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Nelson Jr
25 seguidores
235 críticas
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4,0
Enviada em 28 de novembro de 2023
Um filme muito interessante, mostra todos os conflitos da adolescência , mostra claramente a forma catastrófica que o adolescente enxerga os acontecimentos! Mostra a visão trágica , e a necessidade que o jovem tem de ser igual ! de fazer parte de uma turma! De ser aceita, mostra toda a dificuldade que isso representa .., fala sobre a solidão que vc tem vivendo isso.., é um filme bem psicológico.., que mostra o retrato da adolescência e seus sofrimentos , as descobertas, o crescimento. Trilha sonora excelente!, roteiro muito bem feito .., direção muito boa! E bom elenco. O filme captura muito bem a essência do mundo juvenil.
Existem duas palavras que marcam a difícil fase da adolescência: identidade e aceitação. O conflito entre estas duas vertentes determinam as nossas trajetórias enquanto jovens. Na medida em que estamos nos descobrindo como pessoas, vem a necessidade de aceitação por parte dos outros, daqueles que fazem parte da nossa rotina diária e o desejo de pertencimento.
Isso não é diferente com Kayla Day (Elsie Fisher), a protagonista de “Oitava Série”, filme escrito e dirigido por Bo Burnham. No decorrer da obra, iremos acompanhá-la nas semanas que antecedem a sua formatura do ensino fundamental, bem como a antecipação da transição dela para o ensino médio.
Chama a atenção em “Oitava Série” a maneira como Kayla nos é apresentada. Ela é uma menina tímida, vista como calada e quieta pelos outros, e demonstra um desconforto diante das mais diversas situações. Por outro lado, Kayla também é uma jovem que se mostra confiante em vídeos de seu canal no YouTube, onde oferece conselhos para outros adolescentes sobre como se abrir para o novo, sobre como não deixar o olhar dos outros definir quem você é e, principalmente, sobre como amadurecer sem perder a ternura.
“Oitava Série” é um filme de muitas qualidades. A principal delas está na forma sensível e empática com que Bo Burnham relata a história de Kayla (personagem com a qual, facilmente, iremos nos identificar). O mais interessante do longa, no entanto, é poder perceber e ver a transformação da personagem ocorrer diante dos nossos olhos. Mesmo diante do desejo de pertencer, Kayla não se esquece de quem ela é. O aprendizado aqui é dos mais simples: para sermos aceitos, precisamos, primeiramente, compreender a nós mesmos e aquilo que somos. Quando a gente se liberta desse medo de se descobrir - e de se aceitar, em consequência -, é a melhor coisa que pode acontecer a nós mesmos.
Bom filme, não sei porque, mas esse filme me lembra muito o caso de Michelle Carter... Filme com uma história bem real e contemporânea, outro filme com um enredo meio parecido seria o filme 98.
Filme bem condizente com a realidade dos adolescentes,não acho que se encaixe em algum gênero,sendo bem como a vida é: cheia de incertezas e insegurança,com tudo mudando o tempo todo e tudo sendo um constante aprendizado. A protagonista é tímida,não tem amigos,mas no mundo virtual ela dá conselhos para os demais,como se fosse a descolada,mas,a realidade é que ela está dando conselhos para si mesma e assim,de certa maneira,se encorajando e até mesmo, pensando em seu futuro. O começo com ela sentada à mesa,pronta para comer,mas no celular e o pai,coitado,tentando puxar uma conversa é triste;mas real. A cena da piscina é forte,pois é realmente terrível para um adolescente se expor,ainda mais em traje de banho e não sendo a gostosona. A descoberta de termos sexuais sendo procurados na internet, que agora é conselheira de todos é bem típico e a cena no carro,me causou uma forte tensão e depois,uma sensação de alívio. A conversa com o pai na fogueira foi esclarecedora e necessária para o relacionamento de ambos. Enfim,a Elsie fez um ótimo trabalho de cara limpa,representando várias adolescentes por aí e espero que ajudando muitas outras.
Filme ruim com personagens sem nenhuma empatia. Depois de alguns minutos de um filme lento percebe-se que não temos para quem torcer e não temos nenhuma curiosidade em saber como vai terminar. Apenas ficamos olhando para o relógio torcendo para acabar logo!
A24 mais uma vez trazendo um filme intimista e necessário para os tempos atuais. Um retrato preciso da "geração instagram", poucos filmes atuais capturaram a essência do mundo juvenil de hoje como Oitava Série. Elsie Fisher em uma atuação praticamente perfeita, baita revelação para se ficar de olho. Bo Burnham faz uma estreia triunfal na direção, diga-se de passagem. Em um trabalho contido mas nunca inexpressivo, optando por uma câmera intimista e confessional, nos deixando praticamente na cabeça de Kayla, à mercê das situações que ela passa. É uma pena que o filme não tenha ido tão bem nas bilheterias, mas felizmente teve um buzz muito positivo e pode encontrar seu espaço no streaming. Claro que pela temática o filme seria mais recomendável e efetivo para pais e mães de adolescentes, mas acredito que no coração Eight Grade é um retrato doce e urgente de toda uma geração e todo mundo pode se identificar com os dilemas e jornada de amadurecimento da protagonista. NOTA : 8.0 / 10
spoiler: Filme chato do começo ao fim, mostra como esta juventude e totalmente vazia sem objetivos, alem de uma falta de respeito com o pai, por isso que temos a juventude nem nem, qualquer coisinha os abalam, se sentem rejeitados, futuros consumidores de Rivotril.
Sensacional! Embora com um enredo simples tem um ótimo roteiro e ótima atuação da protagonista. spoiler: A cena dela com o pai queimando "seus desejos e sonhos" é fenomenal.
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