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A temática do filme é interessante e fundamental para a época atual, em que a religião evangélica fundamentalista parte para uma disputa real na condição de majoritariedade numérica e política no Brasil. Porém, o filme se perde totalmente entregando-se a cenas de sexo que são totalmente desnecessárias. Aliás, se a temática envolve religião para que cenas de sexo quase explícitos? Totalmente desnecessárias, só contribuindo para uma busca cega por audiência.
Achei muito esquisito também a ideia de troca de casais dentro da igreja. A princípio, o que mais percebemos em igrejas fundamentalistas é um discurso misógino, voltado totalmente para o poder masculino; não sei de onde o autor tirou essa situação em que ele imagina uma sociedade com quase uma igualdade entre os sexos dentro de uma sociedade fundamentalista. A série "O conto da Aia" trabalha bem melhor essa desigualdade entre os sexos do que esse filme.
Poderia ter sido bem melhor trabalhado o filme e a temática.
Achei muito esquisito também a ideia de troca de casais dentro da igreja. A princípio, o que mais percebemos em igrejas fundamentalistas é um discurso misógino, voltado totalmente para o poder masculino; não sei de onde o autor tirou essa situação em que ele imagina uma sociedade com quase uma igualdade entre os sexos dentro de uma sociedade fundamentalista. A série "O conto da Aia" trabalha bem melhor essa desigualdade entre os sexos do que esse filme.
Poderia ter sido bem melhor trabalhado o filme e a temática.
Assisti por indicação de minha amiga Catarina (Salvador - BA). Esperava o pior por conta da temática evangélica e me deparei com um filme surpreendente. O cinema brasileiro está construindo seu futurismo com características próprias e marcantes. Assistam!!!
Mais um lixo brasileiro não sei porque perdi meu tempo vendo isso essas notas altas são do publico lgbt só pode.
Creio que o filme jogou de maneira muito feia com os evangélicos.
As partes de sexo em locais de culto são totalmente desnecessários.
Alguma vez isso é praticado ou sugerido, para no futuro vir a existir swing evangélico?
O sexo explícito também era desnecessário.
O filme tinha tudo para dar certo mas o realizador teve um ataque de insanidade mental na hora de filmar.
Não vale tudo!!!
As partes de sexo em locais de culto são totalmente desnecessários.
Alguma vez isso é praticado ou sugerido, para no futuro vir a existir swing evangélico?
O sexo explícito também era desnecessário.
O filme tinha tudo para dar certo mas o realizador teve um ataque de insanidade mental na hora de filmar.
Não vale tudo!!!
Filme brasileiro de ficção científica que na verdade se trata de uma alusão metafórica ao evangelho de Lucas, uma parábola de Maria e Cristo futurista, além de ser uma discussão em tons neon de novas políticas estatais . Dira Paes faz uma funcionária burocrática religiosa que trabalha em um cartório. O motivo da ação é evitar que os casais cometam divórcio. A ação transcorre em 2027 onde o Brasil se transformou numa espécie de teocracia religiosa. Esse é o prelúdio para um filme que discute sobretudo o sexo e a religião. Como as relações extraconjugais são vistas e como são eticamente aceitas, reflexionando sobre a sociedade como um todo e a percepção dos costumes em prol de uma política teocrática. Absorvente!
Pensa num filme chaaaato.
Assiti pelo fato de ser uma crítima social, mas me arrependi amargamente.
Assiti pelo fato de ser uma crítima social, mas me arrependi amargamente.
Divino Amor é uma ficção dramática onde a sociedade é controlada pela religião,o Brasil em 2027 se encontra em uma sociedade religiosa e afetiva,no meio disso uma mulher que preza pelo amor,almeja ser mãe.
Por se passar 8 anos no futuro - Tendo em vista a data de lançamento (2019) - O diretor mostra um futuro não muito diferente do que é hoje,muito também devido ao orçamento,mas mesmo assim o Gabriel Mascaro sabe usufruir de poucos ambientes muito grandiosos,ainda assim há uma pequena falha em caracterização futurística no certo contraste de anos.
No entanto Mascaro quer falar sobre a religião,ou melhor,o discurso religioso da sociedade não tão religiosa assim.É quase impossível não lembrar do atual presidente Jair Bolsonaro que conquistou muitos eleitores com seu discurso religioso.Tendo em vista isso,Mascaro dá um panorama onde essa "Fé" é apenas um discurso mal fundamentado e hipócrita de todos aqueles que se dizem "Ser de Deus".
