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Luiz Moreira
1 crítica
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3,0
Enviada em 10 de junho de 2026
O filme apela para tornar engraçado o robô, mas ficou péssimo. A dublagem do robô com voz de idiota foi um desastre. O combustível do motorhome nunca acaba. Tom Hanks é um grande ator e a história do filme é interessante, mas esse robô irrita.
Com frequência, existe a noção, nos universos distópicos, da completa falta de confiança das pessoas ou, quando não muito, das barreiras postas à confiança. Em cenários distópicos desoladores onde a esperança é um luxo e a fome é uma constante, onde a escassez de recursos é onipresente e incontornável, as pessoas naturalmente se viram umas contra às outras e pensam duas vezes antes de formar alianças e colaborar (para dizer o mínimo). Em Finch, esse dilema é abordado muito bem, delineado de maneira tocante e envolvente, visando passar a mensagem de que, de um jeito ou de outro, e até nos cenários distópicos, a confiança é necessária, porque ela pode salvar você.
O roteiro retrata um protagonista que evita contato com as pessoas, porque as teme e as desaprova e que, portanto, foge delas. “A fome transformou homens em assassinos”. Mas, à medida que o filme transcorre, vemos um propósito muito claro nessa aventura: propor uma reflexão sobre a importância de se unir a outras pessoas para garantir a sua sobrevivência. É nessa perspectiva singular que somos apresentados à ideia de que explorar o mundo e percorrer o desconhecido não é algo negativo. Confiar nas pessoas não é algo mortal.
O roteiro de Finch é inusitado e engenhoso, delineando sutilezas dramáticas profundas em meio a um cenário devastador (muito bem abordado por uma direção equilibrada e lúcida), cidades inabitadas cheias de perigos onde o protagonista reflete sobre nossos dilemas sociais e comunitários mais fundamentais, possivelmente sabendo que deve romper o medo da violência e se aliar a outros, mesmo que relute em fazê-lo devido a uma espécie de “trauma” do fim do mundo.
Encantador em todos os aspectos, Finch firma uma ponte com a sociedade em função de uma mensagem que, ainda que simples, reverbera em nosso pensamento muito depois da última tomada, nos impactando e fazendo dessa jornada uma experiência construtiva.
Finch (2021), dirigido por Miguel Sapochnik, é uma ficção científica que mistura fantasia apocalíptica com temas de solidão e humanismo. Ambientado em um mundo devastado pela destruição da camada de ozônio, o filme segue Finch (Tom Hanks), o último sobrevivente de um cataclismo, que vive com seu cachorro Goodyear e um robô chamado Dewey. Diagnóstico de câncer, Finch cria Dewey para cuidar de seu cachorro após sua morte iminente, mas um acidente de laboratório faz com que a inteligência artificial do robô se desenvolva apenas parcialmente, com habilidades equivalentes a uma criança.
A comparação com Náufrago e Wall-E é inevitável, principalmente devido à presença de Tom Hanks, cujo carisma ajuda a construir a empatia do público, e do robô Dewey, que lembra o icônico personagem de Wall-E. A fotografia e os efeitos especiais, especialmente no design de Dewey, são notáveis e ajudam a tornar a atmosfera pós-apocalíptica mais imersiva. No entanto, o roteiro acaba por seguir um caminho previsível, explorando temas já bastante usados em outros filmes, o que tira um pouco do impacto da história.
Apesar de sua falta de originalidade, Finch funciona principalmente devido ao desempenho tocante de Hanks e aos aspectos técnicos da produção. A trama, com seu tom humanista, é cativante, mas poderia ter se arriscado mais em termos de inovação narrativa. No fim, o filme é uma reflexão sobre a conexão, a sobrevivência e o legado, mas carece de uma execução mais ousada.
Filme perfeito, quem tem cachorro, impossível não chorar, vale cada minuto, o filme fala sobre a realidade nua cura, sobre amizade e também sobre solidão.
Filme água com açúcar, bons efeitos especiais, mas não empolga. Basicamente o filme se passa no contexto do dilema de sobrevivência de um homem, seu cachorro e um robô em um mundo hostil.
Em contraste com o que diz a sinopse, nâo acho que se trate de "aprender a ser humano". Esta é uma visão antropocêntrica. Afinal, foram os humanos no filme que estragaram tudo. Estúpidos! Pra mim, se trata do amor, algo que parecece ser uma lei do universo, como a gravidade. A conciência, em qualquer nível, resulta em sentimentimento, de modo que não importando a origem, biológica ou não, o amor é inevitável. O cachorro e a inteligência -ainda que artificial- entenderam isso. Ou seja, a arrogância ou capacidade intelectual não são nada diante do amor.
Minha opinião: Um filme ao estilo de Tom Hanks, ao estilo solitário Naufrago, porem aqui ao invés de uma bola ele tem um cachorro e um androide que ele constrói para quando ele morrer ter alguém para cuidar do cachorro. O filme se passa em um mundo apocalíptico depois da humanidade ser dizimada por conta do efeito estufa e o buraco da camada de ozônio onde a Terra ninguém pode sair no ar livre por que será frito. Tom tem um cão que vive com ele e sem mais ninguém próximo.Como ele esta com câncer e sabe que seu tempo esta findando, constrói um androide que é como um recém nascido que quer aprender tudo. E Tom o educa para fim de cuidar do cachorro, mas acaba também colocando em sua mente o desejo de conhecer São Francisco. E assim eles partem rumo a ela e a estoria vai se desentolando, com um toque de humor e drama. Um filme bem tem a característica de ser simples e pura em sua mensagem. Tom Hanks sendo Tom Hanks. Roteiro e enredo um tanto simples, mas bem montada. Vale apena assistir? Sim, mas tenha ciência de ser um filme flat. Nota: 7
Sem spoiler , fácil falar que este filme é maravilhoso. Um elenco pequeno mas que com o brilhantismo de Tom Hanks não deixou faltar nada. É uma história pós-apocalíptica que mostra um Homem ensinando valores humanos à uma maquina. A história tem suas graças mas sobretudo tem amor, amizade e esperança. Eu me diverti e me emocionei, indico que assistam.
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