O Diabo de Cada Dia
Média
4,1
606 notas

70 Críticas do usuário

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gabrielly d
gabrielly d

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4,0
Enviada em 20 de setembro de 2020
MUITO BOM O FILME ! Mostra a alienação e lavagem celebral que certos religiosos fazem nas pessoas! Comi são endeusados mesmo sendo pessoas comuns como qualquer outrA.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de dezembro de 2020
Ótimo elenco, boas atuações e uma trama que te prende do inicio ao fim, isto sem falar na maravilhosa trilha sonora e fotografia, O Diabo de Cada Dia é um ótimo filme da Netflix, mesmo com alguns clichês e deslizes, é um filme intrigante e que vale a pena ser visto.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de outubro de 2020
Por um momento tinha achado que era um filme do Tarantino. Muito sangue, tudo ao extremo e essa narrativa que vai ligando uma história na outra, fez o filme render muito bem. Tom Holland está ótimo no papel. Uma crítica certeira ao fanatismo religioso. Preciso e pertinente.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de outubro de 2020
O filme é excelente, com um roteiro muito bem traçado, não deixando em instante algum o expectador se perder nas idas e vindas do filme. Possui um boa direção, fotografia e trilha sonora, enfim tudo bem feito para contar a história da maldade que as pessoas tem dentro de si para matar o diabo de cada dia que temos diante de si. O único defeito do filme é o personagem do Robert Pattinson que não convence (aliás é muito convencido isso sim) como um pastor salafrário e o fato do filme inteiro ser narrado, o que por vezes torna-se um pouco cansativo. Mas não deixa de ser um grande filme com cenas impactantes e uma história perturbadora sobre o fanatismo das pessoas, escondendo a maldade que existe dentro de cada um. SUPER RECOMENDO!!!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 27 de setembro de 2020
Um daqueles filmes que te faz pensar, O Diabo de Cada Dia, traz discussões muito importantes sobre fantismo religioso e outras questões da sociedade. É extremamente bem feito e atuado. Não é muito agradável de assistir, até por causa dos temas que aborda, mas não deixa de ser um filme muito necessário. Recomendo!
Artur V.
Artur V.

32 seguidores 166 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de maio de 2021
Ótimo filme. No entanto, não gostei da atuação (bem fraca) do Tom como protagonista, desconforme às demais.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 884 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de setembro de 2025
O diabo de cada dia contou com a direção e roteiro de Antonio Campos, baseado na obra de Donald Ray Pollock. O filme é ambientado no final da Segunda Guerra Mundial, e acompanhamos Willard (Bill Skarsgärd), um veterano de guerra que não consegue salvar a sua esposa com câncer e acaba deixado o seu pequeno filho órfão. Agora crescido, Arvin (Tom Holland), segue morando com sua avó, mas pode está na mira de um casal de serial killer que mata a quem eles oferecem carona. Com arcos e personagens bem desenvolvidos, a narrativa aos poucos vai conectando a história a ponto de iniciar o terceiro ato e percebemos com clareza a ligação de praticamente todo o elenco do filme. Com boa transição de tempo, com trocas de figurinos, o filme também mostra a mudança na categoria de fé religiosa. Sendo uma roupagem nova daquilo que seria “o pai nosso de cada dia”, agora “o diabo de cada dia” nos mostra a face crua, corrupta e suja do ser humano comum. Cada momento da história contada na trama tem o seu diabo, mas que os personagens se isentam da culpa, colocando a responsabilidade em Deus. O filme traz bons nome como Robert Pattinson e Jason Clarke.
Gabriel T.
Gabriel T.

6 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de setembro de 2020
Mesmo com uma corda, talvez não fosse possível amarrar tão bem os núcleos da história dessa adaptação da Netflix quanto o roteiro é capaz de fazer.

Baseado em um livro homônimo de Donald Ray Pollock, dirigido pelo diretor meio-brasileiro, Antonio Campos, e com grandes nomes no elenco, O Diabo de Cada Dia nos impressiona com o equilíbrio entre a linearidade e o fluxo cíclico de seu sórdido suspense.

Com a mistura do fanatismo religioso e do hedonismo no centro da obra, a história se desenlaça com uma série perturbadora de terríveis escolhas e suas consequências com característica superiores.

Envolvendo guerras travadas entre os homens e com o próprio Deus, independentemente da religião ou da falta dela, como visto em um os personagens do filme, o prazer luxurioso ou o sentimento de satisfação pela rigidez dogmática de uma crença superior formam paralelos nitidamente contrários, mas com um encontro inevitável.

No roteiro, um soldado volta para casa, atormentado pelos terrores da guerra. Em determinado restaurante, encontra o amor de sua vida em uma garçonete que é solicita aos apelos dos necessitados. No mesmo local, um fotógrafo aventureiro e perfeccionista se depara com outra apaixonante e sedutora garçonete atraindo-a com sua harmonia.

