Brinquedo Assassino
Média
3,2
334 notas

50 Críticas do usuário

5
6 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 17 de setembro de 2019
Ruim que doí! Aqui temos um remake do clássico dos anos 80, que não tem nada de parecido com seu homônimo, começando pelo Chuck que é sem graça, mal feito e no mínimo estrando. O roteiro é pífio sem um proposito real do boneco avassalador. Brinquedo assassino é esquecível e desnecessário.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de agosto de 2019
Filme superior ao original, com forte tensão psicológica. O boneco Buddi é a sensação consumista, mas um empregado insatisfeito retira todos os controles comportamentais de uma unidade que irá aprender com seu dono como se comportar. Não perca.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de agosto de 2019
Fui sem expectativa nenhuma e fui surpreendido. Boa diversão, mesclando um pouco de drama, comédia e horror.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de outubro de 2019
A premissa do filme achei bem interessante, até melhor que o do original (onde o assassino transfere sua alma para o boneco), pois trata da questão desenfreada e ilimitada da tecnologia, e por sua vez, o boneco reflete o comportamento humano (não nasce mau, embora possua um defeito, cena tosca aquela por sinal). Também temos alguns bons momentos de humor, embora infantis, e uma boa atuação do pequeno Gabriel Bateman. O ridículo fica pelo visual do boneco, que sinceramente, foi avacalhação.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de setembro de 2019
Remake atualizado e tecnológico do famoso brinquedo assassino Chucky. Divertido, nojento, estranho e bem condizente com a atualidade. Poderia muito bem ser um episódio de Black Mirror. Coitados do gato e da senhora do bingo, mas muito bom mesmo assim.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de dezembro de 2019
Confesso que antes de ver o filme, tinha na cabeça a ideia de que o longa seria uma tremenda porcaria, mas, ao menos, o filme é interessante.
De início, a premissa de transformar Chuck de um simples boneco para um robôzinho, é fantástica. Cai como uma luva nos dias atuais, faz uma leve crítica ao uso exagerado das tecnologias e o roteiro até brinca dizendo que isso são os primeiros passos para o apocalipse robótico, coisa de Exterminador do Futuro.
Bem o filme avança, com ótimas cenas de mortes, muito gore, repleta de sangue e vísceras, e vale ressaltar que as mortes são bem criativas, e podiam até ser mais explorada. O roteiro é bem simples, o ponto mais negativo do filme fica por conta das atuações, principalmente dos pequenos, que por sinal, o roteiro em certo ponto do filme soou meio ridículo, quando o boneco-robô mata um certo ser, porque não já o desliga-lo ali mesmo, claramente havia algo de errado com o brinquedo, mas, filme que segue, no mais, um filme de terror bacaninha, superou minhas experiências que eram 0 com esse filme.
Phellype Morissette
Phellype Morissette

