Réquiem para um Sonho
Média
4,4
1441 notas

100 Críticas do usuário

5
38 críticas
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44 críticas
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7 críticas
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8 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de janeiro de 2025
Obra prima de Darren! Um forte e cheio reviravoltas em um roteiro redondo e que possui um desenvolvimento exemplar, elenco extraordinário! Grande filme.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de agosto de 2021
De longe um dos filmes mais perturbadores que já vi!
Você sofre junto com os personagens, a imersão que esse filme causa é incrível e assustadora ao mesmo tempo.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de março de 2025
Réquiem para um sonho foi dirigido por Darren Aronofsky e contou com o roteiro de Hubert Seçby Jr. O filme recebeu 1 indicação para o oscar de 2001: melhor atriz (Ellen Burstyn), mas para muitos acabou perdendo de forma injusta. O filme conta a história de Harry (Jared Leto) que procura lidar com sua batalha contra o vício em cocaína, enquanto a sua mãe, Sara (Ellen Burstyn) é convidada a participar do seu programa de tv favorito. Porém, Sara acredita que precisa ficar mais magra para caber em um vestido, e acaba se viciando em pílulas para emagrecimento. A direção de Aronofsky é provocadora, pois por meio de imagens pesadas e desafiadoras, nos coloca em clima atordoante diante dos efeitos dos entorpecentes. É um filme que te deixa com uma áurea pesada mesmo após o seu termino. E isso ele consegue graças a uma trilha sonora envolvente. O roteiro leva os seus 4 principais personagens (além de Sara e Harry) que é a namorada de Harry, Marrion (Jennifer Connelly) e o melhor amigo de Harry, Joven (Marlon Wayans) ao seu extremo. Lembrando que o filme começa de forma ingênua, mostrando os personagens envolvido de forma leve (mas não saudável) com seus vícios. Tudo vai se degradando até chegar ao ápice na última cena. A intenção do filme foi realmente impactar e causar desconforto. A que ponto podemos chegar diante dos nossos vícios. Aqui o roteiro disseca não apenas o vício em drogas, mas em qualquer coisa que nos coloque em um apego irracional nos tornando seres completamente dependentes daquilo. Daí vivemos a solida da vida moderna, aquilo que ela sempre está nos cobrando
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2023
Um incômodo drama sobre drogas, nada indulgente. Crítico e perverso quando percebemos que nada resolvemos desse problema.
Fabricio Menezes
Fabricio Menezes

27 seguidores 185 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de junho de 2020
O filme mostra bem como as drogas tornam as pessoas escravas e dominam a vida delas de uma maneira absurda. Trilha sonora e direção perfeitos! Atuações maravilhosas de Ellen Burstyn e Jennifer Connely. Jared Leto tbm tem bons momentos. A história é pesada, forte e agoniante! As cenas finais são de deixar o espectador sufocado. Todo mérito pra direção impecável de Darren Aronofsky.
Gustavo T. Almeida
Gustavo T. Almeida

10 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2019
Um filme realista e melancólico, nos faz refletir sobre os males do consumo incontrolável de drogas, tanto as ilegais quanto as "legais", e a prisão na qual o vício coloca o ser humano. Direção, roteiro e atuações espetaculares. Entrou pra lista dos meus favoritos.
Alessandro V
Alessandro V

3 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de outubro de 2019
Darren Aronofsky entrou na lista dos grandes cineastas com esse filme, ele logo de cara retrata, a profundiade com que a droga pode usurpar a vida das pessoas, numa época em que existem tanto filmes que banalizam o uso de drogas, finalmente um que assusta, é verdadeiro e por assim dizer um filme triste.
Por ser triste não deixa de ser indispensável aos cinéfilos, o filme é de uma profundidade contumaz.
O filme não é bom assistir sozinho, com um grupo de amigos que estejam afim de debater sobre o filme fica melhor ainda.
anti herói
anti herói

3 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de setembro de 2020
Darren Aronofsky migra de Pi para Requiem For a Dream se aproveitando da popularidade do primeiro filme. Ao invés da abordagem individual de apenas um personagem, agora teremos o acompanhamento de quatro, todos feitos com um forte teor crítico e social e não niilista, abstrato e metafórico como feito em Mother!, o trabalho mais recente do diretor. Ao contrário do filme de 2015, onde os personagens são apenas metáforas que giram em torno de si mesmos, Requiem For a Dream tem personagens que fazem parte de um sistema maior do que eles mesmos, onde eles sentem na pele as piores conseqüências que esse mundo pode gerar.

