Brightburn - Filho das Trevas
Média
3,0
272 notas

46 Críticas do usuário

5
9 críticas
4
6 críticas
3
14 críticas
2
9 críticas
1
7 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
João F
João F

7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de junho de 2019
BRIGHTBURN: FILHO DAS TREVAS
Superman de Injustice?! O poder corrompe?!

Uma análise de fã para fãs. Por João Ferreira

Nosso estória começa com a seguinte premissa: uma nave alienígena cai na Terra contando um recém-nascido, nave essa encontrada por uma família americana, sem filhos, morando em uma fazenda no interior do Kansas que resolve criar esse extra terrestre como filho por ele ter a aparência humana, até ai você se identifica com o enredo pois já viu isso em algum lugar não foi mesmo? Nessa nova produção da Sony dirigida por David Yarovesky temos uma versão diferente da estória do último filho de Crypton, Kal da casa El, que na terra responde ao nome de Clark Kent e como o passar dos anos se torna o herói mais conhecido das revistas em quadrinhos: Superman. Mas aqui não se trata mais do herói escoteiro e sim de Brandon Breyer (Jackson A. Dunn) uma criança que descobre adolescente que tem poderes e depois de entrar em contato com algum tipo de frequência hipnótica, da sua nave, e após alguns outros acontecimentos resolve ser do mal, institivamente ou não.
As expectativas com relação a esse longa estavam muito grande em função de uma pessoal: James Gunn. Após o sucesso dos dois filmes dos Guardiões da Galáxia da Marvel Studios ele agora atua nesse filme como produtor e influenciou de alguma forma essa obra. A fuga do padrão do gênero de super heróis clássico, já é por si um desafio e tornando-o em um conto de terror, mais ainda. Aqui não temos o padrão estabelecido da Jornada do Herói de Campbell, muito pelo contrário, a fórmula usada é inovadora e junto a isso um nome de peso com James Gunn ajudou a levantar o hippie da produção. Tudo acontece na cidade de Brightburn, Kansas e o filho do casal Tori Breyer (Elizabeth Banks) e Kyle Breyer (David Denman), crescia bem e tranquilo com um adolescente normal. O filme se reserva no direito de avançar os fatos em pelo menos uns dez anos, haja vista o que ocorrera na infância de Brandon já ser conhecido do básico das estórias do Superman. O Casal tem uma vida normal com seu filho até quem um dado momento ele começa a apresentar um tipo de comportamento sonambulo e mesmo sendo um jovem inteligente e amigável, passa a ter comportamentos diferentes e isso se intensifica.
Logo em seguida Brandon descobre sua invulnerabilidade e assim começa a ter dúvidas do que ele possa vir a ser. Seu comportamento muda e o pai percebe, mas a mãe não liga e relaciona isso a puberdade e algo do tipo e desconsidera que isso possa ser algo ruim de fato, até em tão as origens do garoto não haviam sido reveladas, nem para o protagonista e nem para o público, pois havia ai algumas particularidades, que mais na frente é explicado. Brandon passa de uma criança respondona a agressiva e começa a agir com uma violência incomum além de não ser corriqueiro, no cinema essa abordagem: crianças cometendo assassinatos. As referências ao Superman, acabam nesse gatilho para a violência, pois além de passar a ser agressivo, violento e desobediente, Brandon começa a mentir e omitir fatos, nesse ponto a criatividade e as possibilidades meio que caem um tipo senso comum e explorando pouco recursos os crimes cometidos não estimulo e torna a experiência menos atrativa.
Matando desenfreadamente e sem justificativas a imaturidade do personagem chega a irrita em alguns momentos, deixando incompleta o que a narrativa desejava do mesmo. Sem nenhum tipo de heroísmo que possa depois tornar a experiência não suficiente para o satisfazer a repentina vilania pareceu até certo ponto artificial e forçada. Óbvio que o filho das trevas deveria ser mal, mas até alguns vilões podem em algum momento terem sido boas pessoas que sofreram e encontraram de uma forma ou outra satisfação na vingança ou na revolta, aqui foi apenas algumas vozes em um tipo de idioma alienígena, momentos ruins e interferências meio que equivocadas do pais na hora de aconselhar e repreender, que desencadearam toda essa transformação em Brandon.
Um ponto alto do filme, para quem curte o gênero de terror são as mortes, pouco criativas mas muito adequadas, pois era, mesmo que com muitos poderes, apenas uma criança e os requintes de crueldade são de fato limitados. Com a gama de poderes que Brandon possui, até que o roteiro distribuiu as mortes para cada tipo de poder. O efeitos práticos torna a experiências menos fantasiosa e até certo ponto realista diante de uma certa suspenção de descrença, adequada para personagem. As técnicas de corte de câmera, elipses e os poucos efeitos especiais usados se unem bem. O filme deixa muitas pontas soltas e uma pretensão de continuação ou quem sabe um universo compartilhado de seres poderosos malignos. As cenas mostradas em cenas de meio de créditos mostra que Brandon continua sua jornada de vilania e deixa em aberto um pensamento que muitos de nós talvez nunca tivemos que é o medo de seres com super poderes, pois somos acostumados com temática do herói que se esconde como um repórter, tem patriotismo e é piedoso. Será se seria possível um ser com tantos poderes ser benevolente mesmo? O poder corrompe? Nesse longa vemos que nem sempre com grandes poderes vem grandes responsabilidades.
Brunãozinho
Brunãozinho

