Média
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Maria do Caritó", de João Paulo Jabur, adapta a peça de Newton Moreno com Lília Cabral no papel principal. A história acompanha Maria, uma mulher virgem de 50 anos, educada para servir à Igreja e ao Coronel local, que busca o amor. Com referências a clássicos como O Auto da Compadecida, o filme mistura comédia ingênua e drama, destacando a excelente fotografia e direção de arte. A atuação de Lília Cabral é o grande destaque, especialmente em uma cena musical emocionante. Apesar de um elenco forte, o uso excessivo de planos de drone e a falta de equilíbrio entre humor e crítica social comprometem o tom minimalista do filme. A produção é simpática e visualmente cativante, mas peca nos excessos.
Com 50 anos de idade e cansada da vida solitária que leva numa pequenina cidade do nordeste brasileiro, Maria do Caritó sonha em encontrar um verdadeiro amor que lhe apague o "fogo debaixo de sua saia".
Enquanto isso, ela transpira demais à noite, reza para todos os santos e é convertida em santa pela população local, por ter preservado a virgindade por tanto tempo.
Prometida pelo pai para ser entregue virgem a São Djalminha, um santo que ninguém nunca ouviu falar, só mesmo um milagre poderia ajudá-la.
Em meio a tantas simpatias, suas esperanças ressurgem quando o circo chega na cidade e uma cartomante lhe diz que seu pretendente será um homem de fora.
Lília Cabral com seu brilhantismo natural dá vida ao personagem Maria do Caritó, a mulher madura sem vida sexual, ou ainda a mulher que não consegue um homem, com graça e leveza.
O filme resgata a pureza da figura caipira nordestina.
Enquanto isso, ela transpira demais à noite, reza para todos os santos e é convertida em santa pela população local, por ter preservado a virgindade por tanto tempo.
Prometida pelo pai para ser entregue virgem a São Djalminha, um santo que ninguém nunca ouviu falar, só mesmo um milagre poderia ajudá-la.
Em meio a tantas simpatias, suas esperanças ressurgem quando o circo chega na cidade e uma cartomante lhe diz que seu pretendente será um homem de fora.
Lília Cabral com seu brilhantismo natural dá vida ao personagem Maria do Caritó, a mulher madura sem vida sexual, ou ainda a mulher que não consegue um homem, com graça e leveza.
O filme resgata a pureza da figura caipira nordestina.
Em um contexto no qual a produção nacional costuma ser menos publicizada quando comparada com a internacional, uma comédia protagonizada por Lilia Cabral é muito bem vinda. Maria do Caritó é uma personagem que cativa a simpatia do espectador, enquanto seu maior drama se desenvolve em um roteiro bem construído e igualmente cativante.
Além disso, é prazeroso sentir o regionalismo presente na obra, que valoriza de forma poética a riqueza do vocabulário nordestino por meio de interpretações impecáveis. Paisagem, figurinos, personagens... Enredo. Tudo se combina e se completa em uma comédia verdadeiramente ''brasileira'' digna de se prestigiar.
Além disso, é prazeroso sentir o regionalismo presente na obra, que valoriza de forma poética a riqueza do vocabulário nordestino por meio de interpretações impecáveis. Paisagem, figurinos, personagens... Enredo. Tudo se combina e se completa em uma comédia verdadeiramente ''brasileira'' digna de se prestigiar.
Que filme incrível elenco edição produção pra que ainda não viu te comendo muito ,........................................................
Um dos piores filmes da história do cinema. Enredo sem pe nem cabeça. Personagens sem vida. As vezes um personagem fala com sotaque carioca, em outra cena com sotaque pernambucano e em seguida fala um mineirês.
Não percam tempo, é muito ruim.
Não percam tempo, é muito ruim.
Por acaso, percorrendo os canais me deparei com a "Maria de Caritó". Neste momento em que vivemos uma forma de controle, as reflexões q o filme m deixou : políticos, religiosos, quem detém o poder, não hesitam em passar por cima de vc, pra manter o controle, ganhar dinheiro e fingir q se importa, qdo na verdade tiram sua liberdade e t escravizam. Outros pontos: depois de muitas peripécias, Maria vai descobrir que não precisa de santo nem marido para se libertar. O que ela precisa é de coragem, e confiança nela mesma. Amor próprio.
Maria sonha, apanha da vida, decepciona-se, mas o importante é a descoberta que ela faz de que não é preciso depender de ninguém. O amor é lindo, é necessário para uma vida melhor, mas é preciso cultivar o amor próprio. Gostar da gente mesma. E isso é libertador
Maria sonha, apanha da vida, decepciona-se, mas o importante é a descoberta que ela faz de que não é preciso depender de ninguém. O amor é lindo, é necessário para uma vida melhor, mas é preciso cultivar o amor próprio. Gostar da gente mesma. E isso é libertador
Tem produção boa. Infelizmente o elenco não foi preparado para fazer personagens do Nordeste. E nem daria certo pois não basta trocar palavras. Sem ritmo de comédia ou de cordel. Fraco.
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