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Marcio
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46 críticas
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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente filme! Diferente e fora do convencional, temos a rara oportunidade de assistir algo realmente comovente. Centrado no diálogo, despojado de trilha musical em sua maioria, acaba por destacar ainda mais os "clipes" maravilhosos da Björk, produzindo um clima de comoção ainda maior.
Até onde vai uma mãe para poder salvar sei filho? Esse filme nos mostra com extrema eficácia, essa resposta.O filme emociona o telespectador do começo ao fim com toques de dramas e comédia, mostrando que amor de mãe não tem limites.
Só conhecia Bjork de nome e foi bom dar uma cara para ela. Esperava um filmão (não de duração), mas me deparei com um filme monótono em um musical irritante que não tem nem como saber o que é dito nas letras por não saber inglês. spoiler: Final triste como todo o filme e decepcionante .
Não gosto de musicais, mais esse aqui transmiti muito os sentimentos da protagonista. Lindo e cruel, humano. Mais um filme realíssimo do Lars von Trier.
Musical de Lars Von Trier é exatamente o que se esperaria de um musical de Lars Von Trier: dramático, intenso e carregado de emoção.
Vencedor do Palme D’or e Premio de Cannes de Melhor Atriz (entregue a Björk), Dançando no Escuro é mais um belo filme de Lars Von Trier e mais um que conta as dramáticas e depressivas historias quase sempre presentes nos filmes do diretor. O filme se passa nos Estados Unidos, no ano de 1964, e a protagonista é Selma Jezková uma imigrante tcheca que se mudou para aquele país com seu filho Gene (Vladica Kostic). Selma aluga um trailer na propriedade do policial local Bill (David Morse) e sua esposa Linda (Clara Seymour), onde vive muito humildemente. Para sobreviver, trabalha em uma fábrica de indústria metalúrgica pesada com sua melhor amiga Kathy (Catherine Deneuve) e com Jeff (Peter Stormare) que quer ficar com Selma. O que ninguém sabe é que Selma sofre de uma doença hereditária degenerativa que está lhe ocasionando uma rápida cegueira progressiva. Por este motivo, Selma guarda cada centavo em uma lata em sua cozinha para custear uma operação que evite que seu filho sofra do mesmo destino. Ganancia, fraqueza e covardia motivam atos de outras pessoas contra a protagonista, gerando os conflitos do filme. Antes de tudo, devo dizer que não gosto de musicais. Normalmente vejo um musical e penso: “porque transformar um bom filme em um musical? Seria muito melhor ver o que esta sendo cantado ao invés de ver os atores cantar.” Obrigado Lars Von Trier por me mostrar que pode existir um bom musical e um filme que é melhor justamente por ser um musical. As canções nesse filme são extremamente pertinentes à obra e acrescentam muito ao filme, mostrando ao espectador como a protagonista lida com os eventos que ocorrem na sua vida e como a musica tem um impacto enorme na vida dela. A história deprimente é contada com a mesma perfeição que encontramos em outros filmes escuros de Von Trier (Dogville, Melancolia, Manderlay) e novamente a história afeta severamente o espectador que terá que se esforçar para não se sentir emocionado (e chocado) com o filme. O final do filme também merece ser destacado pois é o ápice de emoção do filme. Obviamente não o estragarei aqui mas aviso que o final traz níveis de compaixão que poucas vezes senti em um filme. Apesar de me irritar com o estilo de filmagem de Lars Von Trier (ficar enfiando a câmera na cara das pessoas é interessante e útil em alguns momentos mas depois de um tempo perde o efeito e começa a cansar), devo dizer que o esforço investido na coreografia e composição das canções compensou a as vezes irritante direção. Björk está incrível no papel principal e da uma verdadeira lição para muitos atores de Hollywood em como interpretar alguém com cegueira. Os outros atores também estão bem e o roteiro de Von Trier é bem-escrito e potente. Nesse filme Von Trier não optou por nenhuma escolha muito original e diferenciada na apresentação do filme (em filmes como Dogville, Melancolia e Ninfomaníaca ele traz elementos muito originais para as obras) preferindo deixar apenas a história original e a apresentação, banal. Um filme cult que é potente, emocionante e deprimente, Dançando no Escuro é outro grande filme de Von Trier. Nota: 8/10
O filme é maravilhoso e muito melancólico. As cenas musicais são como uma válvula de escape para o clima tenso de cenas que parecem não ter esperança alguma. Não demorou muito e eu estava torcendo pela protagonista. Lars Von Trier tem se tornado o meu diretor preferido, a cada filme.
Que o filme seria excelente, eu já esperava, mas ver BJÖRK interpretar me deixou estupefato! Já não sei se ela é melhor atriz ou cantora/compositora. Onde estava Catherine Deneuve??? Tyler caprichou demais Fotografia e cenografia geniais, roteiro brilhante. Drama seco, duro e puro, como um diamante.
Filme maravilhoso uma visão crua e pesada sobre a bondade humana e as injustiças que podem acontecer a forma como filme se entrelaça e vai construindo algo que ao mesmo tempo nos incomoda faz se apaixonarmos pela história além de conseguir sentir um pouco da dor da protagonista acreditando mais no ser humano no final do filme.
Um dos melhores filmes que já assisti. Impossivel não sensibilar-se e chegar as lágrima com essa estória pungente, onde o amor está acima de qualquer situação. IMPERDIVEL!
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