Um perderá a esposa para um câncer após súplicas brutais a Deus, com direito à sacrifícios e abusos rogando que o fizesse desaparecer, e o outro iniciará uma onda de voyeurismo atrelado à assassinatos brutais por muitos e muitos anos.

Fruto de um desses encontros temos a figura do jovem rapaz abusado pela religiosidade falha, fervorosa e de pouca duração de seu pai.

Paralelamente, temos a órfã moça que se entrega à adoração de um pastor exagerado e temente a Deus. Em mais um encontro despretensioso entre religiosos, temos a insanidade e a descrença surgindo do excesso de crença levando à um assassinato e à outra garotinha órfã, como no ciclo de sua própria mãe.

De encontro a essas duas crianças, ocorre o crescimento de uma relação pura entre irmãos de criação, logo afetada fatidicamente por mais um pastor que emerge à frente de sua falsidade e sedução.

Na produção, a todo o momento, somos apresentados à acasos do destino e a escolhas ativas sobre suas ações e acontecimentos. De qualquer maneira, decidindo agir ou sendo coagido a tal ato, não há um único “santo” ou inocente que não seja vítima de suas próprias ações em nenhuma região de encontro das duas cidades americanas ambientadas na obra.

Nem mesmo a pobre vítima de um suicídio que não era para ter ocorrido pode manter esse título por muito tempo. As ações que levaram a esse fim foram não só aceitas como a própria corda foi literalmente suspensa e amarrada em seu pescoço por suas próprias mãos.

Com alegrias passageiras e perturbações extensas durante toda a trama, praticamente sem descanso para tamanha aflição infligida a seus protagonistas e coadjuvantes, as atuações de seu elenco podem realmente te fazer acreditar que tanto sofrimento ou apatia a ele esteja realmente sendo sentido por todos. - Talvez nem tanto para a atuação de Robert Pattinson que não parece saber muito bem o papel a que está interpretando até os últimos momentos.

Ao final da obra, mais um encontro entre os extremos cíclicos da obra. Dois homens amargurados pela perda de suas respectivas irmãs. Nenhum inocente, mas um mais mal intencionado do que o outro, se reencontram no primeiro lugar onde foram conectados em suas vidas. Dessa vez, pela mesma motivação, mas com propósitos intensamente distintos.

Com um chegando para matar e o outro tentando apenas viver, fazendo tudo a seu alcance para isso, mais um conjunto falho de escolhas e atitudes pessoais é conectado nesse conjunto de histórias em que, aparentemente, não há nenhuma ligação, e com certeza, não há nenhum benefício.

Uma energia crescente que não se desenha uma linha reta, o filme amarra as peças de um quebra-cabeça em uma única linha formando um círculo muito bem montado, conectando cada peça da maneira a se encontrarem da forma mais feroz e imperceptível possível.

Assassinando o maniqueísmo e nos apresentando uma visão puramente baseada no prazer e nas falhas de seu fanatismo, seja ele mundano ou religioso, em nenhum deles na trama de O Diabo de Cada Dia, qualquer um de seus personagens pode ter um selo de “boa pessoa” atribuído a si em nenhum de seus dias.
Gil Nascimento
Gil Nascimento

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de janeiro de 2021
Um filme com um elenco de peso, contando com os nomes de Tom Holland, Robert Pattinson, Bill Skarsgard, Sebastian Stan, dentre outros. Esse longa tem o tempo preciso para desenvolver a obra, possuindo três núcleos que vão se cruzar em algum momento, o diretor tem um timing preciso para desenvolver cada uma das histórias, que tem em comum um enredo enraizado em fé e na corrupção humana, para alguns a trama pode aparentar ser uma crítica a instituições religiosas e ao cristianismo como um todo, mas o filme não se limita e nem tenta isso.

O que o filme demonstra é como a fé muitas vezes cega em momentos de desespero podem levar a pessoa a cometer barbáries, como assassinar o cachorro do filho na tentativa de curar a esposa de câncer ou de assassinar a própria esposa crendo que possui poderes de ressureição, ou de utilizar a poder de chefe religioso para coagir adolescentes e assim abusar sexualmente delas.

Com atuações convincentes e maravilhosamente efetuadas, principalmente por Robert Pattinson e Tom Holland e uma direção bem conduzida e com seu ritmo que condiz em como é a vida no interior, esse é sem sombra de dúvidas um dos melhores filmes de 2020.
Alan R.
Alan R.

4 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de maio de 2021
Bom filme, com uma narrativa que te prende do início ao fim. Com pontos que estão interligados... Um dos melhores filmes de 2020, principalmente para aqueles qur gostam do gênero.
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