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Viviane B
14 críticas
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4,0
Enviada em 4 de abril de 2026
Não entendo, o povo fala maravilhas de filmes péssimos como "Mad Max Estrada da Fúria" e chega um filme como A filha do rei do pântano, filme incrível, muito bem conduzido pelo diretor Neil Burger e com atuações muito boas de Daisy Ridley, Ben Mendelsohn, Garrett Hedlund e fazem críticas injustas e cabeludas!!! Realmente não dá pra entender.
A filha do rei do pântano é um drama com contornos de suspense que foi dirigido por Neil Burger e contou com o roteiro de Mark L. Smith e Elle Smith. Na trama, acompanhamos Helena (Daisey Ridley), uma jovem mãe que acaba tendo que confrontar o seu passado, pois o seu pai Jacob (Bem Mendelsohn) fugiu da prisão. Jacob, conhecido como rei do pântano, sequestrou a mãe de Helena para um local isolado no meio do pântano e criou Helena ensinando maneiras de sobrevivência. O filme no início coloca toda as suas premissas para que um bom suspense fosse se desenrolar. Porém, a narrativa nos leva para um drama apostando nas emoções de Helena e como ela reage em meio a todos ao seu redor (marido, filhas e vizinhos). O filme leva o primeiro e segundo ato nisso. O filme até busca com a tensão criada no reencontro entre pai e filha um suspense digno, mas não consegue convencer. Poderiam ter apenas apostado no drama. Precisamos afirmar que Ridley funciona muito bem em papéis de personagens fragilizada ou atormentada com algo. O filme é muito mais do que um simples suspense genérico (algo que entregou no seu terceiro ato), mas fala sobre relacionamentos abusivos.
Um dos melhores filmes que já vi. Ele ensina que sempre devemos honrar a família, então é isso que ela faz. Só fico pensando a coitada dessa mãe, tudo q não passou ...
Um filme onde o trailer causa mais suspense do que o próprio filme. O roteiro peca em alguns trechos, como na transição da Helena criança para adulta e uma falha gigante quanto às algemas na cena de desfecho (era preferível não ter colocado as algemas no filme). Até cria um suspense com o enredo e o cenário, e com ajuda da trilha sonora, mas fica nisso. Vale a pipoca.
Puseram Daisy Ridley para, novamente, interpretar a si mesma em um thriller com genuíno potencial, mas que peça pelos excessos e absurdos quanto às habilidades da protagonista. Agora isso, a menina, vindoura de Projeto Flórida, atua muito bem a ponto de salvar o filme. Na minha opinião, Daisy foi escolhida devido ao typecasting, com sua imagem vinculada à franquia Star Wars, ainda que os produtores, creio eu, saibam que ela não expressa tantas emoções quanto seria o ideal e, por isso, a colocaram nesse filme, que é superparado, lento e demasiadamente neutro. Perfeito para ela.
DAISY RIDLEY é uma ótima atriz e dá conta deste roteiro primoroso que não trabalha com estereótipos, mas sim com a profundidade da personalidade. Não perca!
O trailer engana bastante... dá a entender que é um filme mais animado, mais rápido (até pelo tempo curto) e com um pouco mais de ação, mas achei meio parado, o começo é devagar e cansa um pouco. Além disso, também achei que os personagens secundários foram muito pouco explorados, principalmente o marido da Helena... a história fica muito em cima dela e do pai. É um filme regular, nada demais!
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