deparar com esse filme que é pobre. Corra.
O livro é maravilhoso, o que torna ainda pior a experiênca. É absolutamente decepcionante se deparar com esse filme que é pobre. Corra.
Horrível!!! Saí da sala de cinema na metade do filme. A minha "alegria" é que não paguei para assistir, ganhei o ingresso de cortesia. O filme é basicamente um audiobook com imagens do romance da Clarice Lispector. Fiquei mais empolgado quando li o romance há uns 12 anos atrás. Totalmente decepcionante, faltou muita criatividade ao Luiz Fernando para produzir um filme decente, adaptado à linguagem do audiovisual.
E leio muitos elogios - pura forçação de barra.
E leio muitos elogios - pura forçação de barra.
Agradeço por este filme existir, por ter assistido e me reconhecido nele. Não sou especialista em cinema, mas me senti como se o filme falasse só comigo, me olhando nos olhos, atravessando minha alma. Voltei na semana seguinte com uma amiga que não sentiu o mesmo enquanto eu sentia em dobro como se fosse até um outro filme. Era tudo novo! Obrigado Maria Fernanda Cândido! Ainda não sei o que me aconteceu, eu adoro!
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa