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[18/08/2022 - DirecTV Go/Teleciplay]
Como um todo o filme é bom e entrega uma boa narrativa, é bem dirigido e gostei do roteiro.
Rodrigo Santoro dá aula de interpretação mas acabei ficando emocionalmente envolvido com o personagem dele o que me fez ter ranço dele em determinado momento do filme.
Como um todo o filme é bom e entrega uma boa narrativa, é bem dirigido e gostei do roteiro.
Rodrigo Santoro dá aula de interpretação mas acabei ficando emocionalmente envolvido com o personagem dele o que me fez ter ranço dele em determinado momento do filme.
Gosto muito da atuação do personagem , vívido pelo autor Rodrigo Santoro , o filme mostra dois acontecimentos ao mesmo tempo a ruína de um país que foi próspero , falta de comida e combustível e a difícil situação das crianças com câncer no hospital de Cuba
Filme emocionante, a atuação do Rodrigo Santoro está fantástica!
A emoção de saber o que as crianças passaram é de cortar o coração.
A emoção de saber o que as crianças passaram é de cortar o coração.
Malin, um professor, vê sua vida transformada ao ser designado como tradutor na ala infantil de um hospital cubano. Ele deve servir de intérprete entre os médicos e as vítimas do acidente nuclear de Chernobil que acabam de chegar a Havana.
Uma história interessante que não sabia que era baseado em fatos reais até ler uma crítica o que mais me impressiona é atuação do Rodrigo Santoro o cara além de ser um ótimo ator ainda se não bastasse me aprende a falar Russo ⭐⭐⭐
Uma história interessante que não sabia que era baseado em fatos reais até ler uma crítica o que mais me impressiona é atuação do Rodrigo Santoro o cara além de ser um ótimo ator ainda se não bastasse me aprende a falar Russo ⭐⭐⭐
Um filme relevante. Talvez não tanto para quem ama ou odeia Cuba (ou o seu modelo político). Mas para aqueles que querem aprender.
Faltou emoção. Ainda que os diretores/produtores tenham mesmo decidido, por respeito, tomar cuidado para não fazer sensacionalismo com a doença das crianças, é obviamente impossível crianças gravemente doentes, num filme classificado como drama, e que se passa em grande parte, num hospital, e ainda assim a emoção ficar superficial, é impossível não soar falso. Fica raso e desproporcional. O que vale mesmo é a atuação do Santoro, que é sempre muito convincente principalmente nos papéis dramáticos, e da enfermeira, e o envolvimento com um dos garotos internados. Mas era pra você sair da sala de cinema emocionado, o tema tem tudo pra proporcionar várias possibilidades aos diretores, ainda mais tratando-se de uma história real, mas, definitivamente, essa grandiosidade não acontece.
o personagem do Rodrigo Santoro abre discussão para o patriarcado, relação do pai com o filho e com a família. Oq realmente é mais importante aos homens? a relação com a família ou o trabalho?
O TRADUTOR, pode ser visto apenas como o relato social e político do final da década de 80, em Cuba. Ou ainda como uma história familiar, contado por dois filhos sobre um pai calado e introvertido, mas capaz de atitudes heroicas. Porém traz uma narrativa que pode ser olhada sobre o foco do cuidado humano em situações extremas: crianças condenadas a morte lenta e sofrida, pelo acidente nuclear de Chernobyl. Malin, um tímido professor de literatura russa ( aí está nosso Rodrigo Santoro falando espanhol e russo), é destacado pelo estado para traduzir as equipes de saúde para pacientes e familiares russos. Contrariado e profundamente angustiado diante da dor das crianças, sem poder se expressar com familiares, Malin lança mão dos instrumentos que conhece: literatura e arte. Passa a contar histórias, ouvir histórias, promover salas de leitura e desenho, e ainda trocar mensagens entre pequenos pacientes isolados. É capaz então de contrapor seus próprios medos e limitações com o que se passa no hospital: dor, perdas e morte. Além disso, Malin se tornar integralmente presente para pacientes e familiares, fazendo de si um instrumento terapêutico de conforto e segurança. Boa parte dos profissionais de saúde não vive ou não consegue viver e valorizar essa experiência. Uma das cenas que representa bem essa diferença é aquela em que Malin reage a uma das mães, que se mostra impaciente com a filha doente, dizendo à mãe, que ela estava ali COM a filha, mas não estava ali PARA a filha. Sofremos nesses tempos, dessa carência. Equipes de saúde não estão realmente presentes para as pessoas, estão em "modo automático", realizando atividades técnicas e procedimentos em corpos passivos, "sem alma". Como mostra muito bem o drama real, envolver-se tem um preço, alto com frequência. Malin sobrevive diferente, inteiro, outro. O ônus inclui o distanciamento familiar. Resgatar esse ônus, que está em qualquer escolha dessa dimensão, é possível quando se preserva a essência de quem somos. Nesse sentido, O TRADUTOR tem muito a ensinar, muito a refletir, em especial para quem cuida do outro, na saúde mental ou física. Certamente que o contexto familiar (conjugal, filial), comunitário e social da história tem outros elementos igualmente preciosos. Escolhi ficar com a delicadeza de bilhetes trocados entre crianças levadas para longe de sua pátria, diante da morte. Malin, foi um mestre na tradução de vida e esperança. Uma boa história, trazendo todos as diretrizes de um movimento atual, de resgate da humanização na relação médico/paciente, criado pela médica Rita Charon: Medicina Narrativa.
Mais um filme de propaganda comunista. A história é boa mas, é apenas mais uma boa história que foi engolida pela ideologia putrefata dos Castros, uma pena.
This is a beautiful well produced story. Absolutely a must to watch
Esta es una hermosa historia bien producida. Absolutamente imprescindible para ver.
Esta es una hermosa historia bien producida. Absolutamente imprescindible para ver.
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