Um Elefante Sentado Quieto
Média
3,7
publicações
  • Estado de São Paulo
  • Folha de São Paulo
  • O Globo
  • Papo de Cinema
  • Screen International
  • The Guardian
  • Télérama
  • Cineweb
  • The Hollywood Reporter
  • Carmattos
  • Critikat.com

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Estado de São Paulo

por Luiz Carlos Merten

Em princípio, um filme de 234 minutos – quase quatro horas –, considerado o testamento de um jovem diretor que se matou, não parece muito auspicioso. Mas, se você se deixar levar pelo preconceito, poderá estar perdendo um dos filmes que vão ficar este ano.

A crítica completa está disponível no site Estado de São Paulo

Folha de São Paulo

por Cássio Starling Carlos

Esse modo de sobrecarregar o tempo e de nos impedir de enxergar o espaço além dos limites do quadro nos levam a identificar o longínquo norte da China como o lugar onde estamos.​

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

O Globo

por Ruy Gardnier

A sabedoria de Hu Bo consiste em jamais tirar o foco dos dilemas existenciais de seus protagonistas, tornando a sensação de desalento quase palpável. São quatro horas de duração vividas em tensão constante, em estilo visual vigoroso, para atingir o íntimo. E consegue.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Papo de Cinema

por Leonardo Ribeiro

Bo registra o acúmulo de decepções e intempéries que levam essas figuras ao limite – culminando em explosões de violência – através de uma proximidade quase tátil, com a câmera, estática ou em movimento, sempre presa aos rostos e corpos dos atores.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Screen International

por Sarah Ward

Como uma crônica dos horrores cotidianos da vida batendo em quatro moradores de uma cidade do norte da China, o filme não poderia ser mais emocionalmente desolado. [...] Hu pinta um quadro de mal-estar existencial com um controle apurado do humor.

A crítica completa está disponível no site Screen International

The Guardian

por Phil Hoad

Um arame de injustiça e desespero permeia esse formidável filme de estreia de Hu Boo. [...] O foco estilístico e obstinado de Hu constrói um panorama de uma sociedade com um verdadeiro olho moralista.

A crítica completa está disponível no site The Guardian

Télérama

por Jacques Morice

Nesta China contemporânea domina uma violência surda, tanto econômica quanto física. Ela não poupa nenhuma geração, favorece a atomização social e prenuncia a desagregação de tudo.

A crítica completa está disponível no site Télérama

Cineweb

por Neusa Barbosa

É admirável como o diretor compõe seus personagens, inserindo-os num esquadro de vida, numa encruzilhada de caminhos, incertos, errados, às vezes, mas completamente humanos. É notável, também, como o diretor e roteirista não deposita qualquer esperança em instituições.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

The Hollywood Reporter

por Clarence Tsui

Longo e um pouco desajeitado, e autoconscientemente filosófico em partes, a primeira (e infelizmente última) produção de Hu tece seus fios narrativos de maneira clara e firme.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Carmattos

por Carlos Alberto Mattos

Os caprichos do também infeliz Hu Bo exigem uma disponibilidade especial do espectador. Durante 230 minutos, ele nos conduz através de extensos e milimétricos planos-sequência...

A crítica completa está disponível no site Carmattos

Critikat.com

por Corentin Lê

Além do cansaço de ver a mesma cena se repetir, em qualquer contexto ou da finalidade [...], é principalmente o peso do conjunto que, associado à reincidência de um discurso explícito, cansa mais.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com
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