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Angélica
1 crítica
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5,0
Enviada em 2 de janeiro de 2024
Perfeito o filme em tudo! Há tempos não via algo tão bem feito! O Maestro real, um gênio musical! Seu amor pela esposa e por pessoas é muito lindo! Como todo gênio é uma personalidade complexa! E o que é o trabalho desse diretor, que também participou do roteiro e é o protagonista com tanta Maestria? É simplesmente fantástico! Nem uma única crítica sobre absolutamente nada!
Muito ruim. Filme arrastado demora meia hora pra vc conseguir entender alguma coisa, e depois continua sonolento, se vc esta com problemas de insônia, pode assistir que dorme rapidinho. Mas como Hollywood adora filmes assim bobeou ganha o Oscar porque a fotografia e a trilha sonora são bonitas.
Que filme lindo!! Chorei horrores no final. Amei a profundidade do roteiro, as interpretações, o Bradley Cooper está simplesmente perfeito no personagem. Roteiro, ambientação no tempo e espaço, fotografia tudo mto bom. Recomendo muito.
Não vou dar nota mínima. Porque eu achei chato e não consegui ver até o final. Por causa disso, dou 2 estrelas pela possibilidade de que talvez o filme tenha melhorado em algum ponto. Fora isso, para quem é fã, talvez seja interessante e eu esteja falando besteira, mas reitero que fiquei bastante entediado.
Filme inicialmente bom, bem dirigido, boa fotografia, bom som (nada sobre efeitos especiais), boas interpretações. Mas parece que foi feito para gays. Não há nenhuma demonstração do que Berstein sabia fazer: compor, reger e tocar. Exagerado na sexualidade do mesmo que nunca foi motivo de publicações. Não aprofunda no artista. Prefere mostrar beijos e carícias exageradas no filme. Isto mudou a minha opinião. Vai ganhar oscar com certeza. O mundo artístico adora. O público que conheceu Leonard Berstein, vai se decepcionar e muito.
"Maestro" é a aposta da Netflix para premiações como Oscar e Globo de Ouro, dirigido e estrelado por Bradley Cooper. O filme abrange aproximadamente 40 anos da vida de Leonard Bernstein, compositor e maestro da Filarmônica de Nova York. Interpretado por Cooper, Bernstein é apresentado como um gênio musical cuja carreira deslancha de forma magistral desde o início, sem grandes dificuldades aparentes. No entanto, ao longo do filme, a representação de Bernstein sugere uma complexidade na compreensão de sua verdadeira essência, indicando que ele sempre parece estar interpretando um papel que não é ele mesmo, mesmo na velhice. A narrativa busca explorar as camadas e nuances da identidade de Bernstein ao longo de sua vida, adicionando uma dimensão intrigante ao retrato do renomado músico.
Mesmo com as grandes interpretações do Bradley Cooper e da Carey Mulligan, e destaque positivo para a maquiagem e direção de arte, o roteiro simplesmente não engrena, não captura a atenção. O enredo não segura um ritmo, tem mais baixos que altos. Com muitos ingredientes para ser um grande filme, se revela um tanto decepcionante.
Gosto muito de filmes bibliográficos, pois costumam ser intensos e emocionantes, já que retratam a vida de uma figura que no mínimo teve uma vida bem interessante. Apesar de Leonard Bernstein ter sido uma grande figura (veja no wikipedia), não achei que o filme foi tão intenso quanto as orquestras que ele regia, pra mim faltou mais emoção. Apesar disso, Bradley Cooper e Carey Mulligan fizeram uma grande atuação, ambos com chance de levar o Oscar de melhor ator/atriz. A melhor cena do filme é a do Bradley Cooper regendo em toda sua plenitude, segundo uma curiosidade que vi, ele estudou 6 anos de como se reger uma orquestra para fazer essa cena. Filme regular.
Atuação brilhante, ambientação excelente, musica espetacular , roteiro focado nas lutas interiores que um artista fora da caixa percorre durante a passagem pela vida. As carências misturadas com as contradições são o leito para evidenciar o amor verdadeiro e incondicional.... Merece o Oscar!!!
Odiei o filme. Discursos nada coerentes, passagens sem explicação, e foco exagerado na sexualidade e vida pessoal, quando seria tão mais interessante um foco no seu trabalho e percurso profissional. Parece que hoje em dia se fazem filmes sobre gays só porque são gays, e não porque têm uma história de vida/obras interessantes.
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