The Electric State
Média
3,2
141 notas

37 Críticas do usuário

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NerdCall
NerdCall

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2,0
Enviada em 24 de março de 2025
Desde que conquistaram o mundo com Vingadores: Ultimato, os irmãos Joe e Anthony Russo têm enfrentado uma dura realidade: a dificuldade de replicar o sucesso fora da Marvel Studios. Seus projetos pós-Ultimato, Cherry e Agente Oculto, foram recepcionados com frieza, revelando a fragilidade da dupla quando afastada de um universo cinematográfico previamente estabelecido. The Electric State, seu mais recente trabalho, surge como a última chance de demonstrar que ainda possuem capacidade de contar boas histórias isoladas. No entanto, o filme não apenas reafirma suas limitações narrativas, como também expõe uma dependência excessiva em fórmulas fáceis: a nostalgia, a referência descarada a outras obras e um apelo superficial ao público.

Baseado na graphic novel de Simon Stålenhag, The Electric State deveria ser uma obra de ficção científica imersiva, capaz de explorar a relação entre humanos, inteligência artificial e tecnologia em um mundo apocalíptico. O gênero já foi explorado de forma brilhante por outros filmes, como Matrix e Ex Machina, levantando questões filosóficas e éticas sobre o impacto da tecnologia na sociedade. No entanto, os irmãos Russo optam por reduzir esses temas a simples subtramas e transformar os robôs em alívios cômicos, esvaziando qualquer potencial reflexivo. Em vez de uma abordagem instigante, o longa se contenta em ser um desfile de referências aos anos 90, utilizando marcas e elementos pop de maneira excessivamente evidente. A tentativa de acobertar essa dependência é inexistente; ao contrário, os diretores fazem questão de escancarar suas influências, o que acaba diluindo qualquer traço de originalidade na narrativa.

Outro grande problema de The Electric State é a fragilidade no desenvolvimento de seus personagens. A relação entre humanos e robôs é rasa, sem emoção ou impacto genuíno. Os protagonistas são construídos de maneira estereotipada, e a tentativa de forjar um drama familiar não encontra alicerce narrativo suficiente para funcionar. O filme peca especialmente ao negligenciar o arco emocional de seus personagens, tornando a jornada uma experiência apática. Millie Bobby Brown se esforça para carregar o longa, transitando bem entre drama e comédia, mas o roteiro não lhe oferece material sólido. Já Chris Pratt repete sua performance de Guardiões da Galáxia, sem adicionar qualquer camada ao personagem. Ainda mais desapontador é o desperdício de atores talentosos como Stanley Tucci e Giancarlo Esposito, relegados a papéis irrelevantes e praticamente sem tempo de tela.

No aspecto técnico, o filme tem momentos de brilho, mas também tropeça. O alto orçamento de US$ 320 milhões faz de The Electric State a produção mais cara da Netflix, mas nem sempre o investimento se reflete na tela. Algumas sequências de efeitos visuais são impressionantes, enquanto outras parecem feitas com pressa, sem o polimento necessário. Esse desequilíbrio sugere que, apesar do dinheiro investido, o filme careceu de um diretor capaz de equilibrar narrativamente os recursos visuais. Gareth Edwards, com Resistência, e Takashi Yamazaki, com Godzilla Minus One, demonstraram que orçamento não é um fator determinante para efeitos visuais bem executados, desde que haja um planejamento eficiente desde a filmagem. Os irmãos Russo, por outro lado, parecem se apoiar mais na grandiosidade do que na coesão visual.

A questão que fica é: para onde os irmãos Russo vão a partir daqui? Seu próximo grande projeto será nada menos que Vingadores: Doomsday, e a preocupação cresce diante da sua dificuldade em entregar um filme envolvente sem uma base estabelecida. Até agora, todos os seus projetos fora da Marvel mostraram um esgotamento criativo e uma incapacidade de contar histórias marcantes sem recorrer a fórmulas pré-estabelecidas. É possível que sua próxima investida nos Vingadores também sofra com esses problemas, apenas encontrando redenção no aguardado Vingadores: Guerras Secretas.

