A Mula
Média
4,1
375 notas

63 Críticas do usuário

5
16 críticas
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Fernando G.
Fernando G.

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2019
Além do gosto especial de um filme baseado em fatos reais, temos pitadas de suspense, comédia, ação, drama. Ainda nos faz refletir. E tem o Clint!
Leo B.C.
Leo B.C.

21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de março de 2019
Filme no bom estilo de Clint Eastwood, que aos 89 anos mantém o talento intacto. O filme aborda um idoso, esposo, pai e avô repleto de defeitos egoístas que resolve transportar drogas. Nada obstante suas limitações com a tecnologia "Tata" é carismático e boa gente. Ótima diversão à la Clint, pena que já estamos perto de perdê-lo. Ícone do cinema fará falta.
Sobrelivroselongas.com.br
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9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de outubro de 2020
Com um elenco recheado de bons e renomados atores, como Clint Eastwood, Laurence Fishburne, Bradley Cooper, Andy Garcia e Michael Peña, a Mula utiliza a história do idoso de 90 anos, Leo Sharp, que transportava drogas para o cartel de Sinaloa e foi preso em 2013, como inspiração. Esse idoso é interpretado por Clint Eastwood, que também dirige o filme. Seu personagem, Earl Stone, é um veterano de guerra que dedica a maior parte de seu tempo à floricultura, acumulando prêmios e participações em eventos da área.

spoiler: Pode-se dizer que neste meio e entre os amigos, Earl é uma pessoa muito bem quista, mas fora dele, especialmente no meio familiar, ele é um fracasso. Seu relacionamento com a ex-mulher e com a filha é muito falho e quase inexistente, a ponto de o mesmo sequer comparecer ao casamento desta última. Claramente, sua prioridade sempre foi o trabalho e a família nunca foi muito sua preocupação. Após sofrer uma ordem de despejo e ter que se desfazer da atividade de floricultura, que estava indo mal das pernas por conta da concorrência “online”, Earl recebe ao acaso um convite para trabalhar transportando uma carga. Em sua primeira experiência na nova atividade, Stone percebe que esta é uma interessante forma de ganhar um bom dinheiro fazendo o que gosta, dirigir quilômetros sozinho, e utilizar este dinheiro para se manter próximo da neta, a única pessoa da família com quem mantém um bom relacionamento. Mesmo após perceber que a carga se tratava de droga, e seu chefe um narcotraficante, ele assume o novo papel e adapta-se facilmente à nova rotina e aos “colegas de trabalho”. Tata, apelido que ganha dos colegas do tráfico, vai ganhando o respeito do cartel e esbanjando jogo de cintura para lidar até com policiais desconfiados pelo caminho. O jogo de cintura não se limita ao trabalho. Apesar da avançada idade, o que não falta em Earl é vitalidade, em vários momentos ele surge dançando com mulheres, e até indo para cama com algumas garotas de programa. A história se desenrola com Earl avançando em sua rotina de trabalho enquanto, paralelamente, a polícia tenta chegar até o cartel. Quando sua ex-esposa adoece gravemente, Tata se vê com uma decisão muito difícil de tomar. Continuar seu trabalho e entregar a carga no tempo determinado, ou largar tudo e ir visitar a enferma? Assim, pela primeira vez em sua vida, ele resolve priorizar a família, mesmo sabendo que essa decisão poderia lhe custar a vida. Nesse momento, sua filha resolve dar uma nova chance ao pai e busca se reaproximar. Earl demonstra estar finalmente consciente de todo o descaso que teve com sua família e arrependido de suas atitudes. Ao voltar ao trabalho após o falecimento da ex-mulher, ele é ameaçado de morte pelos membros do cartel, devido ao seu atraso na missão. Neste momento, inclusive, a polícia consegue interceptar uma ligação que trata dessa ameaça, e a partir daí entra no encalço da “mula”. Algum tempo depois, conseguem encontra-lo na estrada e prendê-lo. No julgamento, Earl se declara culpado, recebendo uma pena de alguns anos de cadeia.


Embora a história que sirva de inspiração ao roteiro possibilite uma excelente narrativa, não é isso que se vê em A mula. O enredo é muito simples e explora mal a maioria das situações. Desde o convite que Earl recebe para o novo trabalho, até as “batidas policiais”, muitas pontas ficam soltas e sem uma construção lógica e adequada, como se surgissem ao acaso. O lado positivo fica com a importante mensagem de se valorizar e aproveitar a família, acima de tudo, inclusive do trabalho. Além disso, o filme conta com um elenco excelente, embora subaproveitado.

