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Felipe F.
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758 críticas
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3,0
Enviada em 17 de setembro de 2019
Um filme com uma ótima premissa, basicamente um Superman do mal. O filme é divertido, mas, a motivação do garoto para matar as pessoas é muito mal explorado, as atuações do longa são boas, efeitos visuais são ok, poderiam ter mais criatividade na hora de fazer as mortes, visto que as possibilidades eram gigantes, mas talvez o baixo orçamento tenha atrapalhado. O terror gore é o que mais funciona, realmente é de se agonizar na poltrona, mas no geral, Brightburn - Filho das Trevas, é um filme com uma ideia ótima, mas que é mal aproveitado, tinha um potencial gigantesco para ser algo mais único e épico.
Um filme estranho e ao mesmo tempo promissor! Roteiro que fala de uma criança que possui super poderes e que o eleva a partir do momento da sua descoberta. Roteiro é meia boca, desenvolvimento idem e atuações razoáveis, destaque para excelente trilha sonora que maquiavélica e transmite medo, as que o filme não consiga chegar a tanto.
Superman do mal... a ideia é boa mas o desenvolver nem tanto... não dá medo algum, não é demoníaco, é um "Et Mimado" que se for contrariado Mata... filme de ação maluco.
Um bom terror. É bem construído e executado. Só poderia ter mais explicações sobre a origem e um final exato, não aberto pra continuar. Mas é legal...e meio diferente do que estamos acostumados.
Superman inverso com gore e efeitos visuais. Filme envolvente, previsível e bem produzido. Uma história de terror interessante onde o mocinho faz o papel de vilão. Legal.
Diria que há várias maneiras de abordar este filme, sendo que a mais óbvia é que temos aqui a história de um anti-herói, ou seja, a versão sombria do Super Homem. spoiler: Tal como Clarck Kent, Brandon teria vindo de outro planeta ainda bebê, dentro de uma nave espacial que cai na terra, também no Kansas, em meio rural, sendo adotado por um casal sem filhos. Ele também tem super poderes, voa e usa capa.
Uma outra maneira, mais inteligente e menos óbvia, seria encarar o filme como uma alegoria da adolescência. spoiler: Aos 12 anos, exatamente na puberdade, quando a sexualidade aflora, o "bebezinho da mamãe", até então encarado pelos pais como uma "benção dos céus" e uma "resposta às suas orações", se torna um monstro.
A maioria dos adolescentes, em maior ou menor grau, acaba por desapontar e gerar preocupação em seus pais, que tem dificuldades em lidar com um ser que vai se tornando autônomo, independente, e vai pouco a pouco questionando e desafiando sua autoridade. Se partirmos do pressuposto que se trata de uma fábula (talvez até mesmo de fundo moral), todas as mortes e destruição causada por Brandon são apenas metáforas, licenças poéticas, que nos trazem a angústia dos adultos frente a esta fase complicada da vida, cheia de perguntas e com muito poucas respostas!
Tori Breyer (Elizabeth Banks) e Kyle Breyer (David Denman) formam um modesto casal de fazendeiros que anseiam pelo primeiro filho. Relativamente frustrados pelo insucesso, eles são surpreendidos pela queda de um objeto nas mediações da propriedade onde moram. Trata-se de um artefato oriundo do espaço contendo um bebê, que por sua vez é criado pelos Breyer como filho adotivo. Os problemas começam a surgir quando Brandon Breyer (Jackson A. Dunn) descobre poderes sobre-humanos, colocando em direção daquele que seria seu objetivo original: aterrorizar a Terra.
O conceito por trás do longa BRIGHTBURN - FILHO DAS TREVAS tem por objetivo subverter a narrativa criada por Jerry Siegel e Joe Shuster para o saudoso Super-Homem, mostrando do que seria capaz um ser dotado de poderes usados unicamente para o mal. Essa ideia até começa bem, pois coloca o jovem em um drama social envolvendo principalmente bullying, realçando as complicações em lidar com essa temática e suas reais consequências, entretanto, se perde ao longo do filme por não se decidir entre um filme slasher ou drama.
A direção pragmática e o roteiro que insiste em situações comuns tendem a agradar aqueles que curtem um filme com sistemática de terror sem inovações efetivas, deixando o gore (bem escasso, diga-se de passagem) servir de leve atrativo. Elizabeth Banks é a única que se esforça para entregar alguma coisa interessante, sendo seu papel de mãe que enfrenta tudo e todos para defender seu primogênito flui bem até o final, que não surpreende, mas entrega um ponto ligeiramente fora da curva.
Brightburn- Filho das trevas é um filme de terror que contou com a direção de David Yarovesky e o roteiro ficou com Brian Gunn e Mark Gunn. O filme conta a história de Brandon Breyer (Jackson A. Dunn), um adolescente que acabou sendo adotado pelo casal Tori e Kyle (Elizabeth Banks e David Denman). Porém, o que na verdade aconteceu, foi que há alguns anos atrás, um objeto caiu na Terra, carregando uma forma de vida, que seria o Breyer. A medida em que os anos vão se passando e o garoto vai tomando conhecimento de seus poderes e origem, o mesmo começa a ser uma ameaça para todos ao seu redor. O interessante desse filme é a sua premissa e o fato do terror se fazer em um filme de super-herói. Está clara a aproximação da figura de Breyer como um super-homem do mal. O roteiro inicialmente funciona bem e com elementos que se assemelham a outros filmes de super-heróis já parte para o seu desenvolvimento (é preciso fazer isso, pois o filme é curto). O roteiro derrapa no momento que falta uma continuidade narrativa em diversas cenas, em especial as de violência. Chega a ser decepcionante, que após uma boa premissa, poderia se atrever a se aprofundar bem mais no personagem. Mas podemos dizer que atingiram o objetivo de criar uma áurea para o personagem: mascara, tom vermelho e desprezo emocional.
Quando foi anunciado que um filme do superman malvado iria ser lançado e que seria produzido por ninguém mais ninguém menos qie James Gunn,eu criei muitas expectativas e esperava que tivéssemos um filme bem diferente mas o balanço geral de tudo é que o resultado final poderia ser bem melhor.Após seu lançamento o filme recebeu muitas críticas negativas por tratar-se de um filme bem longe de algo satisfatório,a ideia de reunir o gênero do terror com super heróis é muito boa e ainda mais por uma versão malvada do superman,o diretor escolhido foi David Yarovesky que tem uns nuances de que será realmente um filme muito bom,ele cria um ambiente que te deixa preso na história e avança ela sem um ritmo vagaroso e alimentando um ódio ao personagem central,mas o filme só mantém essa pegada até seus 50 minutos e a partir daí começa a forte apelação pros jumps scares e pra um roteiro preguiçoso e que não se ocupa em criar algo satisfatório ou coerente.Elizabeth Banks e David Denman tem ambos boas atuações e vendem bem a imagem de pais carinhosos mas o problema está em quem deveria sustentar o filme que é o "Superman do mal" interpretado por Jackson A. Dunn que não tem um pingo de carisma e além disso ter atuação fraquíssima o que é muito prejudicial.O visual do vilão é bom não existe muitos efeitos visuais o que é bom e isso se deve ao baixo orçamento e o gore é muito bom usando muitos efeitos práticos de qualidade,uma pena uma idéia tão original ter sido desperdiçada na parte crucial do longa.
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