Não recomendado para menos de 12 anos
1920 era uma época de segregação e preconceito racial nas plantações de café do Havaí. Jo (Ryan Potter) é adotado por Doc (Matt Dillon), um médico novo na região. Conhecido por sua velocidade, Jo começa a trabalhar com entrega de medicamentos. Ao conhecer Grace (Olivia Ritchie), filha de um rico dono de plantação, o rapaz transcede todos os limites sociais para viver seu amor proibido.
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1,5
Ruim
Meu Amor por Grace
Romance que não cativa
por Barbara Demerov
O ato inicial de Meu Amor por Grace já expõe todas as fraquezas que permeiam a trama até sua conclusão, pois lá residem clichês referentes a um amor impossível que não possui química e, especialmente, um cenário cuja escolha étnica não impulsiona o filme a ter um subtexto crítico, apenas a ser puramente diferenciado de modo superficial. Diante de tantas histórias românticas no cinema, é natural esperar um outro tipo de roupagem para que o espectador possa se aproximar dos personagens, mas aqui isso não acontece de forma genuína.A temática de um amor que sobrevive a tudo e a todos, por mais conhecida que seja, não é o maior problema no filme de David L. Cunningham, mas sim a forma com que se desenvolve. Mesmo diante de um protagonista simpático (Jo, interpretado por Ryan Potter) e de uma atmosfera diferente, sob o sol de uma exótica área do Havaí, o ritmo do filme sempre parece arrastado
Ler a crítica
2:37


Nacionalidade
EUA
Distribuidor
Elite Filmes
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Inglês
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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