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Anderson G.
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397 críticas
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3,5
Enviada em 19 de novembro de 2018
“The Balled Of Buster Scruggs”, o novo filme dos irmãos Coen veio do nada, como uma surpresa, sem marketing e com um anuncio simples , o longa ambientado no faroeste traz uma compactação de roteiro diferente, temos aqui, uma divisão das mais de duas horas de filme em 6 pequenos curtas, que vão do muito bom ao regular, ficando com uma media de “Bom”, cada curta tem semelhanças entre si e ao mesmo tempo, características completamente opostas, a unificação universal de todas, é que todos falam sobre morte. Alguns se focam mais em personagens (como o primeiro, e melhor curta), outros em auto conhecimento, depressão, utilidade, capitalismo e reflexão (como o ultimo, e meu favorito). “The Balled Of Buster Scruggs” tem toques de direção que vão muito além do comum, com planos abertos, trilha sonora aguçada, ângulos altos e uma condução artística precisa, que mescla o humor ao suspense conforme convém, é como se os irmãos Coen estivessem se divertindo e usando todas as suas técnicas no decorrer da historia, apesar da falta de ritmo de alguns curtas e a transição “boba” entre eles, tecnicamente “The Balled Of Buster Scruggs” é muito bom e ambienta suas historia no velho oeste americano de forma exemplar. Algo comum a todos os núcleos é as ótimas atuações com destaque a “Tim Blake Nelson” que poderia, facilmente ter um filme solo recheado de humor negro e cenas absurdas que ficaria perfeito nas mãos dos Irmãos Coen. “The Balled Of Buster Scruggs” é um filme de múltiplos gêneros e difícil de ser enquadrado, podemos falar que é uma comedia, talvez uma ação, um musical até mesmo suspense, mas mais importante que isso, é um filme competente, bem dirigido, bem atuado e divertido, longe de ser um primor técnico e artístico, mas é um legitimo filme bom nota 7,5.
Seis estórias de faroeste muito bem elaborada, que retrata bem a indiferença, o ódio, a ganância entre outros sentimentos oriundos da raça humana, nos tempos do velho oeste.
Parabéns a Netflix, ao que parece, começa a colocar nos trilhos suas produções.
Só por reunir Liam Neeson, James Franco, Brendan Gleeson e os irmãos diretores, Joel e Ethan Coen, já vale a espiada nessa obra original Netflix.
Os aclamados irmãos Joel e Ethan Coen idealizam uma antologia faroeste em seis segmentos focada na fronteira americana. Acompanhando pistoleiros cantores, colonizadores, mineiros, homens condenados à forca, caçadores de recompensa e todo tipo de personalidade do Velho Oeste, estes seis contos curtos vão da mais profunda reflexão até o mais completo absurdo.
como a maioria das críticas que eu li até agora algum dos Contos Achei bem interessantes agora teve alguns também que foram totalmente sem sentido⭐⭐⭐
Faroeste dos irmãos Coen, diferente, mas sem muito brilho. O filme se divide em seis contos, alguns são bem sem graça, e o filme acaba não sendo tão memorável. É um filme assistível, para os fãs do velho faroeste de Eastwood, muito provavelmente não deve gostar.
Uma série de curtas... uns são bem bons, outros massantes. Não é meu tipo de narrativa favorita, mas a performance dos irmãos diretores nunca decepciona e novamente entregam um show de estilo e personalidade.
Seis histórias. A única correlação entre eles é o tema do Velho Oeste. O filme começa como uma espécie de comédia musical de humor negro, mas, à medida que avança, torna-se uma espécie de musical de humor negro; a comédia é substituída por algum humor negro. O primeiro conto, The Ballad of Buster Scruggs, estabelece os padrões do filme tão altos que os últimos 5 contos não conseguem seguir adiante. O segundo conto é bom, irônico. O terceiro conto é totalmente sombrio, sem nenhuma comédia. O mesmo vale para o quarto conto. Esses dois estragam muito o filme. Especialmente o terceiro conto. Ele define os padrões tão baixos que você começa a se perguntar o que pode vir a seguir. O quinto conto também é triste, mas épico. A última história é chata e deve ser esquecida.
Em suma, não é como assistir a 6 pequenos filmes agrupados em 1, são 6 pequenos filmes agrupados em 1. Todos eles brincam com a "vida difícil no Velho Oeste", "a morte como uma coisa menor na vida", "ter sucesso a todo custo", e o tom sombrio da natureza humana.
Um ambiente em comum, mas, a complexidade dos personagens e das histórias são ótimas. Estamos acostumados um velho-oeste específico e nos deparamos como o mundo que era.
O filme é dividido por 6 "capítulos", onde cada capítulo é uma história diferente, com personagens diferentes, sem ter nenhuma relação ou conexão entre elas. Os primeiros dois capítulos são ótimos, porém depois começa a ficar um pouco maçante, já que quando você está se acostumando com uma história, ela termina e começa outra, tornando o filme num ritmo irregular e inconsistente, lento e por horas sem sentido.... Termina sem nenhuma conclusão, sem nenhum ponto de conexão entre os 6 capítulos, nada com nada. Porém algumas histórias são divertidas, para mim, as melhores foram a 1°, a 2° e a 5°, as outras são maçantes. Numa visão geral, começa muito bom, mas perde o ritmo muito rápido.
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