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Chicago Sun-Times
"Uma Segunda Chance Para Amar" é um dos melhores filmes de Natal dos últimos anos! O filme se beneficia muito de um roteiro cintilante co-escrito por Emma Thompson e da encantadora e fácil de usar Emilia Clarke e Henry Golding.
O Globo
Num primeiro momento, “Uma Segunda Chance Para Amar” parece ser só mais uma comédia romântica. O longa até flerta com o gênero, mas sua narrativa é muito mais uma bela mistura de dois clássicos natalinos: o livro “Um Conto de Natal” e “A Felicidade Não Se Compra”.
Omelete
Sua doçura relembra o auge das rom-coms e deixa um sentimento caloroso no coração que, no fim das contas, é tudo que um filme do gênero precisa fazer.
The Hollywood Reporter
É um remake de gênero de "Xanadu" com Olivia Newton-John dos anos 80. [...] "Uma Segunda Chance Para Amar" não é tão radiante e adorável como "Xanadu", embora possa haver alguns telespectadores impressionados que se lembrarão dele com carinho daqui a quatro décadas.
Observatório do Cinema
Filme roteirizado por Emma Thompson apresenta elenco carismático e intenções nobres, mas peca no ritmo e falha em extrair muito apelo de sua premissa.
Papo de Cinema
Há um esquema bem definido em "Uma Segunda Chance para Amar". Mesmo que atenda a um itinerário surrado, o longa de Paul Feig se beneficia do carisma do elenco, a começar por Emilia Clarke e Henry Golding. A dupla funciona bem como o casal improvável. Tolo e bonitinho em semelhante medida.
Cineweb
Dirigido por Paul Feig o longa conta com a sorte de ter como protagonistas um casal carismático que tem o azar de estar num filme ruim, mas que deverá fazer sucesso. [...] É um filme careta e heteronormativo demais para fazer tributo à obra e ao espírito de George Michael.
New York Times
Feig é um hábil diretor de comédia e ele dá ao filme um pouco de frizz de vez em quando. Mas ele é frustrado pelo romance e pelo truque, e o emparelhamento de Clarke e Golding prova um obstáculo impossível, fazendo até os momentos aparentemente mais simples parecerem muito trabalhosos.
The Guardian
A combinação da música de Michael, uma estética festiva acolhedora, um cenário pitoresco de Londres e um fascínio irresistível sobre o que a trama se transforma tornam o filme meio digerível mas isso realmente é uma decepção desajeitada e sem charme.
Variety
No entanto... por mais que entremos em "Uma Segunda Chance Para Amar" ansiosos para ver um pacote bem divertido, o filme fica aquém disso. Não é tão inteligente, quentinho e afetuoso quanto a versão falsa dessas coisas. É precioso, é forçado.