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Uma boa ideia mau executada. por tecnologia e uso de um hospedeiro é possível comandar outra pessoa e fazê-la cometer crimes e se suicidar caracterizando crimes perfeitos, mas os hospedeiros também têm suas particularidades e o filme se arrasta.
A ideia do filme é boa, mas a execução fraquíssima! Me frustrou bastante, porque estava esperando por esse filme um tempão. Fraco e chato!
Filme fraco e confuso que abusa de cenas rápidas com câmeras trêmulas e desfocadas querendo afetar uma qualidade visionária de uma nova linguagem cinematográfica que está longe de ser realidade. A parte Sci-fi não consegue convencer em nenhum momento e o resultado é só um filme aborrecido muito difícil de assistir até o final!
Um pouco confuso. Um pensamento veio à minha mente dp de assistir a esse filme. Quem é o responsável por nossas atitudes, nós ou as influências que sofremos?
A idéia é boa, mas não foi desenvolvido o suficiente, o filme tinha TUDO pra ser INCRÍVEL, mas extraviaram com tudo.
Lento, sem graça, se arrasta com cenas que alguém achou que seria inovador, mas só torna o que já era ruim algo pior. Um lixo digital. Perda de tempo e dinheiro.
O filme é bom, tem uma atmosfera muito boa, faz você viajar que aquilo possa ser real , enfim ....a mulher e os personagens eles sao interpretados de forma brilhante.O problema é que o filme ele não tem uma dinâmica muito boa. Esperava mais lutas, e não gostei do final ....
Possessor é um filme de terror/ficção científica que contou comna direção e roteiro de Brandon Cronenberg. Na trama, acompanhamos Vos (Andrea Riseborough) uma agente de uma organização secreta que usa a tecnologia de implantes cerebrais para habitar temporariamente o corpo de outra pessoa. Tal possessão leva essas pessoas a cometerem crimes e assassinatos a mando de outras pessoas. Em uma de suas missões, Vos possui o corpo de Colin (Christopher Abbott), o namorado da filha de um poderoso empresário que deve ser assassinado. Porém, Vas nao consegue retornar ao seu corpo após término da missão. O cineasta Bradon parece ter seguido os passos do seu pai ao explorar o subgênero Body Horror, na qual apela para uma violência brutal com muito sangue ( isso vemos logo bas primeiras cenas). A direção acerta em apresentar o final de uma missão em que Vos está para que possamos compreender toda a dinâmica ( entre elas a morte da pessoa que vira hospedeiro) e o seu conturbado relacionamento familiar. Vos ainda tem uma relação com seu ex-marido que tem a guarda do seu filho, mas que prefere manter a distância da família devido ao medo das consequências psicológicas que a mesma sofre devido ao seu trabalho. Essas consequências sao mostradas , em flash de assassinato e dificuldade social em coisas simples com a família. Além da constante exigência da empresa para com Vos, sempre requisitada para um novo trabalho. O filme ainda se mantém super interessante no segundo ato, pois Vos agora procura se hospedar no corpo de Colin, que também sofre com seus problemas no trabalho, na qual o seu sogro John (Sean Bean), o colocou em um dos piores setores ( ele observa a vida íntima de algumas pessoas para fins publicitários), além da conturbada relação com sua namorada. Interessante que Vos acaba sentindo isso na pele e provoca um serie de estranhamento para quase todos ao seu redor. Tal situação dificulta Vos de ter um controle total em Colins e isso acaba atrapalhando sua volta ao seu corpo. Daí começa o terceiro ato, que pra mim teve uma queda no ótimo ritmo que vinha tendo. A situação fica confusa, pois hora Vos se mantém no controle e noutrora Colin. O filme volta a ficar mais agradável diante do seu desfecho trágico com a família de Vos. Aqui temos 2 grandes críticas no filme: 1- com relação ao controle do que é colocado como publicidade da empresa de John, lembrando bastante as Big Date, com seus algoritmos controlando tudo. 2- Com a interferência direra da chefe de Vos na trágica situação de sua família, percebemos que quem ganhou foi a empresa em que Vos trabalha, pois percebe-se que a mesma perdeu o vínculo afetivo. Ficando fria, poderá executar melhor as próximas missões. É um filme com um roteiro e direção interessante, além de uma críticas sociais dentro da possibilidade que o gênero do filme propôs. Acredito que a falta de um maior investimento na produção poderia termos uma melhor montagem e melhores efeitos, principalmente no momento em que tivemos a quebra de braços para ter o controle mental do corpo de Colin
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