1.689 seguidores 480 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de dezembro de 2019
É uma ótima produção! Porém esse novo "Chuck", que pra mim, poderiam ter usado o nome de "Buddi" mesmo, pois daria mais originalidade a este filme, pois de "Chuck" somente a ideia do boneco! Pois a sua imagem é bem exótica e grotesca! É uma versão, que poderia ser considerada como um "Spin-off" na minha opinião, porque "Chuck" é um clássico, e nesse vemos adaptações, claro para os dias atuais, com a internet e tecnologia, bem inseridas no filme, é um terror clássico, cenas nem muito diferentes, mas nem por isso, sem qualidade, Trilha sonora intrigante, e vale ressaltar, o ótimo trabalho da dublagem brasileira, nesse filme.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de maio de 2020
Gostei, bacana.O filme é uma reformulação da série, trocam Good Guys por Buddi, trocam o psicopata Charles encarnado no boneco por um software de programa adulterado. Filme mais jovem para os tempos atuais, ainda achei melhor que o último filme de 2017 em que trouxeram todos personagens originais dos filmes anteriores e ficou um filme sem graça. Acho que Alex Vincent não teria feito diferença, Gabriel Bateman atuou bem, na proposta do filme. Mais calmo que os demais. Drones, computação em nuvem, AI. É a eletrônica e computação afetando a vida de todos e inclusive o Chucky. Não vai substituir o lendário e o original. Mas ainda assim um filme de Brinquedo Assassino diferente dos demais assim como foi Noiva do Chucky e Filho de Chucky.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de agosto de 2019
Um remake que tenta modernizar a história de terror, tentando manter o medo e mortes que fez o original fazer bastante sucesso, mas em ambas as características tudo é bem fraco e frágil, apenas deixando alguns pontos como atuação e ambientalização como pontos positivos, mas o que importa mesmo é bem amador e pobre. As poucas mortes tentam mais impressionar com imagens exageradas do que com terror, e até mesmo o final é bem rápido e amador, tirando bem o sentimento de algo mais interessante ou que vá ter continuação. Nota 2 de 5 no Xinguê Movie Rating: ⭐⭐
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Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de agosto de 2019
O Brinquedo Assassino original, de 1988, se tornou um dos filmes de terror mais populares dos anos oitenta – dirigido por Tom Holland, o longa explorava de maneira bem simples, mas eficiente, a história (absurda) de um boneco de brinquedo que era possuído pela alma de um perigoso assassino adepto do voodoo – e acabava por infernizar a vida de uma criança e sua mãe – longe de ser um clássico ou cult, está produção se tornou famosa graças aos seus inovadores e inventivos efeitos especiais para a época, se apoiando entre um boneco animatrônico, trucagens com crianças vestidas de boneco e a sugestão (uma das melhores “armas” do gênero) – e ganhou seis continuações, com resultados bem medíocres com as partes dois e três – mas, depois, com A Noiva de Chucky (1999) e O Filho de Chucky (2005) a idéia original simplesmente foi trocada por humor, levando na mais pura gozação a história do boneco psicopata e nem preciso citar as continuações em 2013 (A Maldição de Chucky) e de 2017 (O Culto de Chucky) – que, realmente, não tinham mais nada para explorar com qualidade – o que, provavelmente, nos traz a este remake do filme original – afinal, o público pouco se importa com o destino de Chucky, então, indo na moda das refilmagens, atualizar a idéia do filme original pareceu ser o mais viável – a boa noticia é que realmente a atualização dos conceitos originais funciona – mas a noticia ruim é que isso não é suficiente para tornar o filme assustador ou tenso – e nem ao menos divertido, como o original era.

Sob as mãos do diretor estreante Lars Klevberg, o roteiro escrito Tyler Burton Smith já começa alterando toda a origem do boneco Chucky: desta vez, ele não é a reencarnação de alguém, mas sim, um brinquedo da grande empresa Kaslan – que desenvolve, além dos brinquedos, softwares, drones, smartphones e até um aplicativo semelhante ao Uber – todos interligados e fáceis de controlar pelo celular do usuário – Chucky (e desta vez seu nome não tem nenhuma ligação com sua história – no original era o apelido do assassino) surge quando um funcionário insatisfeito com seu trabalho em uma fabrica da Kaslan no Vietnã resolve deixar a memória do boneco “malvada” – tirando a “moralidade” do brinquedo e reprogramando sua “natureza” – tudo isso pouco tempo antes do vietnamita se suicidar, deixando o boneco na linha de produção, até ele chegar nos Estados Unidos, onde uma funcionaria de uma loja, Karen (Plaza), adquire o brinquedo e o dá de presente para seu filho Andy (Bateman) – com o boneco demonstrando um apego enorme por Andy, não demora muito tempo para que o comportamento de Chucky se torne bem perigoso, causando várias mortes – principalmente, de quem supostamente impede Andy de “ser feliz”.

