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Resumo: Animação porcamente renderizada, a qualidade dos diálogos e som no geral é no seu auge confusa e ambígua, os personagens subdesenvolvidos. As músicas do filme são o único ponto positivo, mas não perca seu tempo nem considerando a possibilidade de assistir esse projeto de filme.
Review: A trama é baseada em uma versão (paródia) da história da arca de Noé por Vinicius de Moraes, o que por sí só não é ruim (não sou cristão), mas sim a maneira tacanha e desmoralizante de apresentar uma narrativa que deveria enriquecer a experiência do público infantil ao qual o filme se destina. Faz parte do fetiche dos "diretores progressistas" em, ao mesmo tempo que tentam perverter uma bela história bíblica, colocam pautas forçadas como apresentar conceitos de sexualidade ao público mais vulnerável e inocente, como as crianças.
Foi ficando claro logo em menos de dez minutos de filme quando a personagem questiona o mandamento divino de incluir um casal de cada espécie, dizendo não ser justo com os animais "lgbtqi+", que a lacração havia chegado no filme para ficar. O par de ratos tentando se passar por "casal", algo originalmente cômico tem agora um tom de homossexualidade, assim como um personagem barata que também parece hiperssexualizado. Enfim, isto está por todo o filme, como algo onipresente, pairando na trama.
Tirando a questão ideológica de lado por um instante, vamos aos méritos técnicos do filme em si. A forma como o filme foi renderizado não condiz com uma grande produção. A sensação de ver o filme é a mesma de quem assiste um video FullHD com uma conexão de internet discada, tudo é travado, sem fluidez, causando a impressão de algo feito de maneira improvisada e econômica.
A dublagem dos personagens, é ao mesmo tempo excelente e horrível ao mesmo tempo, o luxo e o lixo. Os diálogos do leão Baruk (dublado por lázaro ramos) tem frases e palavras praticamente impossíveis de crianças assimilarem por conta dos trejeitos forçados e desconexos. Rodrigo Santoro como Vini foi sensacional, assim como Débora Vieira interpretando a sedutora baleia e Seu Jorge no papel de "deus". Agora a performance do Bruno Gagliasso como a andorinha Kilgore foi patético e descabido, uma dicção terrível que tornava o entendimento sofrível. No geral, devido à forma que o áudio foi tratado, a clareza e fluidez das conversas infelizmente não foi uma prioridade do orçamento do filme, assim como a pífia renderização, deixando pouco a se salvar.
O que me leva ao meu último ponto, o que se salva no meio disso tudo? Felizmente nem tudo se perde. Se por um lado existe um verdadeiro mar de lacração forçada pra ganhar verba governamental e agradar o público lgbt e garantir a verba da lei Rouanet, existe também o talento musical nato do brasileiro que habilmente tomaram emprestado para compor as canções do filme. As músicas são realmente bem compostas, algumas tem seu charme e DNA do mpb, outras mais atuais, contemporâneas. Mas como o que me chamou a atenção para o filme foi o fato de os dois ratinhos protagonistas serem músicos talentosos, acredito que isto pelo menos foi o ponto positivo do filme.
Apesar disso, no geral, impera após o filme a indignação com a perfídia dos diretores em destruir tão bela narrativa com sua ganância em perverter o público infantil. E fazendo isso da maneira mais porca possível, sem nenhum recurso mais sofisticado, nenhuma beleza fora a música, o que torna esta experiência cinematográfica extremamente pobre e vulgar.
Review: A trama é baseada em uma versão (paródia) da história da arca de Noé por Vinicius de Moraes, o que por sí só não é ruim (não sou cristão), mas sim a maneira tacanha e desmoralizante de apresentar uma narrativa que deveria enriquecer a experiência do público infantil ao qual o filme se destina. Faz parte do fetiche dos "diretores progressistas" em, ao mesmo tempo que tentam perverter uma bela história bíblica, colocam pautas forçadas como apresentar conceitos de sexualidade ao público mais vulnerável e inocente, como as crianças.
Foi ficando claro logo em menos de dez minutos de filme quando a personagem questiona o mandamento divino de incluir um casal de cada espécie, dizendo não ser justo com os animais "lgbtqi+", que a lacração havia chegado no filme para ficar. O par de ratos tentando se passar por "casal", algo originalmente cômico tem agora um tom de homossexualidade, assim como um personagem barata que também parece hiperssexualizado. Enfim, isto está por todo o filme, como algo onipresente, pairando na trama.
Tirando a questão ideológica de lado por um instante, vamos aos méritos técnicos do filme em si. A forma como o filme foi renderizado não condiz com uma grande produção. A sensação de ver o filme é a mesma de quem assiste um video FullHD com uma conexão de internet discada, tudo é travado, sem fluidez, causando a impressão de algo feito de maneira improvisada e econômica.