5 seguidores 46 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de setembro de 2021
A premissa do filme é muito boa, um "Superman do mal" que quer destruir a terra. Os efeitos são ok e as atuações fracas.
Gabriel C.
Gabriel C.

51 seguidores 74 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2020
Brightburn é um filme bem mediano que desperdiça um bom potencial. A ideia de um "Superman" mal é bem interessante.
O longa apresenta boas cenas de violência e cria um atmosfera de terror interessante, com lances de câmera em que ressaltam a ameça iminente. Uma pena que para por aí. Um roteiro preguiçoso e que faz com que os personagens tomem decisões burras só pra criar uma saída fácil para o filme. As atuações não empolgam também.
Brightburn é bem ok e nada mais, vale a pena pelo visual e sua atmosfera.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de outubro de 2019
Superman reverso: vem de outro planeta, é criado por pais fazendeiros, fogos nos olhos, consegue voar, tem o ponto de fraqueza (a capsula de onde veio) e é do do mal. Os pontos altos do filmes são as cenas das mortes e os pontos fracos são o roteiro e as atuações dos personagens, nenhuma em destaque.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de junho de 2019
Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho. Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra.

não achei essas coisas todas não negócio é uma mistura de super-herói alienígena e assassino de terror mesmo não tem quase nada eu acho que esperava um pouco mais⭐⭐
Yuri B.
Yuri B.

5 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de maio de 2019
O filme não é nada bom. O roteiro é completamente descartável, com partes mal explicadas e um enredo fraco e sem sentido. As atuações, em geral, são bem fracas, e o ritmo do filme se torna irritante após a primeira meia hora de filme. No entanto, nem tudo é ruim. Jackson Dunn (o Brandon) foi absolutamente incrível, a personificação de um monstro sem nenhum sentimento e calculista foi muito bem feita, esse é o único destaque realmente positivo. O filme usa do gore até que de forma razoável, mas isso também não compensa as grandes falhas no roteiro e no enredo absolutamente clichê e sem sentido.
Rodrigo P.
Rodrigo P.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de abril de 2021
O filme é envolvente , mas superficial. Faltou aprofundar mais essa transformação de um menino psicologicamente normal em um monstro alienígena que quer dominar o mundo. Ficou muito na conta da hipnose mal explorada e do aleatório.

Outra coisa que estraga o filme são as cenas das mortes. Focaram meio trash e horrendas demais ao invés de assustadoras. spoiler: homem perdendo queixo, queimando crânios. Pra que mostrar coisas tão horríveis? Dava pra fazer a mesma cena, com a mesma tensão, mas sem mostrar um queixo caindo (muito mal feito diga-se de passagem), quase desisti do resto do filme nessa cena, mas aguentei até o fim de curioso, mas as coisas não melhoram muito. Apelaram demais desnexessariamente


Outra coisa que senti falta no filme é um antagonista. Digo, o menino surge, mas não aparece ninguém pra enfrentá-lo? Fica o mundo subjugado por uma criança mimada e sem noção do certo ou do errado e ninguém faz nada? Mesmo o homem de aço tinha fraquezas maiores e vilões que o confrontavam. Faltou um oponente pro Brendon.

Tudo isso torna o filme mais inverossímil do que a história original já era. Jogaram fora uma oportunidade incrível de uma remontagem do Superman.
João Vítor Lopes
João Vítor Lopes

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de junho de 2025
Tudo nesse filme ou não é explicado ou é explicado de forma rasa, além de tudo ser extremamente óbvio durante todo o filme, é o tipo de filme que não te surpreende em nada em nenhum momento. A ideia de criar um Superman reverso é interessante, mas mal desenvolvida, gosto da ideia de o vilão vencer no final mas ele não ter desafio nenhum durante a trama deixa tudo muito chato.
GoTyK
GoTyK

28 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de abril de 2026
Surpreendentemente ruim.
A trama faz uma "homenagem" aos filmes do Superman, mas pecando na narrativa principal. Querendo ser antagônico ao homenageado, acaba por ser simples, corrido e tedioso.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa