Ainda Estou Aqui
Média
4,4
1538 notas

361 Críticas do usuário

5
236 críticas
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Elbet Almeida Gomes
Elbet Almeida Gomes

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de novembro de 2024
Um filme envolvente a cada segundo, uma história que realmente vale a pena acompanhar! Uma verdadeira obra de arte.
Kleyton Oliveira
Kleyton Oliveira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de dezembro de 2024
Simplesmente perfeito, belíssima atuação de Fernando Torres e Selton Melo. Joia prima do cinema brasileiro
Pietra Baiôco
Pietra Baiôco

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de dezembro de 2024
Um filme de excelentíssima qualidade e transparência do período vivido aqui no país durante a Ditadura Militar. Mais que merecido receber um Oscar diante a inigualável interpretação e roteiro.
Me emocionei durante o filme inteiro.
Viva o cinema nacional!!!!!!.
Anacelia Fernandes
Anacelia Fernandes

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de janeiro de 2025
Ainda Estou Aqui é um filme tão bem construído, a gente se envolve desde o inicio, se emociona, se indigna, se orgulha, se sente impotente... É incrível a competência de Walter Salles e do elenco em transmitir todo o horror da Ditadura Militar no Brasil: a crueldade, o sadismo, a torpeza! É um filme tão necessário, quanto oportuno, pois nos alerta sobre a importância do passado como aprendizado! Fernanda Torres arrasa!!
MayMay
MayMay

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5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2025
Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez. Odeio Emilia Perez.
Noelle Penha
Noelle Penha

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Impactante, forte e ao mesmo tempo de uma sensibilidade única. Nos faz refletir sobre a força de Eunice Paiva e toda sua luta. Um filme obrigatório para entender os tempos cruéis de ditadura no Brasil
Amélia Fernanda
Amélia Fernanda

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Um dos melhores filmes sobre a Ditadura civil-militar que vi até então. Uma trama que te envolve do início ao fim, sensível mas forte! Compreende a dor da Eunice de maneira tão particular que nos toca no âmago. O que me deixou mais presa é como as filmagens te fazem se sentir perto de todos, é confortável e cativante. Fernanda Montenegro está um espetáculo em todos os sentidos! Acredito que preciso dizer que o final me fez chorar, eu senti a dor e o alívio de ver a morte e a vida serem retradas de maneira tão poética. A ditadura é um período macabro que não se deve deixar cair no esquecimento, ANISTIA JAMAIS!
Bianca Campos Silva
Bianca Campos Silva

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de janeiro de 2025
Amei o filme atores maravilhosos contando como foi um período tenebroso da nossa história,e a nossa vergonha a ditadura civil militar! Que devemos repudiar todos os dias milhares pessoas mortas corpos que puderam ser enterrados pelos entes queridos não tiveram um enterro digno!
Isabps
Isabps

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2025
Põe o filme francês (com diretor esnobe sobre a América latina) com atores estadunidenses sobre o México no chinelo, assim como o outro de terror que tá fazendo um lobby danado pra ver se consegue ganhar o Oscar no melhor estilo Weinstein.
Cícero Aarão
Cícero Aarão

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4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2025
“Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, indicado ao Oscar 2025 em três categorias, tendo à frente, a atriz principal, concorrente, Fernanda Torres, e o magnífico ator Selton Melo , está longe de ser um documentário, embora dê alguns indícios .

O filme tem como ambiente o período de 1970, época sombria e aterrorizante, sob o domínio do general Médice, segundo relatos da época , o mais autoritário entre os demais generais do exército brasileiro.

O longa traça a intimidade de uma família vítima de perseguições políticas. Contudo, não se limita ao núcleo familiar, uma vez que o torna comum a tantas outras famílias que vivenciaram a angústia e o sofrimento contínuo , em razão do desaparecimento de algum ente querido.

É certo que “Ainda Estou aqui” foi escolhido para representar o Brasil na Academia não apenas por relatar a intimidade de uma família e suas dores , mas, principalmente alcançar outras .

