Respect: A História de Aretha Franklin
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3,7
39 notas

6 Críticas do usuário

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Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de novembro de 2021
Poderosa! A personagem, a história e o filme, todos poderosos! Um enredo forte e completamente bem estruturado que passa por cada parte da vida dessa mulher que foi uma lenda. Não precisamos nem mencionar o elenco e a trilha sonora, esta última seria uma redundância tecer elogios. Vale assistir, incrível.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2024
Neste filme se chora muito, e por muitos motivos diferentes, todos eles ligado à nossa própria humanidade. spoiler: Choramos pelas situações vividas pela pequena Aretha, oprimida e usada pelo pai pastor, que perde a mãe aos 10 anos, é abusada e engravida aos 12 anos e aos 14 anos... Choramos pelas situações vividas pela jovem Aretha, que continua a ser usada e explorada pelo pai, a ser igualmente abusada e explorada pelo marido cafetão... Choramos pela batalha de Martin Luther King, que o levou à morte, sendo velado pela sublime voz de Aretha...
Mas, acima de tudo, choramos impactados, subjugados pela sublime beleza e força da música de Aretha!
Várias vezes durante o filme ela nos diz que "anda no Espírito".
Sempre AMEI a música negra estadunidense, e sempre adorei assistir os filmes biográficos sobre seus maiores expoentes, como Billie Holiday e Whitney Houston, MAS, foi só o filme sobre Aretha Franklin que finalmente me desvelou, colocou a nu o porque de tanta admiração, e até identificação.
Em primeiro lugar, não é despropositado que a música negra estadunidense comece com os "Spiritual" (ou seja, a música que vem ou que é inspirada pelo Espirito), que siga a sua evolução através do "Soul" (literalmente, "alma"), passando pelo "Blues" (triste, tristeza). A música nos traz todo o contexto histórico dos negros estadunidenses, desde que foram escravizados e souberam evocar o Espírito para, não apenas resistir, mas transcender a sua situação, empoderando-se, criando e reforçando a sua identidade, infinitamente mais coesa e estruturada que a dos estadunidenses brancos.
Também enxerguei, de uma maneira definitiva que a música negra tem um conteúdo, uma bagagem, carrega uma mensagem, que a música branca "comportadinha", oca e vazia, não tem!
No caso dos EUA, interessantes foram apenas os músicos brancos que subverteram a ordem e se aproximaram da negritude, "brancos de alma negra", como Elvis Presley e Janis Joplin!
Nikson Moreira
Nikson Moreira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de maio de 2021
Será magnífico  um filme aguardado pelo mundo todo! Ainda mais com nossa talentosa Jennifer atuando como à Queen Aretha 
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