A única pessoa capaz de ser digna da graça é a Joana que vê o amor como porta da divindade,como porta da União entre todos.Gosto como o conflito interior à atormenta,a atuação da atriz (Dira Paes) transmite bem esse conflito entre a esperança e fé.Aliás ela é a única que tem a verdadeira fé entre os personagens do filme e por isso é a única com algum propósito do salvador.
As composições visuais que o diretor usa no filme são boas,há muito uso dos vermelho que realça o sentimento de amor entre os personagens,seja ele o amor genuíno ou o amor carnal e muito azul que busca talvez salientar a esperança e fé que a personagem central possui de que um dia de ser mãe.
Mas o Mascaro também abusa um poucos em prolongamento desnecessário dos planos,em especial as cenas de sexo que possuem uma duração maior que o necessário e uma ou outra sequência que servem apenas como um preenchimento retirável da narrativa.
De qualquer forma,Divino Amor busca salientar que Amor e Divindade transitam lado a lado,de nada vale falar em fé e religião se você não possui amor,ambas as palavras se complementam e sem o amor e a fé,o discurso religioso de nada vale e se torna vazio e incongruente.
Vê se aprende Bolsonaro!
PS:A cena do parto é uma das melhores que eu já vi nos filmes.
Por se passar 8 anos no futuro - Tendo em vista a data de lançamento (2019) - O diretor mostra um futuro não muito diferente do que é hoje,muito também devido ao orçamento,mas mesmo assim o Gabriel Mascaro sabe usufruir de poucos ambientes muito grandiosos,ainda assim há uma pequena falha em caracterização futurística no certo contraste de anos.
No entanto Mascaro quer falar sobre a religião,ou melhor,o discurso religioso da sociedade não tão religiosa assim.É quase impossível não lembrar do atual presidente Jair Bolsonaro que conquistou muitos eleitores com seu discurso religioso.Tendo em vista isso,Mascaro dá um panorama onde essa "Fé" é apenas um discurso mal fundamentado e hipócrita de todos aqueles que se dizem "Ser de Deus".
A única pessoa capaz de ser digna da graça é a Joana que vê o amor como porta da divindade,como porta da União entre todos.Gosto como o conflito interior à atormenta,a atuação da atriz (Dira Paes) transmite bem esse conflito entre a esperança e fé.Aliás ela é a única que tem a verdadeira fé entre os personagens do filme e por isso é a única com algum propósito do salvador.
As composições visuais que o diretor usa no filme são boas,há muito uso dos vermelho que realça o sentimento de amor entre os personagens,seja ele o amor genuíno ou o amor carnal e muito azul que busca talvez salientar a esperança e fé que a personagem central possui de que um dia de ser mãe.
Mas o Mascaro também abusa um poucos em prolongamento desnecessário dos planos,em especial as cenas de sexo que possuem uma duração maior que o necessário e uma ou outra sequência que servem apenas como um preenchimento retirável da narrativa.
De qualquer forma,Divino Amor busca salientar que Amor e Divindade transitam lado a lado,de nada vale falar em fé e religião se você não possui amor,ambas as palavras se complementam e sem o amor e a fé,o discurso religioso de nada vale e se torna vazio e incongruente.
Vê se aprende Bolsonaro!
PS:A cena do parto é uma das melhores que eu já vi nos filmes.
O melhor filme brasileiro do ano passado disparado!! Provocador, controverso e instigante, certamente não é para todo mundo e está destinado à polêmicas onde quer que passe. É uma pena que este filme não seja mais divulgado para que um público maior o veja e tire suas próprias conclusões...Para o atual momento que o Brasil passa DIVINO AMOR, apesar de ter sido filmado antes da eleição de Bolsonaro e do avanço conservador na sociedade brasileira, é básico e essencial. Seria perfeito se o filme passasse em uma "semana do cinema nacional" na TV aberta, mas creio que isso não irá ocorrer.
O retrato de um pesadelo bem a nossa porta, onde uma ditadura religiosa é bem mais nociva e difícil de combater, do que uma ditadura militar.
Gente, pra esse filme ser ruim tem que melhorar muito, totalmente decepcionado, esperava mais, o trailer é do caralho, fiz um “merchan” de graça, mas é um filme parado, sem ritmo e totalmente cheio de furos, enredo muito fraco e história que não anima, Só mostra a protagonista na sua rotina querendo atrapalhar com burocracia o divórcio das pessoas, no mundinho dela e seus problemas. O filme chega a ser repetitivo em certos momentos, mas pra dar uma variada apelam pra cenas de sexo, não explicam o que exatamente aconteceu pra sociedade ter se tornado tão conservadora, péssimos dos péssimos, tô puto de ter perdido uma e hora meia vendo esse filme.
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