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Ricardo Gabriel
1 seguidor
25 críticas
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4,0
Enviada em 5 de março de 2026
Filme lento, em vários momentos parece mais um documentário do que um filme tradicional. Para quem espera uma história mais dinâmica pode cansar um pouco. Tirando isso, é uma produção muito bem feita. A ambientação é excelente, cenários e direção de arte realmente conseguem transportar para os anos 70. Dá uma sensação de imersão naquele período. Outro ponto forte são as atuações. O elenco está muito bem e sustenta o filme do começo ao fim.
Filme muito ruim, como essa porcaria ganhou o Oscar? Demorei 3 dias pra conseguir terminar de assistir. O único momento que me emocionei foi qdo o cachorro morreu, que pra mim foi a melhor atuação. Filme 100% lacração, 1% arte. Horrível!
A nova era do cinema brasileiro começa com "Ainda Estou Aqui". A delicadeza que o Walter Salles traz ao abordar um asssunto bastante doloroso é algo emocionante. Fernanda Torres consegue transmitir toda a força emocional que aquela mulher, chamada Eunice Paiva, carregou durante anos de sofrimento sem notícias de seu marido. A angústia faz parte da experiência do espectador com o filme. Quem não se emocionou com a cena da sorveteria, que já se tornou um marco da nosso cinema? "Ainda Estou Aqui" é um lembrete de que não podemos esquecer os anos de dor do nosso país e que o cinema brasileiro está mais forte que nunca. VIVA EUNICE E RUBENS PAIVA!!! VIVA WALTER SALLES!!! VIVA FERNANDA TORRES!!!!
Ainda estou aqui é um filme bem feito, que procurou, com bastante empenho, retratar o passado de forma a que o espectador pudesse assistir a obra como se estivesse vivenciando-a nos dias atuais. Excelente direção artística, direção de fotografia, cenografia, interpretação impecável de Fernanda Torres e Selton Mello em especial, e restante do elenco que foram muito bem dirigidos. Ótimo roteiro. Conseguiu fazer com que nos sentíssemos íntimos de uma das famílias brasileiras cuja alegria foi substituída pelo sofrimento durante a ditadura militar, revelando as atrocidades cometidas pelo governo. Através dos sentimentos de medo, insegurança e dor, muito mais pela atuação da brilhante Fernanda Torres e dos demais atores, nos faz compreender as torturas cometidas pelos militares sem fotografar explicitamente os atos insanos e grotescos que eles impuseram às famílias brasileiras. Apenas um roteiro tão bem elaborado conseguiria demonstrar tanta dor e medo sem revelar explicitamente os instrumentos de tortura utilizados pelos militares. Parabéns a toda equipe!!! Oscar merecido!
É um filme extremamente chato. Não acontece nada de interessante. A atuação da Fernanda é excelente, apesar de ser meio igual o filme todo. A história da ditadura já estamos cansados de saber, por isso sem novidade e sem algo extraordinário. Mas sim, é um bom filme pra assistir uma vez na vida e nunca mais.
Filme chato, que demora para começar e demora para acabar. Os primeiros 35 minutos do filme mostram a família dos Paiva em atividades cotidianas, mas exageraram na enrolação. Foi maçante ver apenas a perspectiva da Eunice Paiva. Poderia ter mostrar mais outros personagens em ambientes diferentes. Fico feliz pelo filme ter ganhado o Oscar, por ser brasileiro, mas achei um filme ruim. Realmente não entendo como funciona a votação dessas premiações.
Fala de ditadura, de perda e de silêncio forçado, mas do jeito certo: mostrando como o trauma entra na rotina e nunca mais sai. A dor não vem em grito, vem em ausência. As atuações são contidas e fortes, especialmente da protagonista, que carrega o peso da história no olhar. Não é filme confortável, nem pra distrair. É pra lembrar, pra respeitar o passado e entender que certas feridas o tempo não fecha — só ensina a conviver. Vale muito a pena assistir.
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