Requiem For a Dream é um filme muito mais fácil de interpretar comparado com outras obras de Aronofsky, como Noé e Fonte da Vida que abordam misticismo, religiosidade e espiritualismo, cuja linguagem poética dos elementos e das ações cria uma barreira entre o telespectador e o real significado desses elementos. Nesse caso, Aronofsky tenta tornar a interpretação do filme algo o mais acessível possível, mas não de forma óbvia e mastigada, mas através do espanto e da perturbação, seja com o objetivo de expor a importância do tema do filme (abuso das drogas), seja como oposição à linguagem metafórica usada no primeiro trabalho.

Darren Aronofsky é conhecido pelo seu ativismo ambientalista, algo que não é escondido em trabalhos como Noé, história da bíblia que já aborda a relação entre Deus, o homem e a natureza, Mother! e The Fountain. Nessas obras, há a preferência aos planos abertos e longos minutos de filmagem para retratar o meio ambiente e todos os seus elementos, em oposição ao plano detalhe com o foco maior no ser humano, onde esse estilo de plano é utilizado para representar a pupila dos olhos dos personagens se contraindo ao usar a droga e ao mostrar a própria substância entrando nas veias. Apenas comparando o tipo de plano utilizado em cada situação, é possível perceber a oposição que existe entre a vida natural no meio ambiente, em contato com a criação de Deus, com a vida urbana na cidade com o consumo de drogas e produtos farmacêuticos.

A crítica a mídia televisiva e a indústria farmacêutica não são apenas postas como oposição ao meio natural, mas como formar de ligação entre as gerações de Harry e Sara, mesmo que ambas estejam distantes. A geração de jovens e adultos, pais e filhos, está distantes uma da outra na sociedade moderna. A única coisa que rompe o isolamento entre pais e filhos, jovens e adultos é o abuso das drogas e dos remédios. Harry pouco visita sua mãe (são poucas as cenas onde ambos estão juntos), Marion tem problemas com os pais e Tyrone tem lembranças curtas e apagadas da própria mãe. O jovem não é mais a figura de transformação da sociedade, que contesta os valores dos pais, avós e da sociedade, de modo geral, mas apenas uma figura solitária que vivencia os mesmo problemas, os mesmos traumas em um mesmo sistema, estando expostas as mesmas conseqüências trágicas.

O indivíduo é um ser sozinho no mundo moderno. Isso é um fato que se estendeu nos últimos anos, mas que no filme de 2000 já era algo previsto, isso por que o sofrimento de cada personagem é contado de forma individual, de forma que, no ápice do tormento psicológico, Harry, Sara, Marion e Tyrone estão em lugares distintos e em situações distintas, mesmo que havendo fatores em comum que ligam a trajetória de cada um. O movimento de câmera transitando entre o ápice de cada personagem de forma ritmado, com uma música tenebrosa de fundo, cria um efeito de perturbação no telespectador que só é possível através da união de cada cena, algo que, se mostrado de forma individual, teria um efeito bem menor.
Homem e tempo são partes de uma coisa única. A transição entre verão, outono e inverno flui em conjunto com a decadência dos personagens, dando a idéia que de o ser humano é fraco e vulnerável aos fatores externos e ao tempo. A simbologia das estações do ano como o ciclo de vida do ser humano remete a uma pequena esperança sabendo que, depois do inverno, vem a primavera, porém a idéia do filme é se encerrar no inverno para acompanhar a obscuridade e o lado sombrio da trama.

O sonho americano, que prometeu qualidade de vida, bons empregos e saúde para os americanos durante o século XX, é tratado do ponto de vista niilista de Darren Aronofsky. A prosperidade dá lugar a falta de estrutura, como foi dito por Sara quando ela estava delirando com a imagem do Tappy zombando de sua casa. A saúde dá lugar ao vício aos remédios, um dos principais pilares da sociedade moderna capitalista, onde o consumo de farmacêuticos para problemas e doenças como depressão e ansiedade é cada vez mais comum. No fim de tudo, o sonho americano não passa de um sonho.
Hell C
Hell C

23 seguidores 143 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de novembro de 2019
Chocante, visceral, mostra a degradação do ser humano e até onde o mesmo pode ir por um sonho, vale a pena a conferida.
Nelio M.
Nelio M.

22 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de agosto de 2015
O filme é extremamente impactante, nos levando a acompanhar o caminho (que parece se iniciar por um simples passeio) de quatro vidas envolvidas em vícios (não somente de drogas, mas também TV, etc)... Tudo muito bem dirigido. Trilha sonora envolvente, cortes perfeitos... Você não consegue assistir e sair o mesmo. Recomendo!!!
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