Ainda Estou Aqui
Média
4,4
1533 notas

359 Críticas do usuário

5
236 críticas
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Renata T.
Renata T.

12 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de novembro de 2024
Um filme forte e triste, mas, ao mesmo, tempo que soube mostrar a ternura e amor dentro de uma família linda. Emocionante!
Sócrates greko
Sócrates greko

9 seguidores 168 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de novembro de 2024
Nos primeiros minutos o filme parece um comercial da margarida cheio de nostalgias musicais... mas depois começa a tensão e dá pra entender o porquê daquilo tudo.... esse contraste entre inocência e a tortura...
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de novembro de 2024
Com cenas de tensão e atuações brilhantes de fernanda torres e selton melo. Ainda estou aqui mostra perfeitamente o rio de janeiro nos anos 70 e como foi dificil a epoca da ditadura
Karoline L.
Karoline L.

4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de janeiro de 2025
Fui ao cinema sem nenhuma expectativa. Não costumo gostar dos filmes nacionais. Me surpreendi! Consegui mergulhar na história de forma que pude me sentir da mesma forma que a família se sentiu. A atriz deu um show e não é modismo. Único ponto que poderia ter mostrado mais voltado para o lado doo personagem que desaparece. Não como uma forma de justificar, mas para dar mais clareza do que ele havia feito, ficou muito superficial nesse ponto.
Welington S.
Welington S.

6 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de novembro de 2024
Filme brasileiro de maior repercussão internacional dos últimos anos, ganhador do prêmio de melhor roteiro no Festival de Veneza e cotado para o Oscar, Ainda Estou Aqui dramatiza a trajetória da família Paiva entre a prisão de Rubens Paiva, o pai, e a luta de Eunice Paiva depois do sumiço do marido. Walter Salles mergulha o espectador na intimidade dessa família e o torna cúmplice, fazendo com que se importe com o destino de cada um. Cria personagens tridimensionais, reais, críveis. Fernanda Torres interpreta o papel de sua vida, quase uma heroína grega marcada pela tragédia, com sutileza, sem jamais cair no excesso ou caricatura. Cenografia minuciosa, roteiro enxuto, interpretações naturais, trilha sonora escolhida a dedo, edição precisa, tudo contribui para que o diretor consiga transmitir exatamente o que se propôs. Como conhecia a história, havia lido o livro no qual o filme se baseia, além de reportagens a respeito, minha atenção focou nas soluções cinematográficas empregadas pelo diretor. Ele consegue tornar essa história particular em algo universal, capaz de dialogar com o público de qualquer lugar do mundo. Autor de Central do Brasil e Diários de Motocicleta, 2 filmes que amo, obras humanas e delicadas, Walter aparou todas as arestas e criou uma obra essencial, equilibrando aqui emoção e reflexão.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de janeiro de 2025
Que história, que mulher guerreira, que família bonita... e pensar que o caçula ficou tetraplegico aos 20 anos. Filme gigante, lições nele idem.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 476 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de novembro de 2024
Ainda Estou Aqui é um dos filmes mais marcantes de 2024, trazendo uma poderosa combinação de narrativa, direção e atuações memoráveis que transformam a experiência do espectador. Dirigido por Walter Salles e escrito por Murilo Hauser e Heitor Lorega, o longa explora a complexidade da ditadura no Brasil com uma sutileza que amplifica a sensação de medo e insegurança, fazendo o público mergulhar na atmosfera hostil e imprevisível que os personagens enfrentam.

O roteiro, aliado à direção sensível de Salles, não só retrata o ambiente político opressor da época como também constrói com precisão a intimidade e os laços familiares dos personagens. A escolha de Selton Mello para o papel de Rubens é especialmente assertiva, pois sua atuação carismática e envolvente faz com que seu desaparecimento cause um impacto profundo na narrativa e no público. Com uma presença curta mas marcante, Fernanda Montenegro também consegue transmitir, em poucos minutos e sem falas, uma carga emocional imensa, reforçando a sensação de desespero silencioso que permeia o filme.

Mas o grande destaque fica com Fernanda Torres, que assume o protagonismo de forma impecável, cuja performance conduz a narrativa com intensidade e uma sutileza notável. Sua personagem, Eunice, passa por um sofrimento que vai da resistência interna até o colapso emocional, e Torres captura essas nuances de forma brilhante, sem precisar de exageros. Ela sustenta o filme com uma atuação silenciosa, mas devastadora, onde um simples olhar expressa toda a dor e a coragem de uma mãe em meio ao horror da ditadura.