No fim das contas, The Electric State tinha tudo para ser um grande filme: uma boa base na graphic novel, um elenco talentoso e um orçamento milionário. No entanto, os diretores optaram pelo caminho mais fácil, recheando o longa com nostalgia e referências ao invés de explorar sua história de maneira profunda. O resultado é um filme que entretém pontualmente, mas é superficial e esquecível. A Netflix investiu em uma superprodução vazia, que dificilmente marcará o gênero de ficção científica.
Jamila
Jamila

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de março de 2025
The Electric State é um filme que entrega uma ficção científica cativante, explorando uma nova perspectiva sobre robôs em um mundo pós-apocalíptico. A história, ao mesmo tempo melancólica e cheia de suspense, nos leva a uma jornada emocionante, com momentos de ironia, especialmente pela reviravolta de que o irmão da protagonista agora é um robô.

Apesar de algumas críticas sobre sua abordagem, vale lembrar que a classificação indicativa é para 12 anos, então certos elementos mais "infantis" fazem sentido dentro desse contexto. Ainda assim, o filme consegue equilibrar bem a trama, mantendo um tom que agrada tanto ao público jovem quanto aos mais maduros.

A atuação do elenco é um dos grandes destaques. Os atores entregam performances incríveis, transmitindo emoção de forma genuína e envolvente. Além disso, os efeitos sonoros são impecáveis, contribuindo para a imersão total na história. Para quem é mais sentimental, esse filme com certeza vai arrancar algumas lágrimas no meio do caminho.

No geral, The Electric State é uma experiência visual e emocional poderosa, com uma história bem construída e um universo fascinante. Vale muito a pena assistir!

spoiler:
Pedro Paulo A. T.
Pedro Paulo A. T.

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de março de 2025
Um filme muito bom, ótimo!
Com uma história simples, mas que te prende do início ao fim!
Alem de ser um espetáculo visual com a estetica futurista dos anos 30/70.
Não é exetamente uma ovra prima dos roteiros, tem personagens que pideriam ter sido melhores desenvolvidos.. mas desde quabdo ele se propos a isso? Filme excelente que é exatamente oque se propõe !
veridiana santos
veridiana santos

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de março de 2025
Filme muito bom, atores ótimos, efeitos ótimos, gostei da estetica dos robôs, assistam. Vale a pena.
João Carvalho
João Carvalho

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de março de 2025
É um bom filme para passar o tempo, possuí ótimos efeitos visuais e bons atores. Antony e Joe Russo são capazes de dirigir qualquer coisa, são incríveis.
Sueli Ferrazzo
Sueli Ferrazzo

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2025
Gostei muito. Ficção científica sobre um passado alternativo. Achei muito criativo, totalmente diferente. Elenco muito bom. Recomendo.
Jorge C
Jorge C

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 17 de março de 2025
Desperdicei 2 horas de meu tempo para assistir esse filme que em minha opinião é muito ruim, tanto em termos da história como na estética. Fico imaginando o que está se passando na diretoria da Netflix agora, vendo um resultado muito insatisfatório para um gasto assombroso de 320 milhões de dólares na produção desse filme.
Infelizmente estamos vivendo uma falta de criatividade enorme nos roteiros de vários lançamentos.
Gleydson Silva
Gleydson Silva

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2025
Olha, eu gostei bastante do filme. Só tenho isso pra falar. muito bom demais.





















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Renata Avila
Renata Avila

9 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de março de 2025
Não gostei da estética dos robôs, me pareceu infantilizado demais. Os atores são excelentes, mas 40 minutos de filme parei de assistir pq não me atraiu.
Omedradoo
Omedradoo

19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de março de 2025
O Filme não é ruim! A estética do filme e muito acima da média que vemos nos cinemas, mas isso não é mais que obrigação de um filme que possui o maior orçamento da Netflix, Irmãos russos dirigindo o filme, atores de peso dentro da narrativa, que por final não é tão envolvente e faz com que o filme se torna longo. Volto a dizer que o filme não é ruim, mas passa descredibilidade pelo orçamento árduo que a Netflix usou
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