A simplicidade de uma mulher – Eunice Paiva ( Fernanda Torres ) até então voltada para o marido – Deputado Rubens Paiva ( Selton Melo ) e seus filhos que, devido ao desaparecimento daquele tem sua vida transformada e, por isso, se vê motivada a tomar à frente como uma ativista pelos direitos humanos em nome de milhares de vidas dilaceradas durante o período repressivo no país .
Eunice ( Fernanda Torres ), representa, sem sombra de dúvida, a voz que se calou nos porões dos quarteis mas que ecoaram diante dos agentes de repressão. Uma angústia visível no olhar profundo de sua protagonista , assim como os gestos simples cerceados de ir e vir até mesmo entre um cômodo e outro da casa onde residia com o marido – Rubens Paiva – ( Selton Melo ) e seus filhos são tocantes.

Apesar de uma silêncio profundo, sobretudo no instante da partida de Rubens Paiva ( Selton Melo ) na companhia dos agentes da ditatura daquele sangrento período, quem assiste ao filme desfruta da doçura de imagens de um Rio de Janeiro aparentemente harmonioso e feliz , contrastando com a realidade fria e calculista vivida por todos aqueles contrários ao regime.

Necessário dizer que esse momento de troca de olhares entre o casal, o último quando se viram, não tendo, por ora, a participação dos filhos, é de grandeza de interpretação dos dois – Eunice Paiva ( Fernanda Torres ) e Rubens Paiva ( Selton Melo ) e causa enorme pesar , porém, silencioso, estabelecendo uma conexão de sentimentos mútuos que ultrapassam, as telas.

De igual modo o mesmo ocorre quando Eunice Paiva ( Fernanda Torres ) , levada por agentes , presta depoimentos durante dias e é mantida em cativeiro .

Durante o interrogatório ao qual é submetida, Eunice Paiva ( Fernanda Torres ) nos convida a sermos testemunhas oculares, sem , no entanto, sermos capazes de pronunciarmos uma só palavra em face à opressão sofrida e, por isso, nos mantemos calados . Uma cumplicidade se consolida entre quem assiste e os que fazem parte da narrativa .

A violência psicológica pela qual passa Eunice Paiva ( Fernanda Torres ) se estende a todos nós e pouco a pouco adentramos nos porões dos horrores da ditatura . Nos aprofundamos na crueldade que impera os corredores dos quartéis , sem direito algum de nos defendermos. Sem direito de sabermos sobre o verdadeiro destino de milhares de vidas que ficaram sujeitas a todo tipo de tortura .

Nesse aglomerado de gente que se opôs de maneira ideológica, desconhecemos o paradeiro do então deputado Rubens Paiva ( Selton Melo ) quando o vimos pela última vez se despedindo da esposa – Eunice Paiva ( Fernanda Torres ) na saíde casa .
Toda a trama e o desenrolar da narrativa estão recheados de ótimas interpretações e uma direção conduzida de forma perfeita , dispensando o realismo , talvez fantástico , para focar na sutileza das cenas , composta de olhares , de gestos ... Tudo parece ser um convite ao imaginário e, de modo introspectivo , viajamos soturnamente sem, contudo , pronunciarmos uma sílaba sequer. A angústia vivenciada por Eunice Paiva ( Fernanda Torres ) é sentida por todos que acompanham-na .

A atuação de Fernanda Torres é indiscutível . A atriz , ao longo de uma carreira próspera , se concretiza de maneira madura em “Ainda Estou Aqui” . Olhares e gestos são precisos e carregados de emoção cortante . Uma emoção que rasga a alma ferida . Uma dor que se une a outros, se transformando em uma dor universal.
O que é surpreendente em “Ainda Estou Aqui” é a sensibilidade , a delicadeza de tocar na ferida da alma que ainda permanece em muitos .

Tais gestos – simples – sem a necessidade de se pronunciar uma palavra são capazes de instigar a reflexão ; restando o dever de perpetuar não apenas o que ficou registrado nos fichários dos departamentos de investigação , mas resgatar a história, trazer à memória a dor de muitos em um só.

(Cícero Aarão)
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