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MAGRAOBL
31 seguidores
402 críticas
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4,0
Enviada em 18 de agosto de 2023
[18/08/2022 - DirecTV Go/Teleciplay]
Como um todo o filme é bom e entrega uma boa narrativa, é bem dirigido e gostei do roteiro. Rodrigo Santoro dá aula de interpretação mas acabei ficando emocionalmente envolvido com o personagem dele o que me fez ter ranço dele em determinado momento do filme.
Gosto muito da atuação do personagem , vívido pelo autor Rodrigo Santoro , o filme mostra dois acontecimentos ao mesmo tempo a ruína de um país que foi próspero , falta de comida e combustível e a difícil situação das crianças com câncer no hospital de Cuba
Malin, um professor, vê sua vida transformada ao ser designado como tradutor na ala infantil de um hospital cubano. Ele deve servir de intérprete entre os médicos e as vítimas do acidente nuclear de Chernobil que acabam de chegar a Havana.
Uma história interessante que não sabia que era baseado em fatos reais até ler uma crítica o que mais me impressiona é atuação do Rodrigo Santoro o cara além de ser um ótimo ator ainda se não bastasse me aprende a falar Russo ⭐⭐⭐
Faltou emoção. Ainda que os diretores/produtores tenham mesmo decidido, por respeito, tomar cuidado para não fazer sensacionalismo com a doença das crianças, é obviamente impossível crianças gravemente doentes, num filme classificado como drama, e que se passa em grande parte, num hospital, e ainda assim a emoção ficar superficial, é impossível não soar falso. Fica raso e desproporcional. O que vale mesmo é a atuação do Santoro, que é sempre muito convincente principalmente nos papéis dramáticos, e da enfermeira, e o envolvimento com um dos garotos internados. Mas era pra você sair da sala de cinema emocionado, o tema tem tudo pra proporcionar várias possibilidades aos diretores, ainda mais tratando-se de uma história real, mas, definitivamente, essa grandiosidade não acontece.
o personagem do Rodrigo Santoro abre discussão para o patriarcado, relação do pai com o filho e com a família. Oq realmente é mais importante aos homens? a relação com a família ou o trabalho?
O TRADUTOR, pode ser visto apenas como o relato social e político do final da década de 80, em Cuba. Ou ainda como uma história familiar, contado por dois filhos sobre um pai calado e introvertido, mas capaz de atitudes heroicas. Porém traz uma narrativa que pode ser olhada sobre o foco do cuidado humano em situações extremas: crianças condenadas a morte lenta e sofrida, pelo acidente nuclear de Chernobyl. Malin, um tímido professor de literatura russa ( aí está nosso Rodrigo Santoro falando espanhol e russo), é destacado pelo estado para traduzir as equipes de saúde para pacientes e familiares russos. Contrariado e profundamente angustiado diante da dor das crianças, sem poder se expressar com familiares, Malin lança mão dos instrumentos que conhece: literatura e arte. Passa a contar histórias, ouvir histórias, promover salas de leitura e desenho, e ainda trocar mensagens entre pequenos pacientes isolados. É capaz então de contrapor seus próprios medos e limitações com o que se passa no hospital: dor, perdas e morte. Além disso, Malin se tornar integralmente presente para pacientes e familiares, fazendo de si um instrumento terapêutico de conforto e segurança. Boa parte dos profissionais de saúde não vive ou não consegue viver e valorizar essa experiência. Uma das cenas que representa bem essa diferença é aquela em que Malin reage a uma das mães, que se mostra impaciente com a filha doente, dizendo à mãe, que ela estava ali COM a filha, mas não estava ali PARA a filha. Sofremos nesses tempos, dessa carência. Equipes de saúde não estão realmente presentes para as pessoas, estão em "modo automático", realizando atividades técnicas e procedimentos em corpos passivos, "sem alma". Como mostra muito bem o drama real, envolver-se tem um preço, alto com frequência. Malin sobrevive diferente, inteiro, outro. O ônus inclui o distanciamento familiar. Resgatar esse ônus, que está em qualquer escolha dessa dimensão, é possível quando se preserva a essência de quem somos. Nesse sentido, O TRADUTOR tem muito a ensinar, muito a refletir, em especial para quem cuida do outro, na saúde mental ou física. Certamente que o contexto familiar (conjugal, filial), comunitário e social da história tem outros elementos igualmente preciosos. Escolhi ficar com a delicadeza de bilhetes trocados entre crianças levadas para longe de sua pátria, diante da morte. Malin, foi um mestre na tradução de vida e esperança. Uma boa história, trazendo todos as diretrizes de um movimento atual, de resgate da humanização na relação médico/paciente, criado pela médica Rita Charon: Medicina Narrativa.
Mais um filme de propaganda comunista. A história é boa mas, é apenas mais uma boa história que foi engolida pela ideologia putrefata dos Castros, uma pena.
This is a beautiful well produced story. Absolutely a must to watch Esta es una hermosa historia bien producida. Absolutamente imprescindible para ver.
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