Na minha opinião, um filme desnecessariamente grotesco e sem muito propósito. Não gostei da atuação, nem do desenvolvimento dos personagens. Não consegui me apegar a nenhum aspecto da história e há vários furos de roteiro. Filme superficial, sem profundidade e sem nexo, que parece existir só para chocar e causar incômodo no espectador. Muito difícil de assistir até o final, não somente por ser grotesco como também por ser maçante, entediante, e desnecessariamente comprido.
O terror tem produzido um novo subgênero: O que não dar medo em ninguém!! Foi assim com esse filme, A Bruxa e outros correlatos que são aclamados pela mídia, mas no final das contas não passa por um Terror Nutella que nos são vendidos como cult.
Pode parecer um clip da música "Eduardo E Mônica" do Legião Urbana: "..Festa estranha, com gente esquisita, Eu não estou legal..." ou então um comercial de sabão em pó ou amaciante devido a claridade e limpeza que o filme oferece. Talvez até um comercial de margarina com gente feliz e reunida nos campos. O ponto alto do filme é na dinâmica apresentada. Muitas vezes reclamamos de tanto clichê que os filmes do gênero oferecem, com tanta escuridão e com situações mais absurdas possíveis, como escolher sempre a noite para ir ao "matadouro", aqueles sempre mesmo grupinho, composto de uma ninfeta, um bombado, o brincalhão, a espertinha..que vão morrendo um a um. Em Midsommar, temos exatamente o oposto, fugindo totalmente do tradicional. Nesta obra, há muitas metáforas e simbologias em que teria que assistir mais vezes o filme para tentar decifrar e tem um andamento lento e arrastado em muitos momentos. Achei Hereditário melhor, sendo um filme do mesmo diretor, porém não há como negar que Misommar tem uma bela fotografia e um nova receita de como fazer filmes.
Pois é... Um filme que poderia trazer algo melhor não passou de uma cantiga sueca com mais de duas horas. E não achei o filme ruim igual a maioria daqui; achei ruim porquê ele, apesar de ter um enredo interessante, fica cansativo por conta de tanta enrolação em se narrar a história. Ele poderia ter enchugado o filme em uns 30 minutos sendo mais rápido no desenrolar da trama; talvez ficasse mais atrativo. spoiler: assim que o namorado da garota desapareceu, e deram a desculpa de que foi levado antes porquê só dava pra levar um por vez, ali já saquei que todos morreriam. E depois do pêlo pubiano na torta ficou mais claro. Então porquê enrolar mais e não ser mais direto?spoiler: Fora isso dei duas estrelas porquê o lugar é muito bonito.
Midsommar • Nossa o que rolou? sinto que vou precisar de um mês pra passar o choque. • Sei que estou assim pois foi o meu primeiro terror psicológico • Em termos de fotografia, som e referências ok, mas a perturbação que esse filme causa, deus o livre.
Entendo que o diretor quis fazer um terror inteligente e atual, porém, achei muito arrastado e chato de assistir!
A trama acompanha Dani (Florence Pugh), uma jovem que sofre uma tragédia familiar devastadora e, fragilizada emocionalmente, viaja com o namorado Christian e seus amigos para a Suécia. O grupo participa de um festival pagão de verão que acontece a cada 90 anos, em uma comunidade isolada chamada Hårga. O que começa como uma experiência cultural exótica logo revela práticas macabras e rituais de sacrifício, expondo tanto os segredos da seita quanto as fragilidades do relacionamento de Dani.
Muitos dizem que Midsommar é um daqueles filmes que ou você ama ou você odeia. Eu discordo, porque estou no meio das duas opções. Comparado com a obra anterior do diretor Ari Aster, Midsommar é um filme lento, e demora pra compensar o espectador com verdadeiros "acontecimentos". O filme trabalha muito com a paranóia e a ignorância dos personagens sobre a tribo que vão visitar. Para muitos isso é o ponto forte do filme, porém não é. Essa paranóia é lenta e até um pouco sem graça, e te deixa desanimado com o andamento da história. Existem duas ou três cenas que te deixam chocado, mas com certeza não compensam as duas horas e meia de duração. Depois de ver alguns vídeos sobre o filme, passei a gostar um pouquinho mais, mas não o suficiente pra dar uma nota mediana. Se você estiver interessado em assistir Midsommar, só assista se tiver duas horas de tempo livre sobrando, pois não é aquele filme que vai te pesar na mente. Você termina o filme e é como se não tivesse assistido nada. Ao invés de perder seu tempo, assista o Hereditário, que é o outro filme do diretor e é de fato uma obra prima do terror moderno.
Outra releitura de The Wickerman. Fotografia e figurinos ótimos mas a história em si é arrastada, sofrível em vários momentos, tanto que em alguns momentos não se diferencia se tratar de uma ficção ou de um documentário.
2 horas de vida perdidas pra assistir uma porcaria dessa. Que filme horrível! Tudo malfeito. Enredo enfadonho, final sem reviravolta. Final péssimo. Quem procura entretenimento fuja desse filme. É só pra ter raiva.
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