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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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5,0
Enviada em 12 de dezembro de 2019
Espetáculo de filme! Scarlett Johansson e Adam Driver protagonizam essa história brilhante e muito bem por sinal, tendo eles suas melhores performance no cinema até então e certeza de concorrer ao óscar 2020 e com possibilidades de vencer, ainda temos Laura Dern e Ray Liotta também com chances de serem indicados ou seja o elenco é um dos melhores do ano. Destaque para o Roteiro que é ótimo do início ao fim e sem furos, levando ao telespectador o bom entendimento do filme, a trilha sonora é muito bonita. História de um casamento é um dos grandes filmes de 2019.
Não tem como não aplaudir a atuação de Scarlett Johansson e Adam Driver... tanto que a atriz está como indicada ao globo de ouro. A grande "spoiler: lavagem de roupa suja " do casal é uma das cenas mais verdadeiras e destruidoras quando uma relação está ruindo. De fato as cenas tocam a emoção de quem já passou ou encontra semelhanças nos discursos. Porém o filme se arrasta numa mesma narrativa que cansa e entedia.Talvez seja essa a intenção ao relatar um processo de divórcio.
Bons atores em um drama sobre a separação para além dos sentimentos. O casal não suporta as diferenças que levam ao naufrágio, embora haja bons sentimentos e afeto. Cansativo e monótono, mas com boa narrativa.
Excelente filme, com certeza um dos melhores filmes do ano. Disparado o melhor filme do Noah Baumbach, torço muito que seja indicado ao Oscar e que ganhe. Atuação da Scarlett Johansson e do Adam Driver são excelentes, cada um dos dois tem momentos excepcionais.
Intenso , tenso, os dois atores Scarlett e Adam estão excelentes não minha opinião melhor filme do ano, e olha que este ano assisti há vários bons filmes
Filme cheio de lugares comuns que mostra situações completamente fora da realidade. Não consegue sensibilizar o espectador mais crítico com o exagero de imaturidade dos personagens. Previsível do princípio ao fim. Os atores recitando falas intermináveis. Tudo com um odor de “deja vu “. Quer causar sensibilidade mas só gera irritação . Os protagonistas parecem desconfortáveis nos papéis de idiotas. A criança do filme ainda brinca com bonequinhos nas alturas dos primórdios do século XXI. O diretor aboliu os jogos eletrônicos? O pai dá socos em paredes e se automutila ao apresentar sua brincadeira favorita para a assistente social que está avaliando sua capacidade. A mãe tem histeria crônica e complexo de inferioridade de berço . Tudo explicado : trabalham em artes cênicas e devem ser inspirados no mundo artístico em que vive o diretor. Somente gastando milhões em marketing para receber críticas positivas sem o mínimo sentido. Perca este filme. Não perca seu tempo. Lamentarás o que é lamentável.
Nunca tinha visto nenhum filme desse diretor, mas me ganhou! Sensibilidade e leveza e ao mesmo tempo tensões, culpas, vidas conectadas. As dores de uma separação e o desejo da união superam todos os obstáculos para a felicidade do que os une - um filho. A iluminação e fotografia são belos. A dor de uma separação sempre nos desnuda e por vezes pode nos fazer conhecer o pior de nós mesmos. Recomendo!
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