Casablanca
Média
4,5
1139 notas

101 Críticas do usuário

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Cilania
Cilania

326 seguidores 219 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Nem tenho o que comentar a mais que Francisco Russo, somente digo o filme é muito lindo, bom demais!!!
Marco
Marco

4 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Casablanca é um clássico imperdivel. Um filme "menor" que acabou se tornando imortal por detalhes e escolhas bem feitas. A começar por Igrid Bergman. Um dos rostos mais bonitos da história do cinema. A primeira cena em que aparece já cativa a todos com a beleza incrivel e discrição. A história muitas vezes é menos importante do que a arte em movimento de um filme cheio de charme, vícios (numa época onde seus malefícios ainda eram pouco conhecidos)... e música inesquecivel. Um filme indispensavel. Existe uma discução eterna sobre qual é o melhor filme de todos os tempos. Ela envolve "Casablanca" e "E o vento Levou". Eu acho que os filmes não tem grande relação... a não ser terem sido feitos numa mesma época. Na miha opinião E o vento levou continua imbativel. Mas Casablanca sempre terá um charme que outros filmes não conseguem copiar.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 2 de maio de 2018
Clássico é classico e ponto. Nostálgico. Bela fotografia e trilha sonora. Com certeza um dos melhores filmes ja feito.
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um dos grandes clássicos do cinema e talvez omelhor filme de todos os tempos. Uma história impressionante, forte e emocionante aocontar o relacionamento entre Ilsa e Rick, com atuações espetaculares de HumphreyBogart, Claude Rains e Dooley Wilson e sob o pano de fundo da Segunda Guerra Mundial e aameaça do nazismo. Impressiona também o fato do filme ser quase que totalmente feito emestúdio. Não há cenas externas mostrando que os personagens estão realmente emCasablanca, no Marrocos, mas isto se torna apenas um detalhe, pois você termina poracreditar piamente que a história realmente se passa lá, mesmo sem provas visuais. Umfilme fantástico"
Catarina T.
Catarina T.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de maio de 2024
Melhor filme de época, indico para todo mundo, nada melhor do que assistir esse filme tomando um mate doce
Lucas Costa
Lucas Costa

6 seguidores 32 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de setembro de 2021
Um dos grandes clássicos da história do cinema. Mesmo após quase 80 anos, tem um ótimo ritmo de desenvolvimento se comparado aos padrões atuais.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 11 de março de 2013
Ótimo filme, um clássico do cinema mundial! Um dos 3 melhores de toda a história do cinema estadunidense pela AFI. Uma obra prima do cinema!
Bismark L.
Bismark L.

3 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2015
A cidade de Casablanca é a rota obrigatória de quem está fugindo dos nazistas na Segunda Guerra Mundial e de quem pretende ir pra América viver longe desse caos, porém não é fácil sair de Casablanca e é lá que Rick vai reencontrar Ilsa, anos depois de terem se apaixonado e se perdido em Paris.
Casablanca é rota obrigatória de quem ama a sétima arte e de quem aprecia um bom roteiro, uma boa história, uma boa edição e uma excelente parte técnica.
O filme mostra dois lados, os efeitos da Segunda Guerra Mundial e uma história de amor por traz dos conflitos. O filme soube utilizar esses dois temas muito bem, sem que perdêssemos o foco de cada lado, isso se deve ao belo roteiro que o filme apresenta.
O roteiro é muito bom, nos faz ficar em meio á tela querendo saber como será o desfecho da trama e principalmente qual será o destino de Rick e Ilsa. Como na maioria dos bons roteiros, o filme contém um final excelente com suspense, surpresas e dúvidas, que já nos deixa satisfeitos com o desfecho da grande história que é Casablanca.
Um dos pontos fortes do filme é a sua fotografia, o Preto&Branco enfatiza e deixa mais nítida na hora que assistimos. Manhattan de Woody Allen é um exemplo de filme que faz isso muito bem. A fumaça do cigarro sobre a luz ressalta ainda mais essa parte técnica, que deixa qualquer fotografia mais bonita. Vemos muitos filmes utilizando esse mesmo elemento, como por exemplo, A Invenção de Hugo Cabret de Martin Scorsese. O filme ainda tem um recurso muito bem utilizado que poucos filmes sabem utilizar tão bem quanto Casablanca, estou falando do jogo de luzes, o efeito ótico utilizado é mais um dos pontos fortes tecnicamente que o filme apresenta e mais uma vez o Preto&Branco enfatiza esse recurso.
Casablanca merece uma atenção especial por todos que amam a sétima arte, pois é um filme que marcou o cinema e é sem dúvidas um dos maiores clássicos da história, com atores que fizeram muito bem seus papéis, dando vida a um dos maiores casais do cinema. Conforme o tempo passa, o filme ainda é a mesma velha história, um combate por amor e glória, um caso de faça ou morra, o mundo sempre dará boas-vindas aos amantes Rick e Ilsa, com o passar do tempo... (As Time Goes By)
Nino G.
Nino G.

4 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de junho de 2017
Casablanca é um mundo utópico, uma grande metáfora sobre a vida que é ao mesmo tempo, o limbo ligando o inferno ao paraíso.

Em "Adaptation" de Spike Jonze, "Casablanca" é referenciado como uma obra-prima para aqueles que querem estudar e criar um roteiro, a consideração é feita pelo professor de roteiros Robert McKee (Brian Cox), e sem dúvidas: é.