Também não se pode deixar de dizer que ver Clint Eastwood dirigindo e atuando aos seus 88 anos e em alto nível, é revigorante. Para quem admira seu trabalho e acompanha suas últimas atuações, A mula tem boas semelhanças com um de seus último filmes, Gran Torino, mas fica alguns degraus abaixo. Por fim, desde que a expectativa não seja elevada, é possível encarar The Mule como um bom passatempo de domingo e com uma bonita mensagem a ser transmitida.
Alex F
Alex F

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de março de 2019
Excelente filme, desde o inicio até o final, nos faz pensar muito na vida, desde a ganancia pelo dinheiro até o amor... final surpreendente!! O filme é lindo!!
Paulo Cesar PCGO
Paulo Cesar PCGO

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de junho de 2024
Clint Eastwood é a grande estrela do filme, que também tem sua assinatura. Clint é um homem, já chegando aos noventa anos, que de uma forma não convencional, redescobre as emoções perdidas ao longo de sua vida. Nessa nova fase, o protagonista faz uma releitura de seu passado, corrigindo erros, mas sem abandonar seu gosto pela vida. O roteiro é simples, mas bem dirigido e com boas atuações de seu elenco. Aproveitar o máximo desse grande ator é a chave desse filme.
Maria Souza
Maria Souza

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2023
Muito bom, filme gostoso de ver, ator maravilhoso nos prende do inicio ao fim, vale muito assistir, minha familia amou, recomendo muitissssssssssssssssimooooooooooooooooooooo
José Ricardo A
José Ricardo A

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de abril de 2019
CINEMA: ”A MULA” de CLINT EASTWOOD - Ouvir uma pessoa de idade sempre é prazeroso. Ouvir um homem com 88 anos de idade, lucido, reflexivo e ativo na direção e no papel principal de um longa metragem uma experiencia essencial. Na ficção, é conhecer e “ouvir” alguém, um idoso de 90 anos, portador de moralidade ambígua, que viveu para o trabalho - cultivo e comércio de flores - e colocou a família em terceiro plano. E quando experimenta a falência da sua prioridade, em prol do restabelecimento da vida perdida, aderi ao crime organizado, desempenhando o papel de “mula”. Esse é o argumento do filme que assisti e partilho. Uma obra de consistência ímpar. O filme tem inspiração num caso concreto, noticiado na imprensa americana. Nas mãos de CLINT EASTWOOD o argumento se expande, desconforta, inquieta e abre a visão. No plano intimista, a gente conhece um idoso que casou, teve uma filha, divorciou e se ausentou. De início, não vai ao casamento da filha. Na ocasião, comemora um reconhecimento social como florista, num bar, com “amigos”, pagando a bebida de todos na casa, inclusive de dois nubentes e seus convidados. No plano social, um velho que adere ao crime e que ao longo do filme, em razão da sua eficiência, serenidade e vida pregressa, ganha a confiança do cartel, a indiferença da polícia, realiza mais e mais transporte de droga. O crime é realizado, sem deixar rastros de materialidade e de autoria. A droga, cada vez mais avolumada, é distribuída pelo Estado americano de Illinois. A experiência de quem viveu bastante se alia ao crime sem conflitos pessoais e éticos. Essa ao meu ver é o tema subjetivo do diretor e que incomoda muito a gente, enquanto expectador. O “velho” transporta droga, como se estivesse transportando alimento, em compasso com sua idade, ouvindo e cantando música. Em meio a essa “calmaria”, a serviço do crime, esvazia uma abordagem, protege os traficantes imigrantes, encontra e interage com diferentes “tipos”, come e satisfaz a libido com mulheres jovens. O crime, claro, resgata sua honra social e garante padrão, inclusive caridade social com amigo. O velho, apesar das “virtudes” com a sociedade, não tem destreza e presença com os familiares. O filma, claro desnuda seu interior e o da sociedade, a partir da família abandonada. Quem desconfiaria de um homem de 90 anos? Que ao longo de sua vida, foi um florista de sucesso, ganhador de prêmios, ex-combatente de guerra, que nunca cometeu infração de trânsito, socializado. Nem a família supõe. Os únicos que sabem de sua vida secreta sou eu, você e os criminosos. Com essa matéria humana nas mãos, o diretor mostra a visão distorcida da sociedade, que releva o caráter pelo envelopamento social da pessoa. Aproveita o ensejo para mostrar, com sutileza, que o mexicano culpado sistematicamente pelo Trump, como corruptor, não poderia praticar a traficância, senão contasse com a logística de um americano. Apesar desse contexto, o FOCO principal do diretor é a indiferença e desvinculo do idoso para com sua vida familiar. E nessa tarefa o filme é grande e virtuoso, inseri a expectador no flanco das vítimas, e também em comunhão com os sentimentos de privação afetiva de cada familiar: filha, esposa, genro. Com eles ficamos estarrecidos com o abandono emocional. A “casa”, como é natural “cai” e nessa prisão, sob ameaça do crime, o velho é redimido com coragem pessoal. O desfecho surpreende e emociona. E tudo isso, sem exagero, pirotecnia, com roteiro enxuto e atuações marcantes, seja do ator principal, seja dos coadjuvantes. A idade do ator e diretor trouxe visão, serenidade, mas também a certeza de que a experiência não blinda o homem de erros. Em suma a vida continua sendo complexa! OBRIGATÓRIO!
Raphael Teixeira
Raphael Teixeira