A dublagem dos personagens, é ao mesmo tempo excelente e horrível ao mesmo tempo, o luxo e o lixo. Os diálogos do leão Baruk (dublado por lázaro ramos) tem frases e palavras praticamente impossíveis de crianças assimilarem por conta dos trejeitos forçados e desconexos. Rodrigo Santoro como Vini foi sensacional, assim como Débora Vieira interpretando a sedutora baleia e Seu Jorge no papel de "deus". Agora a performance do Bruno Gagliasso como a andorinha Kilgore foi patético e descabido, uma dicção terrível que tornava o entendimento sofrível. No geral, devido à forma que o áudio foi tratado, a clareza e fluidez das conversas infelizmente não foi uma prioridade do orçamento do filme, assim como a pífia renderização, deixando pouco a se salvar.
O que me leva ao meu último ponto, o que se salva no meio disso tudo? Felizmente nem tudo se perde. Se por um lado existe um verdadeiro mar de lacração forçada pra ganhar verba governamental e agradar o público lgbt e garantir a verba da lei Rouanet, existe também o talento musical nato do brasileiro que habilmente tomaram emprestado para compor as canções do filme. As músicas são realmente bem compostas, algumas tem seu charme e DNA do mpb, outras mais atuais, contemporâneas. Mas como o que me chamou a atenção para o filme foi o fato de os dois ratinhos protagonistas serem músicos talentosos, acredito que isto pelo menos foi o ponto positivo do filme.
Apesar disso, no geral, impera após o filme a indignação com a perfídia dos diretores em destruir tão bela narrativa com sua ganância em perverter o público infantil. E fazendo isso da maneira mais porca possível, sem nenhum recurso mais sofisticado, nenhuma beleza fora a música, o que torna esta experiência cinematográfica extremamente pobre e vulgar.
Não vi e não poderei meu tempo. Só o trailer, o resumo 8 os comentários da para ver o lixo, qualidade globo.
Se é Globo fujam.
Se é Globo fujam.
Blasfêmia. Uma blasfêmia contra Deus. É de mais um episódios de "vocês não podem falar de outras religiões, mas o cristianismo nós podemos falar." Me diz, porque vocês sempre tem que tirar sarro do Cristianismo? Porque sempre isso? Ah é, eu já sei, porque são hipócritas. Dizem que respeitam todas as religiões, mas quanto com a fé verdadeira que é Jesus Cristo, vocês querem tirar sarro. Na moral, não assistem esse filme horrendo, principalmente se você é um cristão.
spoiler:
Tratam o Noé como se fosse um mago, zomba e debocham de Deus, um leão exigindo adoração, ou seja, uma idolatria e entre outros.
Não recomendo, filme baseado no livro de Vinicius de Moraes, entretanto deveria ter outro título, pois o título atual nos leva a pensar em um filme voltado para a história bíblica. O que acabamos vendo foi uma história distorcida de mau gosto.
Os efeitos possuem um pouco de lentidão também, tendo muito a evoluir ainda neste sentido.
Os efeitos possuem um pouco de lentidão também, tendo muito a evoluir ainda neste sentido.
PÉSSIMO, "aí que foi inspirando no Vinicius de Morais" e quem disse que a literatura do Vinicius é BLASFEMADORA e DISTORCIDA? Filme Diabólico, onde ZOMBA a Fé dos cristãos.
Nada a ver com o personagem. Filme cheio de ideologias de gênero. Não exponham as suas crianças a esse lixo.
Filme de animação digno da empresa que o produziu, com todos os gêneros e esperandos mesma.
O interesse é o que diz que baseado no livro de Vinicius de Moraes , que deve estar se contorcendo no túmulo , com o gosto musical, um semi plágio do Rei Leão, faltou só por o nome do personagem Mufasa, um filme que meu filho autista, como ele mesmo disse perdeu tempo com em assistir.
Triste realidade você estar no cinema e ver as pessoas se levantando para ir embora.
O interesse é o que diz que baseado no livro de Vinicius de Moraes , que deve estar se contorcendo no túmulo , com o gosto musical, um semi plágio do Rei Leão, faltou só por o nome do personagem Mufasa, um filme que meu filho autista, como ele mesmo disse perdeu tempo com em assistir.
Triste realidade você estar no cinema e ver as pessoas se levantando para ir embora.
Uma pérola do que não presta! Um filme horrível que conseguiu destruir uma estória de Vinícius de Moraes. Não levem seus filhos para ver essa bosta de filme... Deêm preferência para Robô Selvagem, que tem uma mensagem positiva. Conceito UMA MERDA DE FILME!
Para quem é cristão ou tem conhecimento bíblico, o filme distorce tudo o que está na bíblia, linguagem neutra, violência, enganação, dentre outras apologias. Não levem seus filhos
Infelizmente, não é um filme adequado para crianças. O longa apresenta diálogos e cenas desnecessárias que não agregam valor ao público infantil e podem até confundir ou assustar os pequenos. Esperava-se uma abordagem mais educativa e lúdica da famosa história bíblica, porém, o resultado final foi decepcionante.
Recomendo cautela aos pais antes de permitir que seus filhos assistam a este filme. Existem outras adaptações que são muito mais apropriadas e enriquecedoras para o público infantil.
Recomendo cautela aos pais antes de permitir que seus filhos assistam a este filme. Existem outras adaptações que são muito mais apropriadas e enriquecedoras para o público infantil.
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