As Ondas
Média
3,6
53 notas

9 Críticas do usuário

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nana
nana

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3,0
Enviada em 16 de julho de 2024
O roteiro é interessante, centrado em Tayler, um jovem de 18 anos sobrecarregado pelo pai. Por um descuido, ele comete uma fatalidade. No entanto, se o foco permanecesse em Tayler, poderia ser mais envolvente.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de abril de 2026
As ondas é um filme de drama que contou com a direção e roteiro de Trey Edward Shults. A trama, segue uma família negra dos EUA, da Florida, que precisa lidar com os altos e baixos da vida. Com suas vidas mudadas, a família passa por uma jornada de sentimentos voltado para o amor, perdão e união. O roteiro procura trabalhar dissecando os personagens da família, por isso divide o filme em 2: o primeiro focado em Tyler (Kelvin Harrison), o filho, que está em seu último ano da escola e que luta wrestling. Vemos sua rotina de atleta de alto nível sendo cada vez mais forçada pelo seu pai Ronald (Sterling K. Brown) controlador. Sem novidades, chega um momento que o jovem tem um colapso mental e corporal, o que muda completamente o cenário do filme. Entra então, a segunda parte focada em sua irmã mais jovem Emily (Taylor Russell), que busca superar as dores que a sua família está enfrentando após as consequências dos atos do seu irmão. Confesso que achei que o ritmo do filme cai bruscamente, e o roteiro na segunda parte foca num drama mais melodramático, ficando até cansativo. Para potencializar a segunda parte, incluem um personagem Luke (Lucas Hedges) que chega a fazer par romântico com Emily, mas que não oferece muita química, e a ideia foi mais servir de degrau emotivo para a garota valorizar a sua família que estava arruinada emotivamente. O ponto alto do filme é a primeira parte com o personagem Tyler, sua impulsividade e espontaneidade dada fôlego a trama. O roteiro basicamente, foca no amor: se mata pelo amor, abre mãos de sonhos por amor e se oferece perdão tbm por amor. Com a perda do objetivo de vida em toda a família, o roteiro evoca a necessidade de afeto para todos os seus membros. A direção em geral é eficiente, gostei da câmera rodando dentro do carro e por vezes temos uma dinâmica mais forte, com uma câmera mais nervosa em cenas de impulsividade. No geral, é um filme com uma proposta interessante, mas que funciona bem até a sua primeira metade
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