O clássico de 1942 dirigido por Michael Curtiz, atravessa os séculos como máxima referência da sétima arte, principalmente pelo desenvolvimento de sua história, um primoroso roteiro que segue a estrutura clássica linear (começo, meio e fim), e que sabe tirar partido disso ao provocar pequenas quebras da linearidade, ao desenvolver uma história dramática, cujo passado não conhecemos, mas que é peça fundamental e que interfere nas decisões e nas características de uma personagem, e um futuro incerto, mas com possibilidades claras. Sabemos os caminhos disponíveis para os protagonistas, mas qual será o escolhido e o motivo, isso só conheceremos ao término da película. O roteiro é baseado na peça "Everybody Comes To Rick's", sendo desenvolvido em três mãos, por Julius J. Epstein, Philip G. Epstein e Howard Koc. Uma curiosidade é que o texto da peça só chegou a ser montada (anos) depois, e os direitos para o cinema foi um dos maiores valores pagos na época.

Uma grande sacada do roteiro é justamente não se levar tão a sério, "Casablanca" inicia com uma narração irônica, próxima das comédias que parodiam guerras, e em diversos momentos temos esse ar jocoso nos diálogos das personagens, tal como Richard Blane (Humphrey Bogart) que satiriza sua condição de homem abandonado ou da condição transitória e de espera da grande sala de conexões que é o "aeroporto Casablanca". Porém, o roteiro comete o deslize justamente ao querer apresentar o mundo externo através de flash black, um recurso que não agrega nada de interessante ao filme, mas é uma saída fácil para tentar esclarecer fatos importantes do passado, ainda assim, algo que um roteiro tão brilhante e uma direção precisa, poderiam ter solucionado com outros meios.

Um recurso próspero utilizado para compor a iluminação do filme, é a ideia da lanterna de um farol, que reflete seu giro por toda aquela cidade, embora espacialmente falando, a luz desse farol revela que Casablanca é tão curta quanto a extensão entre dois braços abertos, porém, é clara a proposta do diretor Michael Curtiz que com a direção de fotografia de Arthur Edeson, criam uma atmosfera de ocultismo, e que tal como as personagens, só temos vestígios de sombras, não são claras, tal como os lapsos de iluminação, que pouco a pouco revela algo. Outro ponto que colabora na iluminação e fotografia adotada, é a total superficialidade empregada, estamos em uma cidade do Marrocos, onde a luz solar é forte e farta, mas como "Casablanca" foi rodado em estúdio, e também se propõe aos traços de uma cidade superficial, sua iluminação é composta por abajures, lustres, lamparinas, brilhos e faróis e raramente temos reflexos do sol. Essa artificialidade é sentida igualmente na direção de arte realizada por Carl Jules Weyl, que dentro do que seria cenários internos e externos, trabalha com oposições muito definidas, nos ambientes internos temos a riqueza de detalhes, como no bar "Ricks Café American" ou "Club Owner Signor Ferrari", nesses ambientes tudo é muito luxuoso e grandioso e bem explorados em planos abertos ou na minúcia de close's revelando um belo trabalho de composição de imagens e de Mise en scène.

A trilha sonora é marcada pelo clássico "Como o Time Goes By" e La Marseillaise, o hino nacional da França. Ambos ganham "status" para além de trilha sonora, tornam-se “leitmotiv”, e gerando certo incômodo, no terceiro dedilhar de La Marseillaise mais do que saber que ali estão os franceses ou que é uma busca de enaltecer a França, sabemos que é uma insegurança por parte do diretor de esclarecer pontos que já se estabelecem seja pele local frequentado ou pelo fardamento que as personagens utilizam (exemplo: diferenciar soldados alemães dos franceses). Porém, o ápice de exaltação do hino nacional da França, ocorre quando é utilizado para provocar os Alemães, capaz até de unir os franceses que estão no Rick café e sob domínio Alemão.

Humphrey Bogart como Richard Blane, Ingrid Bergman como Ilsa Lund Laszlo e Paul Henreid como Victor Laszlo, conseguem se destacar individualmente, e as origem estrangeira de cada ator favorecem o jogo clandestino e migratório inerente ao filme. Se separadamente cada ator se destaca, a combinação em um triângulo amoroso funciona ainda mais, e divide muito o espectador para o favoritismo amoroso da personagem de Ilsa, pois, tanto o charmoso Blane e o heróico Victor são carismáticos e com qualidades divergentes, mas que juntos só complicam ainda mais uma posição que colabore em determinar com quem Ilsa deve ficar. Nenhum destes personagens tombam em uma balança maniqueísta para o lado ruim. Alguns são cínicos, algumas mentiras, alguns matam, mas todos são resgatados e suas decisões, por mais que difíceis, são fáceis de entender.

Casablanca é um mundo em miniatura, em que desejos, pecados e impulsos básicos universais, para o bem e para o mal, estão envolvidos em “glamour”, “suspense” e estilo.
Leomagno S.
Leomagno S.

2 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
Uma bela estória que finda de forma imprevisível. A truculência de Rick e os olhos marejados da Ilsa são marcantes e dificilmente sairão das mentes dos amantes do bom cinema. Isso tudo ao som de As Time Goes By....
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