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Segunda parte da trilogia produzida pela Netflix Japão, GODZILLA - CIDADE NO LIMIAR DA BATALHA começa exatamente no ponto em que o filme anterior, Monster Planet, terminou, momento no qual o jovem idealista Haruo descobre a existência daquele que passou a ser considerado o maior Godzilla já imaginado. Em consequência da permanência não planejada em solo terrestre, a equipe de Haruo descobre uma tribo de humanos que serão os responsáveis pelas ideias capazes de dar fim à existência do gigante destruidor.
O longa mantém um visual caprichado em CG e 2D que, na maioria das vezes, surpreende pelos detalhes presentes em cada nova cena, fazendo desses elementos o grande chamariz. No entanto, o estilo adotado mantém as características habituais nipônicas, com robôs, olhos arregalados, ideias bizarras (pra não dizer forçadas) e decisões megalomaníacas de alguns personagens. O design do monstro antagonista é estranhamente pouco inspirado, mais parecendo uma montanha rabiscada por crianças (!?).
Arrastado por diálogos que praticamente não se justificam, o filme é capaz de entreter aqueles com olhares já conhecedores de produtos animados por estúdio japoneses (aqui o experiente Toho Animation), mas sua história pouco evolui o conceito do filme anterior além de fazer menções ao Meca-Godzilla e a tecnologia de nano metais. Pode divertir, mas para um público seleto.
O longa mantém um visual caprichado em CG e 2D que, na maioria das vezes, surpreende pelos detalhes presentes em cada nova cena, fazendo desses elementos o grande chamariz. No entanto, o estilo adotado mantém as características habituais nipônicas, com robôs, olhos arregalados, ideias bizarras (pra não dizer forçadas) e decisões megalomaníacas de alguns personagens. O design do monstro antagonista é estranhamente pouco inspirado, mais parecendo uma montanha rabiscada por crianças (!?).
Arrastado por diálogos que praticamente não se justificam, o filme é capaz de entreter aqueles com olhares já conhecedores de produtos animados por estúdio japoneses (aqui o experiente Toho Animation), mas sua história pouco evolui o conceito do filme anterior além de fazer menções ao Meca-Godzilla e a tecnologia de nano metais. Pode divertir, mas para um público seleto.
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