The Electric State
Média
3,2
142 notas

37 Críticas do usuário

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Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de março de 2025
Recheado de efeitos especiais que custaram o filme mais caro da Netflix até o momento. Um mescla de Transformers com Distrito 9 (excelente filme, porém, com alienígenas). Robôs que já serviram aos humanos de forma pacífica, agora estão exilados (como lixo eletrônico) depois de uma rebelião fracassada. Problema do filme: Muito longo para acompanhar um filme tão chato.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 476 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de março de 2025
Desde que conquistaram o mundo com Vingadores: Ultimato, os irmãos Joe e Anthony Russo têm enfrentado uma dura realidade: a dificuldade de replicar o sucesso fora da Marvel Studios. Seus projetos pós-Ultimato, Cherry e Agente Oculto, foram recepcionados com frieza, revelando a fragilidade da dupla quando afastada de um universo cinematográfico previamente estabelecido. The Electric State, seu mais recente trabalho, surge como a última chance de demonstrar que ainda possuem capacidade de contar boas histórias isoladas. No entanto, o filme não apenas reafirma suas limitações narrativas, como também expõe uma dependência excessiva em fórmulas fáceis: a nostalgia, a referência descarada a outras obras e um apelo superficial ao público.

Baseado na graphic novel de Simon Stålenhag, The Electric State deveria ser uma obra de ficção científica imersiva, capaz de explorar a relação entre humanos, inteligência artificial e tecnologia em um mundo apocalíptico. O gênero já foi explorado de forma brilhante por outros filmes, como Matrix e Ex Machina, levantando questões filosóficas e éticas sobre o impacto da tecnologia na sociedade. No entanto, os irmãos Russo optam por reduzir esses temas a simples subtramas e transformar os robôs em alívios cômicos, esvaziando qualquer potencial reflexivo. Em vez de uma abordagem instigante, o longa se contenta em ser um desfile de referências aos anos 90, utilizando marcas e elementos pop de maneira excessivamente evidente. A tentativa de acobertar essa dependência é inexistente; ao contrário, os diretores fazem questão de escancarar suas influências, o que acaba diluindo qualquer traço de originalidade na narrativa.

Outro grande problema de The Electric State é a fragilidade no desenvolvimento de seus personagens. A relação entre humanos e robôs é rasa, sem emoção ou impacto genuíno. Os protagonistas são construídos de maneira estereotipada, e a tentativa de forjar um drama familiar não encontra alicerce narrativo suficiente para funcionar. O filme peca especialmente ao negligenciar o arco emocional de seus personagens, tornando a jornada uma experiência apática. Millie Bobby Brown se esforça para carregar o longa, transitando bem entre drama e comédia, mas o roteiro não lhe oferece material sólido. Já Chris Pratt repete sua performance de Guardiões da Galáxia, sem adicionar qualquer camada ao personagem. Ainda mais desapontador é o desperdício de atores talentosos como Stanley Tucci e Giancarlo Esposito, relegados a papéis irrelevantes e praticamente sem tempo de tela.

No aspecto técnico, o filme tem momentos de brilho, mas também tropeça. O alto orçamento de US$ 320 milhões faz de The Electric State a produção mais cara da Netflix, mas nem sempre o investimento se reflete na tela. Algumas sequências de efeitos visuais são impressionantes, enquanto outras parecem feitas com pressa, sem o polimento necessário. Esse desequilíbrio sugere que, apesar do dinheiro investido, o filme careceu de um diretor capaz de equilibrar narrativamente os recursos visuais. Gareth Edwards, com Resistência, e Takashi Yamazaki, com Godzilla Minus One, demonstraram que orçamento não é um fator determinante para efeitos visuais bem executados, desde que haja um planejamento eficiente desde a filmagem. Os irmãos Russo, por outro lado, parecem se apoiar mais na grandiosidade do que na coesão visual.

A questão que fica é: para onde os irmãos Russo vão a partir daqui? Seu próximo grande projeto será nada menos que Vingadores: Doomsday, e a preocupação cresce diante da sua dificuldade em entregar um filme envolvente sem uma base estabelecida. Até agora, todos os seus projetos fora da Marvel mostraram um esgotamento criativo e uma incapacidade de contar histórias marcantes sem recorrer a fórmulas pré-estabelecidas. É possível que sua próxima investida nos Vingadores também sofra com esses problemas, apenas encontrando redenção no aguardado Vingadores: Guerras Secretas.