A dinâmica desta vez é diferente: desde sua concepção, Chucky já é visto se mexendo, por tanto não há aquele mistério e surpresa por vê-lo com personalidade própria – o que o roteiro de Burton Smith faz é transformar o brinquedo em um mero robô – e uma obvia (e já bastante utilizada) referência ao tema “máquina se virando contra o homem” – apontando a falta de bom senso e emoção das máquinas – passando ainda por uma referencia, mesmo que tímida, as influencias que crianças e adolescentes podem ter em ambientes tóxicos – a mãe de Andy se envolve com um homem casado (vivido por David Lewis) e que não trata bem o menino – ou através da cultura – sejam os brinquedos, celulares, internet ou filmes (conforme mostrado na referencia ao clássico O Massacre na Serra Elétrica) ou quando uma personagem diz que o fato de ter um brinquedo com vontades próprias é um sinal de que o mundo acabaria – satirizando histórias como Matrix ou O Exterminador do Futuro.

Tendo como vantagem em relação ao original o fato de contar com crianças mais crescidas – o Andy de agora tem mais personalidade e diálogos – bem vivido pelo menino Gabriel Bateman (que pode seguir uma carreira boa, pelo talento demonstrado aqui), Andy e os demais pré adolescentes na trama tem algum desenvolvimento satisfatório – e, especificamente no personagem de Bateman, existe uma criação multifacetada, demonstrando o descontentamento do menino com a vida de sua mãe (em atuação correta de Aubrey Plaza) e sua forma de suprir a falta da figura de um amigo com Chucky (eficientemente dublado no original por Mark Hamill, nosso eterno Luke Skywalker e voz do Coringa em diversas animações da DC) – inicialmente, a relação do menino com o boneco chega a ser comovente – ou pelo menos tenta isso – mostrando que o foco desta versão é realmente o menino Andy (curiosamente nos remete ao Andy de Toy Story, também as voltas de “brinquedos falantes”, mas em abordagens diferentes, é claro) e não sua mãe, como era no original, dando menos importância para o detetive Mike de Brian Tyree Henry, que aparece como um “vizinho conveniente”, para ajudar na progressão do roteiro.

Embora consiga estabelecer o emocional de seus personagens principais, o roteiro, daí para frente, torna-se um lugar comum, investindo nos sustos forçados e mortes bastante previsíveis – que, se não fosse a grande quantidade de sangue, transformaria o filme em algo ainda mais leve – não há nenhum suspense nas cenas onde Chucky ataca alguém – e mais decepcionante ainda é perceber que os recursos tecnológicos da empresa Kaslan para o boneco são bem pouco aproveitados – embora justifiquem a fama dentro do filme dos brinquedos, afinal, hoje em dia sabemos que as crianças não tem lá esse grande interesse por bonecos – resultando em cenas patéticas como a do “Kaslan Kar” ou o fim de um estranho sindico do apartamento onde mora Andy e sua mãe – mesmo que seja curiosa a forma de Chucky ir se tornando psicótico aos poucos, nem o roteiro e nem a direção se sustentam o suficiente para garantir que nos importemos com vários personagens – e querer aglomerar várias pessoas num lugar só para causar mais mortes é um recurso obvio e clichê do roteiro.

Contando com uma direção de arte que concebe de forma crível esta nova versão de Chucky, com expressões curiosas, que parecem verossímeis pelo simples fato de tentarem ser mais robóticas – ao contrario do original, onde tentavam fazer os movimentos do boneco parecerem mais reais – este remake não consegue criar um clima realmente assustador, optando por entrar no gênero horror – oferecendo cenas de violência pouco criativas – e abandonando o terror que o filme antigo conseguia atingir, sem nem sequer ser bem humorado – em se tratando de uma formula já repetida pelas insossas seqüências do filme de 1988, não há muito o que fazer para que este Brinquedo Assassino se sobressaia – mas uma dose de inventividade e ousadia faria menos mal do que a fraca ameaça de Chucky desta vez.
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