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Nelson J
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1.977 críticas
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3,5
Enviada em 11 de dezembro de 2020
Filme tenso e asfixiante sobre jovem mantida aos cuidados da mãe devido a diversas doenças e paraplegia. Roteiro bom e final interessante. Vale a pena.
A história dentro do gênero thriller psicológico é bem feitinha com um roteiro simples, nada de especial, mas um bom entretenimento nessa linha, nada mais.
(Insta: @cinemacrica) - Chloe acumula uma série de complicações de saúde: arritmia, diabetes, asma, paralisia. Apesar das previsíveis dificuldades, a garota nutre a motivação de estudar e ingressar na Universidade. As limitações físicas resultam na opção pelo estudo doméstico. À frente de todos os cuidados, incluindo o ensino, está a dedicação materna em período praticamente integral. Seria um elo afetivo comovente, mas a tensão criada desde o primeiro minuto evidencia que essa relação não segue o amor convencional. "Fuja" não é um filme que se propõe em aparar todas as arestas, tampouco embasar com lógica requintada motivações complexas. Em 90 minutos há notável objetividade em evidenciar as incongruências de uma relação de amor teoricamente saudável. O produto é o estabelecimento de um nível de tensão constante num patamar elevado, atributo fundamental para um bom suspense. O êxito é acompanhado de construções cinematográficas não verbais funcionais já que o quadro de personagens se restringe basicamente à mãe e à filha. A urgência em expor faz com que algumas intenções de Chloe sejam percebidas por simples e rápidos enquadramentos, ou seja, o pragmatismo bem aplicado a favor do crescimento acelerado da expectativa. Essas escolhas, entretanto, esbarram no desprezo à verossimilhança e a inclusão de episódios desarmônicos que nitidamente visam a excitação a qualquer custo. A desconexão com a realidade percorre diversas situações, desde o processo de entendimento que a filha tem acerca da mãe bem como a sucessão de falhas e coincidências que viabilizam o ato final. Pode-se alegar, é verdade, que o rigor lógico pode ser relevado para esse tipo de obra. Ainda assim é possível apontar deslizes como o tempo empregado na natureza dos tipos suspenses abordados: muitos dos episódios do embate filha-mãe são competentes, mas quando o olhar migra para a tentativa de gerar aflição pela singularidade das limitações físicas de Chloe a apreensão perde força (A busca pela bomba de asma).Também compromete a qualidade da decupagem de trechos relevantes onde o foco reside demasiadamente sobre a filha, quando seria mais aflitivo a alternância entre planos que contivessem a mãe.
Sarah Paulson em mais uma boa atuação ou seja quase sempre ela está bem. Roteiro é bom, apesar de algumas decisões estranhas da direção, deixando o filme imprevisível, a cena da Van... AFF Mesmo assim temos aqui uma boa edição de um filme de terror com pitadas de drama.
uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe descobre um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?
olha o filme me deixou de boca aberta, como terror acho que está mais para um suspense muito bom, daquele tipo que te deixa sem fôlego
Sarah Paulson cai com uma luva em papeis desse gênero, dessa vez na pele da mãe Diane. A menina Chloe (a atriz realmente é cadeirante) foi uma grata surpresa e possivelmente terá visibilidade para preencher novos papeis. O filme tem seus defeitos, sim, mas são superados pelo seus bons momentos.
spoiler: É impressão minha ou ultimamente temos dito um final exatamente iguais nos filmes? Onde a vingança é paga na mesma moeda?
Mesmo assitindo The Act, que foi uma série completa, espetacular. O filme não é de todos ruim, Sarah Pau é perfeita, mas a história é muito rápida e conclusiva, fiquei com muitos porquês na cabeca.
Mas, algumas coisas não foram abordadas, é muito preciso o filme. Vale pra entreter. Me pretendeu do início ao fim.
Revisitando situações de LOUCA OBSESSÃO (1992), O QUE TERÁ ACONTECIDO A BABY JANE (1964) E TERROR CEGO (1971), FUJA (2021, disponível da Netflix) cumpre o papel de entreter. Claro, os citados foram feitos em outros tempos, quando o mundo era mais vagaroso e o terror no cinema, mais psicológico. O filme atual não possui o mais inteligente dos roteiros, há previsibilidades demais. A mãe, catalisadora de toda a ação, tem passado pouco explorado e a dúvida sobre suas ações (que dura o primeiro terço do filme) poderia ter rendido momentos mais interessantes. Resta à personagem da filha, muitas deduções. As falhas de roteiro e direção, no entanto, conseguem parecer minimizadas graças às duas ótimas atrizes, principalmente a que interpreta a filha - cadeirante também na vida real. Filme que consegue prender e fazer torcer para um final mais inteligente, este também revelando-se pouco original. Mediano, mas diverte.
"filme é bem previsível, apenas o final é MUITO surpreendente, da qual temos uma GRANDE reviravolta". ~Rapaz, essa mulher (Diane Sherman - mãe) é uma louca de pedra!
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