No fim das contas, The Electric State tinha tudo para ser um grande filme: uma boa base na graphic novel, um elenco talentoso e um orçamento milionário. No entanto, os diretores optaram pelo caminho mais fácil, recheando o longa com nostalgia e referências ao invés de explorar sua história de maneira profunda. O resultado é um filme que entretém pontualmente, mas é superficial e esquecível. A Netflix investiu em uma superprodução vazia, que dificilmente marcará o gênero de ficção científica.
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

7 seguidores 136 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de abril de 2025
ÚNICA QUALIDADE NESSE FILME, é ver que de fato investiram muito dinheiro nos efeitos especiais, nos cenários e nas animações dos robôs, são perfeitas de verdade impressiona muito mas de resto....

Protagonista sem nenhum carisma, mina vive o filme inteiro com os mesmos sentimentos e expressões do inicio ao fim, e olha que a aventura teve momentos de terror, de adrenalina e ação e de drama em. Chris Pratt é o mesmo personagem em todo filme pelo visto tá seguindo a escola do Adam Sandler, atuação horrível também mas em defesa dele, ficar contracenando com um CGI que você não vê, é realmente dificil, a cena final dele indo ver o colega robô falecido não tem menor drama possível, tiveram que cortar a cena pra inserir umas lágrimas artificiais na cara dele. A nossa protagonista ainda teve mais contracena com o seu irmão pessoa fisica real, mas ainda também entra no mesmo do Chris, atuação patética zero carisma de ambos.

E qual foi a ideia do filme ? Uma guerra entre humanos e robos ? é uma história muito pesada para um publico infantil não acha? Então pra mim só funcionaria ou se fosse um filme totalmente infantil excluindo a ideia de guerras e mortes, ou tornasse o filme mais adulto com mais violencia e brutalidade nas cenas de ação, mas o filme decidiu ir no meio dos dois, nem lá nem ca, nem quente nem frio, ficou parado no meio do caminho, resultado? Não encanta como filme de ação, muito menos encanta como filme infantil, com exceção do carisma de um ou dois robôs o resto completamente genérico, fui pra ver um filme de guerra futurista entre robos e humanos, acabei assistindo um live action de algum filme de brinquedo da Pixar.
Recomendo assistir pelo menos uma vez na vida, mas não espere muito, não espere nada.
akatxgx
akatxgx

3 seguidores 34 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de março de 2025
genérico e esquecível. ótimos atores, ótima ideia, ótimo investimento, porém, péssimo roteiro. um desperdício de 320 milhões de dólares.
Fabrizio S.
Fabrizio S.

4 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de abril de 2025
Nossa esperava mais deste filme principalmente por ser dos grandes irmãos Russos !!!! quem salva neste filme na atuação apenas Chris Pratt e seu melhor amigo o Robô , e uma grande mistureba, o enredo se perde num emaranhado mundo onde a mente de um gênio controla toda grade como uma IA, como dizem até os bons erram.
Renata Avila
Renata Avila

9 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de março de 2025
Não gostei da estética dos robôs, me pareceu infantilizado demais. Os atores são excelentes, mas 40 minutos de filme parei de assistir pq não me atraiu.
Cleyton Nicel Ferreira
Cleyton Nicel Ferreira

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de abril de 2025
Adaptar uma obra literária em um filme é muito difícil e infelizmente a regra é não ficar perfeito mas ser bom ou ficar bem aquém da obra. Electric State conseguiu ficar aquém se afastando absurdamente da obra. É como ver aquele filme do Dragon Ball ou The Last Airbender, mas infelizmente a maioria da audiência não vai ter conhecido a grandeza do material original e se contentar com um filme legalzinho e genérico que a maioria vai se esquecer em alguns anos. Recomendo lerem o livro que é uma história de verdade. Para quem elogiou o visual nem isso a direção do filme tem mérito pois são apenas cópias das ilustrações do livro.
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