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de setembro de 2025
Incrivel como Clint Eastwood rouba a cena todas as vezes em que está contracenando com alguém, ele sem dúvidas é um dos melhores atores da historia do cinema. Nesse filme não é diferente, ele está perfeito, atuação comovente e extremamente convincente. O filme é a historia de Earl Stone, um ex combatente que passa sua aposentadoria cuidando de plantas e se confraternizando com velhos amigos, deixando sua familia em segundo plano sempre. Como o nome do filme já mostra, algumas situações levam Earl a ser uma ''mula'' do trafico e ele viverá dilemas reais e profundos nessas viagens.
O filme retrata muito bem a personalidade de Earl, o que ajuda a entender seus dilemas e seu modos operantes, as atuações também são muito boas, Bradley Cooper está nesse filme, o que ajuda nas boas atuações. O ponto baixo do filme é sem dúvidas o ritimo que é quase sempre estático em seus arcos. O roteiro poderia ser um pouco mais profundo nos diálogos, assuntos profundos são tratados de forma um pouco superficial, que acaba não cativando muito quem assiste, com essa historia dava pra fazer melhor. Mesmo assim, o filme consegue passar sua mensagem, com a belíssima atuação de Clint, como já destacado.
Esse filme te faz refletir sobre erros do passado e chama sua atenção sobre as escolhas do agora, além de apreciar um gênio do cinema em ação no auge dos seus 90 anos.
Antonio F.
Antonio F.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de agosto de 2021
Antes de assistir ao filme, fiz questão de ler as críticas de usuários e críticos de cinema.
Sendo um fã incondicional de Clint Eastwood (preferi não saber muito sobre sua vida pessoal nestes anos, já que o que me interessa é sua obra - talvez quando tiver a idade dele eu leia tudo sobre ele), preferi mergulhar já não esperando muito para não me decepcionar.
E como foi bom isso! Uma história teoricamente possível, sem grandes absurdos, que mostra a energia e o talento de um ator/diretor na faixa dos 90 anos, com muita vida para contar.
Um filme como esse, que traz atores renomados para serem coadjuvantes, merece uma crítica digna de aplausos, em que Clint se dá o direito até de mexer com o "politicamente incorreto" dos dias atuais, de uma maneira ofensiva para quem ouve as palavras, mas sem nenhuma malícia da parte do personagem, que viveu a idade em que o preconceito era muito pior, em que palavras como "niger" eram utilizadas normalmente pelos brancos da época. Sente-se o preconceito policial com os latinos em uma região predominantemente racista nos EUA. O modo como a família é colocada na história, e sua personalidade "boa vida" contrasta com as pessoas que realmente importavam em sua vida, é basicamente o coração de toda a história. Não vi em nenhum momento uma tentativa de Eastwood tentar nos fazer "perdoar" seus erros passados, mas sim uma tentativa de mostrar o quanto devemos nos responsabilizar pelas atitudes tomadas e suas devidas consequencias. Não há lição de moral. Há apenas o que a vida tem, de acordo com o modo como a vivemos.
E basicamente, uma aula de direção e interpretação, de quem "nunca deixou o homem velho entrar".
Fernando A
Fernando A

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2019
O filme é bom sim mas o crítico do adorocinema ficou mais preocupado com sua visão politica de esquerda do que relaxar e curtir. Todos sabem que Clint Eastwood é conservador e contra o politicamente correto, e mostrou isso no filme falando que não possui filtro em suas falas.
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