A escolha de Walter Salles pela sutileza transforma *Ainda Estou Aqui* em uma experiência que transcende a tela, deixando o impacto do filme gravado na memória do público de forma duradoura. Em vez de recorrer a cenas explícitas para retratar os horrores da ditadura, Salles opta por uma abordagem que valoriza o implícito e o não dito, o que coloca o espectador em uma posição ativa. Cada cena é construída de maneira a sugerir as tensões e os perigos da época, deixando espaço para que a imaginação do público preencha as lacunas e amplifique a angústia.

Essa escolha narrativa eleva a profundidade emocional do filme. A sensação de insegurança e opressão permeia a história, mas o terror é apresentado de forma quase invisível, sutilmente nas expressões, silêncios e olhares dos personagens. Esse tratamento sutil e cuidadoso intensifica a experiência, pois o espectador não apenas observa, mas sente a atmosfera sufocante e se conecta intimamente com as emoções dos personagens, em especial com Eunice, vivida por Fernanda Torres.

Ao optar pelo implícito, Salles cria uma obra que reverbera internamente e que permanece conosco muito depois de o filme terminar. Essa sutileza exige que o público explore suas próprias emoções e memória para processar os horrores daquela época, transformando o longa em uma experiência emocional e reflexiva, onde a ausência de respostas concretas gera um impacto psicológico profundo e duradouro.

Ao final, Ainda Estou Aqui se firma como uma das melhores produções brasileiras recentes, com um potencial de destaque em prêmios internacionais, incluindo o Oscar. A força das atuações e a precisão na abordagem dos temas históricos fazem dele um filme memorável, capaz de reverberar por muito tempo após os créditos finais.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de dezembro de 2024
um legado de luta e perda, um filme angustiante com um roteiro poderoso, a busca e o sofrimento da personagem (Torres) te abraça a todo momento, consegue passar nitidamentente os receios e as dores de forma potente
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de dezembro de 2024
"Ainda Estou Aqui" é um baita exemplo de como um filme pode ser inteligente sem apelar para o óbvio, ser visceral sem ser gráfico. Aqui, Walter Salles dá uma aula sobre a arte de explorar o horror de maneira sutil e ao mesmo tempo poderosa.
Logo nos primeiros minutos, você percebe: isso aqui é diferente. A introdução é primorosa, com uma reconstituição do Brasil dos anos 70 que parece saída de um filme hollywoodiano — direção de arte impecável, ambientação perfeita, tudo no lugar certo. E aí vem o primeiro ato. Ele é lento. Não é aquele lento "meu Deus, quando isso vai acabar?", mas cansa um pouquinho. E sabe o que eu mais curti nesse primeiro ato? O diretor Salles, que era adolescente na época, enfia um monte de referências pop — músicas, filmes, notícias — que dão aquele toque pessoal, quase nostálgico. É claramente algo muito pessoal das experiências e lembranças do diretor.
A trama segue de forma linear, mas brinca muito com a subjetividade. Você sente o peso da história, mesmo sem que tudo seja jogado diretamente no seu colo. Morte, tortura, desaparecimentos... Tudo isso está lá, mas mostrado nos detalhes, nos silêncios, nos visuais. Nada de forçar barra com diálogos explicativos ou cenas expositivas.
Os atos são claros: introdução, acontecimento, repercussão e conclusão. E o melhor? Os três time skips funcionam muito bem! Nada de cortes toscos ou transições sem sentido. Cada salto no tempo te joga ainda mais fundo na história. A neutralidade da narrativa é algo raro: o filme simplesmente conta uma história real, sem ficar apontando dedos ou bancando o dono da verdade.
Fernanda Montenegro carrega uma carga emocional absurda, sem precisar de uma palavra. Só com o olhar, a postura, você sente tudo: o medo, a angústia, a dor. Sério, é atuação para deixar muito ator internacional no chinelo.
Quando você acha que acabou, vem o pós-crédito. Fotos reais dos envolvidos, dramatizações ao longo do filme... E a conclusão com a música de Erasmo Carlos, Ainda Estou Aqui, que fecha com chave de ouro. Arrepia, porque é humano.
No fim das contas, Ainda Estou Aqui é grande. É cinema brasileiro de verdade, daquele que você termina e pensa: "Pô, finalmente saímos do óbvio." Nada de politicagem barata, nada de repetir as fórmulas cansadas de sempre. É uma obra madura e potente.
Nota: 9/10.
Lu Wenzel 14
Lu Wenzel 14

11 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2025
Filmes com altas emoções, o sentimento de perder um ente querido, a injustiça. o sentimento de vingança...
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