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Phelipe A.
64 seguidores
135 críticas
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4,0
Enviada em 12 de maio de 2022
A Disney/Pixar nos presenteou com sua nova produção Red: Crescer é uma Fera (Turning Red), uma animação delicada e muito divertida que conversa diretamente com as meninas mostrando o conturbado período da puberdade e que todos seus medos podem ser superados com laços de amizade e familiares.
Em Red: Crescer É uma Fera, a adolescente Meilin “Mei” Lee se transforma em um grande panda vermelho, em uma ótima representação de todas as mudanças e transformações no corpo e mente de uma garota de 13 anos. Uma premissa muito parecida com outras animações famosas onde somos apresentados a mudanças dos personagens com animais antropomorfizados. Dessa vez o estúdio consegue nos entregar uma historia agradável e muito atemporal, com uma protagonista carismática e baseada em animações asiáticas representando a cultura de forma respeitosa.
O longa aborda o amadurecimento de Meilin mostrando suas dificuldades emocionais e o doloroso processo de transição para a vida adulta enquanto a menina precisa lidar com suas inseguranças enquanto está dividida entre os afazeres com sua mãe, em honrar as tradições familiares e superproteção materna, além de todas suas vontades de jovem adolescente que quer sair e ver sua “Boy Band” favorita (inspirada em bandas como Backstreet Boys, N’SYNC) junto com suas melhores amigas. A animação se passa no início dos anos 2000 e muito da cultura pop da época é retratada, trazendo a nostalgia que os mais velhos adoram, enquanto consegue tratar temas infantis com delicadeza e muito humor asiático.
Uma animação bastante representativa e muito bem dirigida Domee Shi e produzida por sua equipe formada somente por mulheres, Red: Crescer é uma Fera vale ser assistido com a família toda, pois consegue nos fazer rir, chorar e ficar torcendo para que tudo de certo no final, sem forçar a barra como estava acontecendo nas ultimas animações do estúdio.
Este filme é divertidíssimo! Ele entrega literalmente tudo, ele é fofo, ele é engraçado e divertido ao mesmo tempo e traz aquela reflexão típica nos filmes da Disney. Disney sendo Disney né meus amigos! Eu adorei e recomendo demais..
Para mim essa talvez seja a animação mais fraquinha da Pixar dos últimos anos, não que seja ruim, só não tem o mesmo nível de outras mais recentes. Red: Crescer é uma Fera tem seus momentos divertidos e seus ensinamentos, mas nada do que já não tenhamos visto antes, é meio arrastado em alguns momentos, mas consegue nos descontrair, bom filme.
Pais com muitas cobranças e altas expectativas geram filhos pressionados, caóticos e infelizes. É um bom filme. Se você tem um vontade de mandar uma mensagem para sua mãe, esse é um bom filme para lhe mostrar.
Maravilhoso, sensacional, incrível, esse com certeza entrou para os dez mais da minha lista preferida. Filme para toda a família. História (até onde sei) muito original, animação fantástica, cenas cômicas na hora exata, início, desdobramento, drama, clímax e desfecho tudo muito bem organizado em uma comédia magnífica. super indico a quem curte filmes do gênero. Perfeito, amei de mais.
Adotando uma nova técnica de animação com traços arredondados, somados de tons pastéis e uma dose de nostalgia para aqueles que vivenciaram os anos 2000, 'Red: Crescer é uma Fera' apresenta uma história com muito coração e encara, de forma fiel, temas presentes na fase da adolescência, como puberdade e menstruação.
O novo longa da Pixar traz novamente a questão levantada por outras produções do estúdio: animação não é apenas para crianças
O filme de Domee Shi, traduzido no Brasil para Red: Crescer é uma Fera, narra a jornada de Meilin Lee (Rosalie Chiang), uma garota de 13 anos com ascendência chinesa, vivendo em Toronto no Canadá. Com muito bom humor, referências aos anos 2000 e, claro, à pré-adolescência, o filme é um deleite e atinge muito bem a proposta almejada. A premissa é básica, porém contém diversas camadas construídas ao longo do caminho.
Meilin herdou de sua mãe a habilidade de se transformar num panda vermelho à medida que controla suas emoções; um legado de diversas gerações. Entretanto, essa dádiva é vista como um inconveniente pela família Lee, visto que “Meimei”, como é chamada, é apenas uma criança. Com a ajuda de seu grupo de amigas: Miriam (Ava Morse), Priya (Maitreyi Ramakrishnan) e Abby (Hyein Park), Mei explora cada faceta de seu panda. O quarteto apresenta uma química fantástica: cada uma das garotas tendo uma personalidade única e distinta, mas quando juntas, formam uma rede de apoio e amor dignos de verdadeiras amizades. Entretanto a mãe de Mei, Ming (Sandra Oh), desaprova a relação das garotas, além da grande paixão das jovens pela boyband fictícia 4*Town, considerando más influências para a filha.
Tendo isso como ponto principal do longa, são trabalhados na animação diversos temas importantes para o público de diferentes idades. O trauma geracional, representado pelo panda e pela superproteção da mãe podem ser notados em diversos momentos. Há conversas sobre suprir expectativas dos pais, a busca constante de aprovação e as ansiedades provocadas por isso. O panda é uma metáfora clara da maneira que os personagens não sabem lidar com certas emoções, ignorando seus momentos sombrios e reprimindo parte de si para se encaixar em padrões. Pode-se perceber também a dificuldade dos pais em lidar com o crescimento dos filhos e desenvolvimento de suas personalidades fora do núcleo familiar. Mesmo tocando em debates profundos, o longa consegue trazer isso com naturalidade e fluidez. Outro momento destaque, é a cena em que Meimei acorda como panda pela primeira vez, e seus pais acreditam se tratar de menstruação. Um tabu em muitos lugares, é desenvolvido com humor e leveza, mostrando que há sim como falar no assunto de forma tranquila para adolescentes entrando na puberdade.
De maneira mais técnica, o filme mescla diversos estilos de animação, ignorando o padrão Pixar de hiper-realidade. Com expressões faciais exageradas, engraçadas e no estilo anime, além de cenários compondo cenas visualmente belas e muito coloridas, sendo um espetáculo visual para o espectador. A trilha sonora original ajuda a criar a atmosfera nostálgica do início dos anos 2000, com músicas da época e novas canções originais de Billie Eilish e Finneas O'Connell, que compuseram as canções da banda 4*Town: Nobody Like U, U Know What’s Up e 1 True Love.
A obsessão por bandas pop, o início do interesse por meninos, as dificuldades em lidar com as mudanças corporais e até as personalidades presentes no filme, conseguem criar um retrato fiel de como é ser uma menina de 13 anos aprendendo a viver nessa fase turbulenta e traumática que é a adolescência. E para o público mais adulto, traz uma montanha-russa de emoções, como o pertencimento a uma era já passada, constrangimentos comuns e a diversão de ser jovem.
Ana Gabriela Oliveira - aluna de Comunicação Social - Jornalismo - UFSJ
Gostei demais desse novo gênero de animação, por favor façam mais desenhos desse gênero de transição de criança pra adolescente pfvr muito boa a história e eu peguei um vício nesse desenho, já assisti umas 9 vezes (SEM BRINCADEIRA) é uma fera esse desenho e os efeitos especiais do desse desenho é inovador
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